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segunda-feira, 2 de outubro de 2017
4 benefícios da caminhada além da boa forma
Agora é moda: parece que todo mundo resolveu começar a correr ou então fazer caminhada. E não é à toa. Para especialistas, caminhar é a opção mais certeira para todos aqueles que procuram uma vida saudável e plena. Além de ajudar a manter a boa forma, a prática atua como aliada da boa saúde em lutas contra os mais diversos tipos de doença.
– O ser humano é, por excelência e por natureza, um andarilho e as indicações da caminhada vão desde a prevenção de derrames e infartos, até o combate à depressão, à osteoporose e à diabetes – afirma o patologista neuromuscular Beny Schmidt.
Para o médico, o tempo ideal de caminhada varia de indivíduo para indivíduo e também de acordo com a faixa etária, mas de uma maneira geral, uma hora e meia de caminhada por dia já pode ser considerado um ótimo índice de atividade física diária. Ainda segundo Schmidt, caminhar se tornou um hábito mais saudável que correr, pois gera menor atrito nas articulações e, consequentemente, menor número de lesões musculares. Confira os quatro principais benefícios da caminhada segundo o médico:
1. Boa forma e diabetes
O mais conhecido benefício da caminhada talvez esteja na luta para manter a boa forma. A caminhada na esteira é um exercício físico com maior gasto de calorias porque nós temos a tendência de variar a intensidade dos passos quando caminhamos na rua. No entanto, mesmo com menor queima calórica, caminhar ao ar livre é extremamente prazeroso, principalmente se for à beira do mar ou em um parque.
A caminhada também vem se revelando uma importante aliada dos diabéticos. Juntamente com o controle da dieta, promove a diminuição da obesidade e favorece o controle da glicemia pelo consumo de energia, além do efeito psicológico favorável por conta do prazer que proporciona.
2. Depressão e qualidade de vida
A liberação de endorfina pelo sistema nervoso central durante a caminhada é responsável pelas sensações de alegria, relaxamento e bem-estar, armas poderosas no combate à depressão. Além disso, a endorfina deixa o atleta mais disposto durante o dia e com uma melhor qualidade do sono à noite. E, segundo o especialista, outro fator importante é o aumento dos estímulos cerebrais provocado pelo exercício, que contribui ativamente para manter a saúde do órgão.
3. Circulação e prevenção
Movimentar-se é fundamental para melhorar a circulação sanguínea. O médico explica que a caminhada faz com que a musculatura da parede dos vasos sanguíneos ajude a impulsionar o sangue até as extremidades. Além disso, as atividades físicas são importantíssimas para fazer com que a velocidade e a pressão sanguínea possam ser bem administradas pelo corpo. Uma consequência direta da melhora da circulação é a prevenção de doenças cardíacas.
– A caminhada é uma arma fundamental para evitar derrames e infartos, pois ajuda o miocárdio a bombar o sangue no início da circulação – afirma.
4. Osteoporose e pulmão
Segundo Schmidt, junto com a exposição solar, a caminhada se destaca como o melhor investimento contra a osteoporose. “Usar os ossos é a melhor forma de cuidar deles”, explica.
Já a respiração é outra grande beneficiada pelas caminhadas. Andar melhora a capacidade vital, o VO2 máximo e tanto a inspiração quanto a expiração pulmonar. Além disso, por manter a saúde do corpo, inibe inflamações oportunistas. Tudo isso sem contar o quanto faz bem para os pulmões a qualidade do ar inspirado quando se faz uma caminhada em um parque, por exemplo.
Fonte: revistadonna
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
O Stress leva a um Aumento de Peso
Aqui está o porquê: Cortisona demais aumenta a resistência à insulina, o que reduz a queima de gorduras. Os níveis elevados de cortisona diminuem o ritmo do metabolismo e dos níveis de testosterona – e isto também reduz a queima de gorduras. Se estiver sobre stress por períodos prolongados há bastantes probabilidades que os seus padrões de sono se tornem irregulares (outro fator que prejudica o emagrecimento), para além de que uma das técnicas de gestão do stress envolve a comida – e isso não é bom.
Fonte: fitnessblog
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Para emagrecer: reduzir gordura ou carboidratos?
Um novo estudo dos Institutos Nacionais da Saúde, agência governamental dos Estados Unidos, mostrou que tipo de dieta tem mais benefícios para perda de gordura corporal.
Em um artigo publicado na revista Cell Metabolism, os pesquisadores afirmaram que, ao contrário do senso comum, restringir gordura na dieta pode levar a uma maior perda de gordura corporal do que a restrição de carboidratos. Apesar disso, a dieta baixa em carboidratos reduz a insulina e aumenta a queima de gordura.
A teoria
Kevin Hall, físico pesquisador do Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais, utilizou dados de dezenas de estudos de alimentação realizados ao longo de décadas para construir modelos matemáticos de como os diferentes nutrientes afetam o metabolismo humano e o peso corporal.
Suas simulações mostraram que apenas a dieta restrita em carboidratos levaria a mudanças na quantidade de gordura queimada pelo corpo, enquanto que a dieta pobre em gordura levaria a uma maior perda global de gordura corporal.
No entanto, ele precisava coletar dados humanos para apoiar esses modelos matemáticos.
O estudo
Estudar os efeitos de dietas na perda de peso é muitas vezes complicado, por causa da dificuldade em medir o que as pessoas realmente comeram – participantes podem não aderir a planos de refeição com eficiência, subestimar quantias ou mentir nas pesquisas de acompanhamento.
Para contornar esta situação, Hall e seus colegas confinaram 19 adultos voluntários com obesidade a uma enfermaria por 2 semanas, onde eles foram acompanhados de perto.
Para manter as variáveis simples, os dois períodos de observação foram como dois lados de uma balança: durante a primeira semana, 30% das calorias de uma dieta-base foram cortadas através de restrição de carboidratos, enquanto a ingestão de gordura permaneceu a mesma. Durante o segundo período, as condições foram invertidas.
A cada dia, os pesquisadores mediram a quantidade de gordura que cada participante comeu e queimou, e usaram essa informação para calcular a taxa de perda de gordura corporal.
Resultados
No final do estudo, o modelo matemático se provou correto. A gordura corporal perdida com a restrição de gordura na dieta foi maior em comparação com a restrição de carboidratos, embora mais gordura tivesse sido queimada com a dieta de baixo carboidrato.
No entanto, em períodos maiores de dieta, o modelo prevê que o corpo age para minimizar as diferenças de gordura corporal entre as dietas que são iguais em calorias e diferentes na proporção de carboidratos e gordura.
“Há um conjunto de crenças que diz que todas as calorias são exatamente iguais quando se trata de perda de gordura corporal”, diz Hall. “Nossos resultados mostraram que, na verdade, nem todas as calorias são iguais quando se trata de perda de gordura corporal, mas a longo prazo, são quase iguais”.
Calma lá!
Hall não recomenda que as pessoas comecem dietas restritas em gordura por causa desse estudo. O objetivo da pesquisa foi explorar a fisiologia da redução de calorias baseadas em gorduras e carboidratos no corpo humano.
A pesquisa é limitada pelo tamanho da amostra, apesar de ser estatisticamente relevante. Além disso, o menu que os participantes seguiram não rivaliza com uma dieta normal e não leva em conta que plano alimentar seria mais fácil de seguir durante longos períodos.
“Nós estamos tentando fazer estudos cuidadosos para um dia sermos capazes de ajudar a gerar melhores recomendações sobre dieta no dia-a-dia”, argumenta Hall. “Mas existe atualmente um desfasamento entre a nossa compreensão da fisiologia e nossa capacidade de fazer recomendações dietéticas eficazes para perda de peso duradoura”.
Por enquanto, a dica de Hall é fazer a dieta que você melhor conseguir seguir.
Autor: Natasha Romanzoti
Fonte: Hypescience
obs.: consulte seu médico antes de começar qualquer dieta.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2016
Respire fundo e livre-se da tensão com exercícios

Se você deixa de respirar regularmente e não consegue pensar ou reagir direito!
Você se surpreenderia ao saber quantas pessoas retêm a respiração quando estão estressadas. Tensão gera ansiedade e prender a respiração é uma das coisas que ocorre quando ficamos nervosos. Mas quando você deixa de respirar regularmente o oxigênio não chega ao seu cérebro e ao seu corpo, você não consegue pensar ou reagir.
Além disto sua sensação de insegurança aumenta. Observar o que está ocorrendo quando se sente estressado e então respirar profundamente algumas vezes vai lhe dar uma nova energia e um pouco mais da clareza que necessita.
Portanto, faça algumas respirações profundas. Sei que isto parece muito simples, mas realmente funciona. Existem algumas maneiras comprovadas de respirar para se acalmar.
Alguns exercício também irão lhe dar energia extra e uma maior sensação de bem-estar que o ajudará a diminuir ou mesmo eliminar o estresse.
Exercícios básicos de respiração já existem há muito tempo e aprender este método é muito útil. Normalmente, ao respirar, muitas pessoas não conseguem encher plenamente os pulmões.
Assim procure observar o quão profunda ou superficial é sua respiração. Eu percebo, quando estou sentado em minha mesa escrevendo, que minha respiração é suave, calma, mas não profunda.
Quando faço uma pausa para inalar mais ar, sinto que uma certa tensão é liberada do meu corpo inteiro, então respiro novamente.
A propósito, se perceber que está suspirando, é sinal de que seu corpo quer liberar tensão, não somente ar. Faça este exercício: respire fundo e deixe o ar sair com um longo suspiro; assim você cria espaço para sentir suas emoções e expressas seus pensamentos para outras pessoas de modo muito mais fácil.
De novo, parece simples demais, mas funciona. Uma outra excelente técnica é a chamada respiração ioga e, neste caso, o processo é muito rápido, o que é ótimo se você estiver numa situação em que o nível de estresse está muito alto.
Neste exercício, você começa inspirando lentamente pelo nariz (entre oito e dez segundos). Retenha o ar durante cinco segundos. E depois expire bela boca no mesmo ritmo da inspiração (oito a dez segundos).
Ajuda muito se você vir essa respiração como se estivesse enchendo primeiro o seu estômago/diafragma com ar, depois seu pulmão e finalmente a parte superior do tórax (que não retém muito ar, de modo que uma pequena aspirada é suficiente). Você vai liberar o ar de uma vez, mas faça-o lentamente.
Exercícios de respiração não só acalmam como também diminuem o estresse, mas também prolongam sua vida e o mantêm mais saudável. Este é um daqueles casos em que você tem de experimentar para ver como se sente.
Experimente agora. Será preciso algum tempo e prática para sentir os plenos efeitos, mas esta é uma maneira simples que vai ajudá-lo a vencer o estresse. Agora respire, e continue respirando.
Fonte: Clic Folha
terça-feira, 9 de agosto de 2016
Dicas Para Ter uma Vida Saudável
Para viver bem e ter qualidade de vida, boa saúde é preciso adotar alguns hábitos que fazem toda a diferença no nosso dia a dia. Quem deseja ter qualidade de vida precisa comer bem, movimentar o corpo, dormir bem, ter momentos de lazer, entre outros hábitos que ajudam a garantir uma vida melhor e mais longa.
Se você está querendo mudar seus hábitos, confira a seguir algumas dicas de como ter qualidade de vida.
Dicas Para Ter Qualidade de Vida
Durma bem: Para ter uma boa qualidade de vida é essencial dormir bem. No entanto, passar algumas horas na cama, quando há tanto o que fazer acordado, é apenas desperdício de tempo.
Ficar deitado acordado sem conseguir dormir não é bom sinal, pois você pode estar negligenciando o sono. De acordo com um estudo realizado, quem dorme pouco encurta a própria vida.
Quando dormimos mal,De acordo com um estudo da Universidade de Chicago (EUA), a nossa imunidade baixa e ficamos expostos aos riscos de infecções e doenças degenerativas.
Coma melhor: Cuidar da alimentação também é imprescindível para ter uma boa qualidade de vida, pois o que você põe no prato dia a dia faz toda a diferença.
Abusar de alimentos ricos em gorduras saturadas, sódio e açúcares é perigoso, pois pode aumentar as suas chances de ter doenças como infarto, derrames, hipertensão, obesidade, diabetes e até câncer.
Para evitar essas doenças e viver com mais saúde, é preciso adotar uma alimentação mais saudável e evitar esses alimentos.
Exercite-se: São muitos os benefícios para a saúde praticar atividades físicas. Por esse motivo, para ter qualidade de vida é preciso abandonar o sedentarismo para evitar uma série de doenças como a obesidade, hipertensão, doenças cardiovasculares e diabetes.
Além disso, a pratica de regular de exercícios físicos é muito importante pois melhora a disposição, a energia, o raciocínio e a memória. Depois de um tempo de prática, a atividade física também melhora a estética do corpo.
Fique de olho na balança: Para se sentir sempre bem é fundamental controlar o peso. Para isso, é preciso manter uma alimentação equilibrada, rica em nutrientes, e a prática de exercícios físicos regulares. O sobrepeso e a obesidade trazem uma série de riscos à saúde, pois elevam as chances do aparecimento de uma série de doenças como: a diabetes, derrame, hipertensão, apneia, e até câncer.
Controle o estresse: Apesar de não ser considerado como uma doença, o estresse pode aumentar as chances do aparecimento de doenças psico-fisiológicas. Por esse motivo, esse problema que prejudica muito a qualidade de vida das pessoas, precisa ser controlado com urgência.
Lembre-se, quanto maior for o nível de estresse, maior é a deterioração física e psicológica da pessoa. Além disso, o estresse é considerado um fator de risco para doenças do coração.
Seja positivo: Um estudo realizado nos Estados Unidos, mostrou que pessoas pessimistas, que sofrem de mau humor e estresse quase todos os dias, apresentam mais doenças como ansiedade, depressão, problemas dermatológicos e gastrointestinais, AVC, infarto e infertilidade, entre outros.
Por isso, para ter qualidade de vida é preciso evitar o pessimismo e ser mais otimista, pois pensar positivo favorece a saúde física e mental e contribui para melhorar os relacionamentos interpessoais.
Fonte:Vidabemestar
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Hábitos saudáveis compensam danos do stress no trabalho
É quase impossível escapar do stress no trabalho atualmente. Mas os danos à saúde que ele causa a longo prazo – como um maior risco de doenças cardíacas — pode ser compensado por um estilo de vida saudável, que inclui a prática de atividades físicas e a alimentação correta — além de não fumar. Essa é a conclusão de um grande estudo realizado na Universidade College London, na Grã-Bretanha, que avaliou mais de 100.000 pessoas de diversos países da Europa durante dez anos. A pesquisa foi publicada nesta segunda-feira, no periódico Canadian Medical Association Journal (CMAJ).
Participaram do estudo 102.128 pessoas de 17 a 70 anos. Elas foram classificadas de acordo com a quantidade de fatores de risco ao estilo de vida que apresentavam. Esses fatores eram: tabagismo, consumo de álcool, sedentarismo e obesidade. Elas foram classificadas entre as que seguiam um estilo de vida saudável (nenhum fator de risco), pouco saudável (um fator de risco) e não saudável (mais do que dois fatores de risco). De acordo com a pesquisa, 12% dos participantes afirmaram sofrer stress no trabalho.
Ao longo de dez anos, a taxa de doença coronariana entre os voluntários foi de 18,4 casos a cada 1.000 pessoas que sofriam stress no trabalho, e de 14,7 casos a cada 1.000 indivíduos que não sofriam do problema. A prevalência de doenças cardíacas em geral também foi maior em quem afirmou sofrer stress no trabalho: 31 casos por 1.000 pessoas – entre aquelas que não se estressavam no trabalho, por outro lado, essa taxa foi de apenas 12 por 1.000 pessoas.
Levando em conta apenas as pessoas que sofriam stress no trabalho e também tinham um estilo de vida saudável, apenas
15 a cada 1.000 pessoas apresentaram doenças cardíacas. Entre os que levavam um estilo de vida não saudável, o índice foi de 31,2 a cada 1.000 indivíduos. “Esses dados sugerem que um estilo de vida saudável pode reduzir substancialmente o risco de doença cardíaca entre as pessoas com tensão do trabalho”, concluíram os pesquisadores
Dicas:
- Durma pelo menos 8 horas por dia
- Pratique atividades físicas
- Identifique o que está provocando o stress: É preciso saber o que está provocando o stress no trabalho para que a atitude mais correta seja tomada. O problema pode ser você, então procure avaliar se você está se sobrecarregando porque não delega funções, cobra demais de si mesmo, leva o perfeccionismo ao extremo ou por outro motivo.
- Fique atento aos sinais do seu corpo: Os problemas clínicos associados ao stress que costumam aparecer primeiro são cansaço e desânimo desproporcionais, fadiga constante, dificuldades de concentração, problemas de memória, comportamento explosivos e irritabilidade.
- Seja flexível, não abrace o mundo: Não delegar tarefas e cobrar muito de si são alguns dos comportamentos que podem se virar contra você, já que colaboram com o aumento do stress no trabalho.
- Conheça o emprego antes de aceitá-lo: Saber quais são as características do seu emprego é fundamental para evitar uma quebra de expectativa e uma frustração.
- Não limite sua vida ao trabalho: Quando a vida de uma pessoa está resumida somente ao trabalho, ou seja, quando nada mais lhe satisfaz, qualquer fato que ocorra no ambiente profissional terá um impacto muito maior do que deveria.
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
Por que é tão importante beber água diariamente
Muitos seguem uma alimentação balanceada, suam nas academias com o objetivo principal de fazer bonito nas praias e piscinas do nosso país. Contudo, grande parte das pessoas acaba se esquecendo de ingerir em quantidades adequadas um elemento vital para nossa saúde: a água.
É muito comum observar pessoas que saem pela manhã para trabalhar e ao voltarem para casa à noite se dão conta que não ingeriram ao menos 1 copo de água durante todo dia. Existem aqueles que não sentem tanta sede e por isso, acreditam que não há problema algum ingerir uma quantidade mínima durante o dia. O que essas pessoas não sabem é que a deficiência constante desse líquido precioso no nosso corpo pode causar sérios problemas no futuro e por nossa saúde em risco.
Muitas pessoas não associam a água a uma boa alimentação, mas ela é, depois do oxigênio, a substância mais importante para a manutenção da vida. Nos próximos meses, quando a média de temperatura deverá ultrapassar os 30ºC, as necessidades serão ainda maiores e todos nós deveremos ficar atentos para repor as perdas que ocorrem nesse período.
Água: elemento vital
A água é a substância mais abundante do corpo humano. Ela é um componente essencial de todos os tecidos do organismo. Apesar de não conter nenhuma caloria ou outros nutrientes, sem a água o corpo humano só continuaria funcionando por poucos dias. A perda de 20% de água corpórea pode causar a morte e uma perda de apenas 10% causa distúrbios graves.
Em temperaturas moderadas, os adultos podem viver por aproximadamente 10 dias sem água; as crianças podem viver por cerca de 5 dias. Já sem alimento uma pessoa saudável pode sobreviver durante várias semanas.
A água desempenha um papel essencial em quase todas as funções do corpo humano. É utilizada para a digestão, para a absorção e para o transporte de nutrientes; serve de meio para uma série de processos químicos; assume o papel de solvente para os resíduos do corpo e também os dilui para reduzir sua toxicidade, ajudando no processo de excreção do corpo. Ajuda ainda a manter a temperatura do corpo estável. Além disso, a água proporciona uma camada protetora para as células do corpo e, sob a forma de líquido amniótico, protege o feto em desenvolvimento.
A água é necessária à formação de todos os tecidos do corpo, fornecendo a base para o sangue e todas as secreções líquidas (lágrimas, saliva, sucos gástricos, etc), que lubrificam os diversos órgãos e juntas. Também mantém a pele macia e elástica.
Com o envelhecimento, o corpo começa a ressecar cada vez mais. Por exemplo, o corpo de um bebê recém nascido consiste em 75 a 80% de água, contra apenas 50% no caso de um corpo adulto com 60 a 70 anos. Este processo de ressecamento se reflete em pele enrugada, fluxo reduzido de sangue e juntas mais endurecidas.
Com o envelhecimento, o corpo começa a ressecar cada vez mais. Por exemplo, o corpo de um bebê recém nascido consiste em 75 a 80% de água, contra apenas 50% no caso de um corpo adulto com 60 a 70 anos. Este processo de ressecamento se reflete em pele enrugada, fluxo reduzido de sangue e juntas mais endurecidas.
Necessidades diárias
O corpo humano perde água de várias formas. Através dos rins em forma de urina, como parte das fezes, através do processo de respiração e através da transpiração (suor). Podemos verificar que a ingestão de água está insuficiente simplesmente observando nossa urina. Quando isso ocorre, os rins tentam compensar conservando a água e, portanto excretam uma urina mais concentrada, com coloração amarelo mais acentuado. Um baixo consumo crônico de água aumenta o risco de cálculos (pedras) renais ou cálculos na bexiga
A quantidade de água perdida a cada 24h deve ser reposta para manter a saúde e a eficiência do organismo. Em geral, adultos devem consumir 35mL/Kg de peso, crianças 50 a 60mL/Kg de peso e lactentes 150mL/Kg peso. Isto quer dizer que se uma pessoa pesa 70Kg ela deverá ingerir diariamente cerca de 2,5L de água. Sucos, refrigerantes, chá, café e os alimentos contém água. Mas a pessoa deve dar preferência à água pura.
Fatores que aumentam as necessidades de água
É necessário consumir mais água quando está calor, durante exercícios físicos, no caso de febres, resfriados e outras doenças. É necessário ingerir maior quantidade de água também durante a gravidez, tendo em vista a formação do líquido amniótico e o aumento no volume de sangue, e também para atender as necessidades do feto em desenvolvimento. Da mesma forma, mães com filhos que mamam no peito precisam aumentar a ingestão de líquidos para produzir leite, que contém 87% de água.
É bom lembrar também que alguns componentes da dieta aumentam a necessidade de água, como é o caso dos alimentos muito salgados. O uso de diuréticos ou outros medicamentos que aumentam o fluxo urinário requer uma ingestão adicional de líquidos.
A qualidade da água é importante
A água mais segura para se beber é aquela tratada pelos sistemas de abastecimento e depois filtrada em casa ou fervida. Contudo, isto não quer dizer que não ocorram problemas. As águas dos rios estão se tornando cada dia mais poluídas por resíduos domésticos e industriais, restos de fertilizantes, pesticidas e lixos químicos e nucleares e tudo isso pode causar sérios problemas para nossa saúde. Estudos mostram que muitos casos de diarréia e infecção intestinal atribuídos a intoxicações alimentares ou outras causas devem-se, na verdade, à água contaminada.
Outro problema sério de saúde pública é o constante uso por parte da população de água de bicas contaminadas. Em pessoas saudáveis, os problemas ocasionados pela ingestão deste tipo de água muitas vezes é superado em pouco tempo, mas em pessoas com baixa resistência imunológica (crianças, idosos e doentes) isso pode ser fatal.
Água engarrafada: uma opção
O impacto criado pela constante contaminação das águas de bicas, torneira, etc, elevou o interesse das pessoas pelo consumo de água engarrafada. Mesmo assim, existem várias opiniões e desconfianças quanto as fontes e conteúdos das várias garrafas disponíveis no mercado. Em geral, a dúvida maior fica por conta da procedência da água e por isso, devemos ficar atentos e procurar comprar as marcas mais consolidadas no mercado.
Tipos de água engarrafada encontrados no mercado
· Água potável: é vendida no mercado em garrafões, sendo retirada de qualquer fonte aprovada (rios, reservatórios, água encanada). Em seguida é filtrada e desinfetada e o conteúdo mineral pode ser ajustado.
· Água mineral: contém no mínimo 500mg de minerais por litro
· Água com gás: contém dióxido de carbono para ficar borbulhante. Existem águas gaseificadas naturais que já vêm nesse estado da própria fonte
· Água termal: é retirada de fontes naturais.
· Água mineral: contém no mínimo 500mg de minerais por litro
· Água com gás: contém dióxido de carbono para ficar borbulhante. Existem águas gaseificadas naturais que já vêm nesse estado da própria fonte
· Água termal: é retirada de fontes naturais.
Fonte: Vya Estelar
segunda-feira, 25 de julho de 2016
10 dicas para ter uma vida saudável
Você sabe o que fazer para ter uma vida saudável? Listamos 10 dicas simples e práticas para você viver bem. Confira!
Levar uma vida saudável é a melhor forma de afastar doenças cardiovasculares, obesidade e até câncer. Mas você sabe o que fazer para manter a saúde em dia? A seguir, confira algumas dicas simples e eficazes:
1-Inclua castanhas na rotina alimentar
"Castanhas-do-pará, de caju, nozes e amêndoas possui baixo índice glicêmico, o que significa que não alteram os níveis de insulina no sangue e provocam sensação de saciedade. Também são fontes ricas em fibras, ferro, vitamina E e selênio, mineral importante para o bom funcionamento da tireoide", diz a a nutróloga Liliane Oppermann. Para aproveitar tudo que as castanhas têm de bom, sem exagerar nas calorias, Liliane recomenda a ingestão de 2 castanhas-do-pará, 3 castanhas de caju, 2 nozes ou 5 amêndoas (escolha apenas uma das opções).
2-Reduza a ingestão de sal e aumente o consumo de água
Além de favorecer o inchaço de pernas, pés, barriga e outras regiões do corpo, o excesso de sal pode comprometer a saúde. "A retenção de líquidos provocada pelo consumo exagerado de sal sobrecarrega o coração, rins e vasos sanguíneos e também pode levar à hipertensão", explica a médica Liliane Oppermann. A nutróloga recomenda a ingestão de 2 litros de água. Leite, água de coco e sucos podem ajudar a alcançar esse patamar, mas o ideal é que a água pura seja a principal fonte.
3-Não pule o café da manhã
O café da manhã diário é necessário para nutrir o organismo. "É o momento em que o corpo está ávido por nutrientes, já que passou 7 ou 8 horas em jejum, durante o sono. O organismo precisa de energia para começar o dia, além de vitaminas e sais minerais. Se uma pessoa comer fruta no café da manhã, seus nutrientes serão mais bem aproveitados do que antes de dormir", orienta a nutróloga Liliane Oppermann. Um café da manhã saudável evita o consumo de calorias extras ao longo do dia. Sem a primeira refeição, o organismo passará a manhã sem energia e a fome também virá com mais intensidade ao longo da tarde.
4-Pratique exercícios físicos regularmente
Os exercícios físicos devem fazer parte da rotina, inclusive, de quem não precisa perder peso. Uma simples caminhada diária pode melhorar o humor e afastar doenças do coração. De acordo com cardiologista Rogério de Moura, coordenador do serviço de cardiologia do Hospital Balbino, "para proteger o coração, o ideal é praticar exercícios durante 45 minutos a 1 hora, 5 vezes por semana". Para quem não gosta de academia, o médico recomenda caminhar pelo quarteirão, na praia ou em parques verdes. Outra opção é buscar aulas que fujam do convencional.
5-Mantenha os ovos na dieta
Antes considerado inimigo do coração, o ovo entrou na lista dos alimentos importantes. Ele é rico em colina, nutriente que protege a memória e combate a fadiga. A gema ainda contém antioxidantes, como zinco, ferro, selênio e vitaminas A e E. Segundo a nutróloga Liliane Oppermann, ele pode ser consumido diariamente por quem não come carne, desde que não seja frito. Já para os carnívoros, a recomendação é ingerir até 3 ovos por semana.
6-Uma taça de vinho, pode. Exagerar no álcool, não.
O álcool em excesso pode sobrecarregar o fígado, além de trazer problemas de concentração, aumentar a frequência dos batimentos cardíacos e irritar a mucosa do estômago, podendo causando gastrite e úlcera. Por outro lado, o vinho pode fazer bem para a saúde. Além de evitar infartos e derrames cerebrais, o consumo de 250 ml de vinho tinto, todas as noites, reduz os níveis do hormônio estrogênio, que é conhecido por aumentar os riscos de desenvolvimento de câncer de mama.
7-Evite o refrigerante, inclusive nas versões diet ou light
Os refrigerantes diet e light podem ter poucas calorias, mas são ricos em outras substâncias que também podem fazer mal ao organismo, como sódio, corantes e conservantes. "Os adoçantes empregados na composição dos produtos light e diet - geralmente ciclamato, sacarina e aspartame - também não são os mais saudáveis", orienta a médica Liliane Oppermann.
Os 10 piores alimentos alimentos para o corpo
8-Coma um jantar leve, mas coma
A prática de não comer nada no fim do dia não é saudável. Como o corpo ficará horas sem receber nenhum nutriente, durante o sono, dormir de barriga vazia pode gerar uma fome desproporcional no café da manhã. Para um jantar leve e nutritivo, Liliane Oppermann dá a dica: "Para pessoas que costumam fazer 6 refeições diárias, que incluem lanche da manhã, da tarde e ceia, além de almoço e jantar, recomendo um grelhado com salada crua, meio prato de legumes e uma porção de arroz integral".
9-Faça boas escolhas no supermercado
A nutróloga Liliane Opperman lista as melhores escolhas para um cardápio saudável: "A aveia contém vitaminas do complexo B e fibras, que evitam picos de insulina; o azeite extravirgem é rico em vitaminas D e E, além de gorduras boas para o coração; o iogurte contém cálcio para ossos fortes e probióticos, que atuam na regularização da função intestinal; o salmão é rico em proteínas e ômega-3, que protege o coração; o chá verde é rico em polifenois, que estimulam o metabolismo, previnem cáries nos dentes e obesidade e vegetais crucíferos, como brócolis, nabo e couve-flor que, além de fibras, contém I3 carbinol, um fotoquímico que mantém células cancerosas à distância".
10-Não conte as calorias gastas na esteira
A maioria das esteiras e bicicletas ergométricas possui contador de calorias, mas nem nas mais modernas essa contagem é confiável. "Aquela informação nunca será precisa. É preciso relacionar muitos fatores para chegar a esse resultado, que não pode ser pasteurizado para todos os alunos. Movimentar os braços durante a caminhada na esteira, por exemplo, aumento o gasto calórico em 10%, mas não é possível contabilizar esse gasto através do aparelho. Para alcançar seus objetivos, o melhor é conversar com o profissional", explica o treinador físico Ricardo Wesley.
Levar uma vida saudável é a melhor forma de afastar doenças cardiovasculares, obesidade e até câncer. Mas você sabe o que fazer para manter a saúde em dia? A seguir, confira algumas dicas simples e eficazes:
1-Inclua castanhas na rotina alimentar
"Castanhas-do-pará, de caju, nozes e amêndoas possui baixo índice glicêmico, o que significa que não alteram os níveis de insulina no sangue e provocam sensação de saciedade. Também são fontes ricas em fibras, ferro, vitamina E e selênio, mineral importante para o bom funcionamento da tireoide", diz a a nutróloga Liliane Oppermann. Para aproveitar tudo que as castanhas têm de bom, sem exagerar nas calorias, Liliane recomenda a ingestão de 2 castanhas-do-pará, 3 castanhas de caju, 2 nozes ou 5 amêndoas (escolha apenas uma das opções).
2-Reduza a ingestão de sal e aumente o consumo de água
Além de favorecer o inchaço de pernas, pés, barriga e outras regiões do corpo, o excesso de sal pode comprometer a saúde. "A retenção de líquidos provocada pelo consumo exagerado de sal sobrecarrega o coração, rins e vasos sanguíneos e também pode levar à hipertensão", explica a médica Liliane Oppermann. A nutróloga recomenda a ingestão de 2 litros de água. Leite, água de coco e sucos podem ajudar a alcançar esse patamar, mas o ideal é que a água pura seja a principal fonte.
3-Não pule o café da manhã
O café da manhã diário é necessário para nutrir o organismo. "É o momento em que o corpo está ávido por nutrientes, já que passou 7 ou 8 horas em jejum, durante o sono. O organismo precisa de energia para começar o dia, além de vitaminas e sais minerais. Se uma pessoa comer fruta no café da manhã, seus nutrientes serão mais bem aproveitados do que antes de dormir", orienta a nutróloga Liliane Oppermann. Um café da manhã saudável evita o consumo de calorias extras ao longo do dia. Sem a primeira refeição, o organismo passará a manhã sem energia e a fome também virá com mais intensidade ao longo da tarde.
4-Pratique exercícios físicos regularmente
Os exercícios físicos devem fazer parte da rotina, inclusive, de quem não precisa perder peso. Uma simples caminhada diária pode melhorar o humor e afastar doenças do coração. De acordo com cardiologista Rogério de Moura, coordenador do serviço de cardiologia do Hospital Balbino, "para proteger o coração, o ideal é praticar exercícios durante 45 minutos a 1 hora, 5 vezes por semana". Para quem não gosta de academia, o médico recomenda caminhar pelo quarteirão, na praia ou em parques verdes. Outra opção é buscar aulas que fujam do convencional.
5-Mantenha os ovos na dieta
Antes considerado inimigo do coração, o ovo entrou na lista dos alimentos importantes. Ele é rico em colina, nutriente que protege a memória e combate a fadiga. A gema ainda contém antioxidantes, como zinco, ferro, selênio e vitaminas A e E. Segundo a nutróloga Liliane Oppermann, ele pode ser consumido diariamente por quem não come carne, desde que não seja frito. Já para os carnívoros, a recomendação é ingerir até 3 ovos por semana.
6-Uma taça de vinho, pode. Exagerar no álcool, não.
O álcool em excesso pode sobrecarregar o fígado, além de trazer problemas de concentração, aumentar a frequência dos batimentos cardíacos e irritar a mucosa do estômago, podendo causando gastrite e úlcera. Por outro lado, o vinho pode fazer bem para a saúde. Além de evitar infartos e derrames cerebrais, o consumo de 250 ml de vinho tinto, todas as noites, reduz os níveis do hormônio estrogênio, que é conhecido por aumentar os riscos de desenvolvimento de câncer de mama.
7-Evite o refrigerante, inclusive nas versões diet ou light
Os refrigerantes diet e light podem ter poucas calorias, mas são ricos em outras substâncias que também podem fazer mal ao organismo, como sódio, corantes e conservantes. "Os adoçantes empregados na composição dos produtos light e diet - geralmente ciclamato, sacarina e aspartame - também não são os mais saudáveis", orienta a médica Liliane Oppermann.
Os 10 piores alimentos alimentos para o corpo
8-Coma um jantar leve, mas coma
A prática de não comer nada no fim do dia não é saudável. Como o corpo ficará horas sem receber nenhum nutriente, durante o sono, dormir de barriga vazia pode gerar uma fome desproporcional no café da manhã. Para um jantar leve e nutritivo, Liliane Oppermann dá a dica: "Para pessoas que costumam fazer 6 refeições diárias, que incluem lanche da manhã, da tarde e ceia, além de almoço e jantar, recomendo um grelhado com salada crua, meio prato de legumes e uma porção de arroz integral".
9-Faça boas escolhas no supermercado
A nutróloga Liliane Opperman lista as melhores escolhas para um cardápio saudável: "A aveia contém vitaminas do complexo B e fibras, que evitam picos de insulina; o azeite extravirgem é rico em vitaminas D e E, além de gorduras boas para o coração; o iogurte contém cálcio para ossos fortes e probióticos, que atuam na regularização da função intestinal; o salmão é rico em proteínas e ômega-3, que protege o coração; o chá verde é rico em polifenois, que estimulam o metabolismo, previnem cáries nos dentes e obesidade e vegetais crucíferos, como brócolis, nabo e couve-flor que, além de fibras, contém I3 carbinol, um fotoquímico que mantém células cancerosas à distância".
10-Não conte as calorias gastas na esteira
A maioria das esteiras e bicicletas ergométricas possui contador de calorias, mas nem nas mais modernas essa contagem é confiável. "Aquela informação nunca será precisa. É preciso relacionar muitos fatores para chegar a esse resultado, que não pode ser pasteurizado para todos os alunos. Movimentar os braços durante a caminhada na esteira, por exemplo, aumento o gasto calórico em 10%, mas não é possível contabilizar esse gasto através do aparelho. Para alcançar seus objetivos, o melhor é conversar com o profissional", explica o treinador físico Ricardo Wesley.
Fonte: Bem Estar GNT
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Atividade física deve ser recomendada como tratamento e prevenção de Doenças
Apesar de a prática de exercício físico regular trazer inúmeros benefícios à saúde e ser um dos métodos preventivos mais eficientes contra muitas doenças, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o sedentarismo é uma das principais causas das 300 mil mortes anuais por doenças cardíacas do país.
Para o cardiologista e médico do esporte Daniel Kopiler, a atividade física deveria ser recomendada como medicação.
“O maior desafio é tornar a atividade física uma prioridade para melhorar a saúde da população e reduzir os riscos de doenças como diabetes, hipertensão, obesidade, entre outras”, defende.
De acordo com o especialista, “o exercício físico diminui em cerca de 30% os riscos de desenvolver doença coronariana, e reduz aproximadamente em 50% os riscos de hipertensão”.
Segundo Kopiler, um levantamento realizado com cardiologistas nos EUA mostrou que apenas 15 em cada 100 médicos reforçavam voluntariamente a importância da atividade física para seus pacientes em reabilitação cardíaca.
“Há muitas pesquisas sobre novos medicamentos, mas o melhor deles, o mais antigo e democrático, tem sido preterido. Todos os profissionais de saúde deveriam recomendar atividade física para tratamento e prevenção de doenças”, recomenda.
Um estudo realizado em 2002 pelo pesquisador Jonathan Myers (Universidade Stanford, EUA) comparou a aptidão física entre homens até 70 anos com e sem doença cardiovascular.
As pessoas sem doença cardiovascular que não tinham preparo físico adequado apresentaram risco de mortalidade duas vezes maior do que o grupo que tinha doença cardiovascular e ótimo preparo físico.
Fonte: Saude.terra
quarta-feira, 20 de julho de 2016
Soja ajuda na prevenção de doenças e no controle do peso
O Brasil é um dos maiores produtores de soja do mundo. Porém, os brasileiros em sua maioria consomem apenas o óleo de soja. Inúmeros estudos mostram os benefícios da soja e seus derivados. Que apesar de possuir um alto valor nutricional, ainda combatem doenças do coração, diabetes, osteoporose, câncer de útero, mal de Alzheimer e sintomas da menopausa. Apesar disso, a soja é considerada uma fonte de proteína completa podendo ser comparada com a qualidade de proteína da carne, ovos e leite.
A soja é uma grande aliada no controle do peso, pois produz a sensação de saciedade por mais tempo no organismo de quem a ingere. E essa saciedade é semelhante aos de outras proteínas (lácteas e trigo). E estudos comprovaram que uma dieta com a composição energética da soja ajuda na redução do peso e gordura corporal.
E, além disso, a soja é um alimento sustentável se comparada com as proteínas animais. Pois para ser produzida exige menos água, energia e recursos naturais e a plantação do grão requer um aproveitamento de terra bem maior do que outros grãos e proteínas animais.
E a soja pode de ser consumida de várias formas:
→ Leite de soja
→ Grãos
→ Farinha de soja
→ Carne de soja
→ Queijo de soja
→ Soja preta
Dica importante: De acordo com a nutricionista Bruna Murta, a soja é um alimento versátil que pode ser utilizada na preparação de várias receitas. E pode, ainda, ser substituta do ovo em receitas.
Fonte: Obesidade Controlada
sábado, 16 de julho de 2016
10 Dicas para melhorar a digestão
Seu estilo de vida e sua escolha de alimentos podem afetar a forma como o corpo digere os alimentos que você come. Beber água, adicionando fibras, e exercitar-se contribuem para uma melhor saúde digestiva.
Seu sistema digestivo quebra os alimentos que você come em os nutrientes que seu corpo precisa. Se você negligenciar a sua saúde digestiva, seu corpo pode ter problemas de digestão e absorção de alimentos esses nutrientes.
Sua saúde digestiva é diretamente impactada pelos alimentos que você come e pelo estilo de vida que você vive. Ao tomar medidas para melhorar sua saúde digestiva, o seu sistema digestivo funcionará de forma mais eficiente, melhorando sua saúde e sensação de bem-estar.
01. Opte por uma dieta rica em fibras
Segundo Maria Adams, nutricionista de Marblehead, Massachusetts, consumindo uma dieta que é rica em fibras e rica em grãos integrais, verduras, legumes e frutas pode melhorar o seu digestivo saúde. "Uma dieta rica em fibras ajuda a manter os alimentos que se deslocam através de seu aparelho digestivo, tornando-o menos propensos a ficar constipado", diz Adams, acrescentando que uma dieta rica em fibras também pode ajudar a prevenir ou tratar vários problemas digestivos, tais como diverticulose, hemorróidas e síndrome do intestino irritável. Além disso, ele pode ajudá-lo a alcançar ou manter um peso saudável.
02. Consuma fibras insolúveis e solúveis
É importante consumir os dois tipos de fibra, que cada ajudam o sistema digestivo de maneiras diferentes. "A fibra insolúvel, também conhecido como volumoso, não pode ser digerida pelo organismo e, portanto, ajuda a adicionar volume às fezes", diz Adams. "A fibra solúvel atrai água e pode ajudar a prevenir fezes que são muito aguado". Boas fontes de fibras insolúveis incluem farelo de trigo, legumes e cereais integrais; obter fibra solúvel de farelo de aveia, nozes, sementes e legumes.
03. Limite os alimentos que são ricos em gordura
"Em geral, alimentos gordurosos tendem a retardar o processo digestivo, tornando-o mais propenso a prisão de ventre", diz Adams. Mas já que é importante para obter um pouco de gordura na sua dieta, Adams diz que alimentos gordurosos emparelhamento com alimentos ricos em fibras pode torná-los mais fácil em seu sistema digestivo.
04. Escolha carnes magras
Proteína é uma parte essencial de uma dieta saudável, mas os cortes gordos de carne pode levar a digestão desconfortável. Quando você come carne, escolha cortes magros, como o lombo de porco e aves sem pele.
05. Incorpore probióticos em sua dieta
Probióticos são as bactérias saudáveis naturalmente presentes em seu aparelho digestivo. "Eles ajudam a manter o corpo saudável, combatendo os efeitos de uma dieta pobre, antibióticos e estresse", diz Adams. Além disso, os probióticos podem melhorar a absorção de nutrientes, ajudar a quebrar a lactose, fortalecer seu sistema imunológico e, possivelmente, até mesmo ajudar a tratar a síndrome do intestino irritável. Adams recomenda que as pessoas comem boas fontes de probióticos, como iogurte desnatado ou o kefir, em uma base diária.
06. Matenha uma programação da alimentação
Adams diz que consumir suas refeições e lanches em uma programação regular pode ajudar a manter seu sistema digestivo em forma. Destinam-se a sentar-se no café da manhã, almoço, jantar e lanches em torno do mesmo tempo cada dia.
07. Mantenha-se hidratada
Beber muita água é bom para a sua saúde digestiva, de acordo com Adams. Água em seu sistema digestivo ajuda a dissolver gorduras e fibras solúveis, permitindo que estas substâncias para passar com mais facilidade.
08. Evite maus hábitos
Evitar fumar e excesso de cafeína e álcool. licor, café e cigarros pode interferir com o funcionamento do seu sistema digestivo, e levar a problemas como úlceras do estômago e azia.
09. Exercite-se regularmente
"O exercício regular ajuda a manter os alimentos em movimento através de seu sistema digestivo, reduzindo a constipação", diz Adams. E o exercício pode ajudá-lo a manter um peso saudável , o que é bom para sua saúde digestiva. Torná-lo um ponto para trabalhar o exercício regular em sua programação semanal.
10. Cuide do stress
Demasiado stress ou a ansiedade pode fazer com que seu sistema digestivo para ir em overdrive, de acordo com Adams. Encontrar atividades para reduzir o stress que você goste e praticá-los em uma base regular.
Fonte:
Every Day Health
sábado, 9 de julho de 2016
Após 30 anos, estudo confirma que gorduras saturadas fazem mal à saúde
Pesquisa envolveu 120 mil pessoas.
Cientistas também revelaram os benefícios de gorduras como a do azeite.
A ingestão de gorduras saturadas da manteiga, banha de porco e carne vermelha aumenta o risco de morte prematura, como confirmou um estudo publicado nesta terça-feira (5) no Journal of the American Medical Association (JAMA) Internal Medicine.
A pesquisa, que envolveu mais de 120 mil pessoas e durou três décadas, revelou também que substituir tais alimentos por gorduras como a do azeite de oliva pode trazer benefícios substanciais para a saúde.
"Houve confusão generalizada na comunidade biomédica e no público em geral nos últimos anos sobre os efeitos na saúde de tipos específicos de gorduras", disse o autor principal do estudo, Dong Wang, doutorando em Saúde Pública na Universidade de Harvard.
"Esse estudo documenta benefícios importantes das gorduras insaturadas, especialmente quando elas substituem gorduras saturadas e trans", completou o pesquisador.
Uma das principais conclusões da pesquisa foi que as pessoas que comeram mais gorduras saturadas e trans tiveram taxas de mortalidade mais elevadas do que aquelas que consumiram o mesmo número de calorias em carboidratos.
A pesquisa apontou, ainda, que a substituição de gorduras saturadas como a da manteiga, banha e carne vermelha por gorduras insaturadas de alimentos vegetais - como azeite de oliva, óleo de canola e óleo de soja - pode oferecer "benefícios substanciais para a saúde e deve continuar sendo uma mensagem essencial nas recomendações nutricionais".
As conclusões foram baseadas em questionários respondidos por profissionais de Saúde a cada dois ou quatro anos sobre a sua dieta, estilo de vida e saúde, por até 32 anos.
As gorduras trans, incluindo as parcialmente hidrogenadas como a da margarina, tiveram os impactos mais graves na saúde.
O estudo constatou que cada aumento de 2% na ingestão de gorduras trans esteve associado com uma chance 16% maior de morrer cedo.
Cada aumento de 5% no consumo de gorduras saturadas esteve ligado a um aumento de 8% do risco de morrer.
Já a ingestão de grandes quantidades de gorduras insaturadas "esteve associada com uma mortalidade entre 11% e 19% menor em comparação com o consumo do mesmo número de calorias provenientes de carboidratos", disse o estudo.
Estas incluíram gorduras poli-insaturadas, como ômega-3 e ômega-6, encontrados em óleos de peixe, de soja e de canola.
"As pessoas que substituíram as gorduras saturadas por gorduras insaturadas - especialmente por gorduras poli-insaturadas - tiveram um risco de morte geral significativamente menor durante o período do estudo, assim como um menor risco de morte por doenças cardiovasculares, câncer, doenças neurodegenerativas e doenças respiratórias, em comparação com aquelas que mantiveram o consumo elevado de gorduras saturadas", acrescenta a investigação.
Enquanto alguns especialistas ressaltaram que o estudo foi observacional e se baseou em questionários, os quais podem gerar respostas intencionais, o resultado geral está em consonância com muitos outros grandes estudos sobre alimentação e saúde.
De acordo com Ian Johnson, pesquisador emérito do Instituto de Investigação Alimentar da Grã-Bretanha, os "resultados são consistentes com as recomendações de saúde pública atuais no Reino Unido e em outros lugares e, em particular, com o conceito de que a dieta mediterrânea - rica em gorduras insaturadas de vegetais, peixes e azeite de oliva - é benéfica".
"Não há nada nesses resultados que seja consistente com a ideia de que 'a manteiga está de volta'", acrescentou Johnson, que não participou do estudo.
Fonte: G1
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Quem bebe refrigerante diet consome mais calorias nas refeições
Estudo americano mostrou que substituir o refrigerante comum pelo sem açúcar nem sempre melhora a alimentação de pessoas acima do peso
Substituir refrigerantes normais pelos diet não necessariamente implica em uma melhora na alimentação. Isso porque um novo estudo concluiu que pessoas obesas ou com sobrepeso que fazem essa troca consomem, em média, mais calorias totais ao longo do dia do que aquelas que continuam bebendo refrigerantes com açúcar. “Elas acabam comendo mais alimentos sólidos nas principais refeições e lanches”, diz Sara Bleich, professora da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e coordenadora da pesquisa.
O trabalho se baseou nos dados de aproximadamente 24 000 pessoas com mais de 20 anos de idade que haviam participado de um estudo nacional entre 1999 e 2012. Os resultados foram publicados nesta quinta-feira no periódico American Journal of Public Health.
Segundo a pesquisa, entre os participantes obesos, aqueles que bebiam refrigerantes diet consumiam, em média, 2 058 calorias ao dia, enquanto os que preferiam refrigerantes normais consumiam 1 897 calorias diariamente. Entre as pessoas que tinham sobrepeso, essa diferença foi de 1 965 contra 1 874 calorias diárias.
Hipóteses — Para os autores do estudo, é possível que adoçantes artificiais ativem de forma mais intensa as regiões do cérebro responsáveis pelo sistema de recompensa. Consequentemente, as pessoas que consomem esse produto podem ser induzidas a comer mais porque sentem que não há açúcar suficiente na corrente sanguínea.
Essa tese, porém, ainda não está comprovada. Alguns médicos acreditam que o refrigerante diet em si não faz com que uma pessoa coma mais e engorde, mas sim o fato de as pessoas sentirem que podem “compensar” o refrigerante diet com a ingestão de alimentos mais calóricos. “Os resultados do nosso estudo sugerem que adultos com sobrepeso ou obesidade que desejam perder ou manter o peso, e que já substituíram refrigerantes comuns pelos diet, devem ficar atentos aos outros componentes da alimentação, especialmente os lanches que comem entre as refeições”, diz Sara.
fonte: MED LINE PLUS
sábado, 2 de julho de 2016
6 táticas para a sua dieta sobreviver ao fim de semana
Durante a semana a rotina alimentar segue na linha, sem muitos problemas. Mas é no Sábado e no Domingo que a vontade de comer guloseimas aperta. Se o seu objetivo é emagrecer: controle a ansiedade e siga as nossas táticas – infalíveis!
Os passos básicos para ter uma vida saudável você já segue: mantem as tentações distantes, traça objetivos a médio e a longo prazos e encara os exercícios físicos como prioridade no dia a dia. Porém, é no fim de semana que você se depara com obstáculos quase impossíveis de enfrentar: tem festa de aniversário da sua melhor amiga, quer curtir o friozinho com fondue e vinho ao lado do boy ou até pegar aquele cineminha com pipoca que promete. Calma, dá para curtir o seu weekend sem colocar tudo a perder. Nós mostramos como.
1. Acorde cedo para manter a rotina de exercícios e não pular refeições
Se você deixar de fazer uma das refeições, automaticamente, vai sentir mais fome na próxima. “Isso pode gerar uma compensação desnecessária ao longo do dia e prejudicar os neurotransmissores que fazem com que o apetite apareça fora do horário. Além disso, o metabolismo fica mais lento e a dificuldade em emagrecer aumenta”, explica Natália Colombo, nutricionista funcional da clínica NCnutre, de São Paulo. A regra número 1 para evitar a cilada é: mantenha os horários do fim de semana parecidos com a rotina de segunda à sexta. Se sair fora do esquema em algum período, volte assim que possível.
2. Abusou das guloseimas? Deixe o estrago para apenas uma refeição
Nós sabemos, a vontade de comer todas as delícias no fim de semana é grande. No geral, as pessoas abusam em uma refeição e, a partir daí, desistem da dieta inteira e continuam saindo da linha no restante do dia. Pronto, já vai perceber o estrago na balança logo na segunda-feira. “Você precisa manter o controle: se sair da dieta em uma refeição, não pule as seguintes e nem deixe de comer — volte pra dieta e siga em frente”, incentiva a especialista.
3. Sempre na ativa, mesmo longe da academia
“Além da pratica de atividade física ser fundamental pra saúde e perda de peso, se manter ativa nos finais de semana aumenta a produção de substâncias que proporcionam a sensação de bem-estar. Isso vai fazer com que você não busque essa compensação nos alimentos”, conta Natália. Vale tudo: andar de skate, de bicicleta, de patins, correr... O importante é não ficar parada.
4. Tem festa? Vá de barriga cheia
Casamento, aniversário, comemorações em geral são ocasiões especiais e que valem a pena aproveitar ao lado de pessoas queridas. Porém, não precisa traçar metade da bandeja de coxinhas, não é mesmo? O jeito é não exagerar nas quantidades e saber compensar os alimentos. “Uma dica é evitar chegar nessas festas com fome. Se você comer uma fruta antes, por exemplo, não vai com tanta sede ao pote e, com certeza, vai conseguir equilibrar melhor as quantidades. Além disso, tente não experimentar tudo que a festa oferece, modere na quantidade. Não deixe de comer durante o dia, pensando que assim poderá comer mais na festa” alerta a nutricionista.
5. No dia seguinte, vida que segue
Se por acaso exagerou na noite (ou no dia inteiro) anterior, volte à rotina habitual e dê preferência para alimentos mais leves e em quantidades menores. Vá para a academia e compense as calorias extras com uma atividade física. “Nada de fazer loucuras e passar horas em jejum pra compensar – isso só deixa o metabolismo mais lento e o trabalho do seu corpo mais difícil”, diz a especialista.
6. Vá com calma na bebida alcoólica
As bebidas alcoólicas são muito calóricas e intoxicam o corpo, sobrecarregando o fígado e dificultando ainda mais a eliminação de toxinas e a perda de peso. Entretanto, se for beber, tome cuidado com o tipo de bebida. A cerveja, por exemplo, aumenta a fermentação do intestino e favorece a dilatação abdominal. Já as bebidas destiladas têm um teor alcoólico muito alto e demoram mais para sair do organismo. A dica é: consuma quantidades menores de álcool e intercale com água. E claro, evite beber com o estomago vazio, por que quanto mais você beber, maior será a intoxicação. E isso vai dificultar todas as funções do seu organismo, deixando o metabolismo e a queima de gordura mais lentos. “O vinho tinto é uma boa opção, por ter diversos benefícios, como uma grande quantidade de substâncias
Fonte: Boa Forma
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