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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Respire fundo e livre-se da tensão com exercícios



Se você deixa de respirar regularmente e não consegue pensar ou reagir direito!

Você se surpreenderia ao saber quantas pessoas retêm a respiração quando estão estressadas. Tensão gera ansiedade e prender a respiração é uma das coisas que ocorre quando ficamos nervosos. Mas quando você deixa de respirar regularmente o oxigênio não chega ao seu cérebro e ao seu corpo, você não consegue pensar ou reagir.

Além disto sua sensação de insegurança aumenta. Observar o que está ocorrendo quando se sente estressado e então respirar profundamente algumas vezes vai lhe dar uma nova energia e um pouco mais da clareza que necessita.

Portanto, faça algumas respirações profundas. Sei que isto parece muito simples, mas realmente funciona. Existem algumas maneiras comprovadas de respirar para se acalmar.

Alguns exercício também irão lhe dar energia extra e uma maior sensação de bem-estar que o ajudará a diminuir ou mesmo eliminar o estresse.

Exercícios básicos de respiração já existem há muito tempo e aprender este método é muito útil. Normalmente, ao respirar, muitas pessoas não conseguem encher plenamente os pulmões.

Assim procure observar o quão profunda ou superficial é sua respiração. Eu percebo, quando estou sentado em minha mesa escrevendo, que minha respiração é suave, calma, mas não profunda.

Quando faço uma pausa para inalar mais ar, sinto que uma certa tensão é liberada do meu corpo inteiro, então respiro novamente.

A propósito, se perceber que está suspirando, é sinal de que seu corpo quer liberar tensão, não somente ar. Faça este exercício: respire fundo e deixe o ar sair com um longo suspiro; assim você cria espaço para sentir suas emoções e expressas seus pensamentos para outras pessoas de modo muito mais fácil.

De novo, parece simples demais, mas funciona. Uma outra excelente técnica é a chamada respiração ioga e, neste caso, o processo é muito rápido, o que é ótimo se você estiver numa situação em que o nível de estresse está muito alto.

Neste exercício, você começa inspirando lentamente pelo nariz (entre oito e dez segundos). Retenha o ar durante cinco segundos. E depois expire bela boca no mesmo ritmo da inspiração (oito a dez segundos).

Ajuda muito se você vir essa respiração como se estivesse enchendo primeiro o seu estômago/diafragma com ar, depois seu pulmão e finalmente a parte superior do tórax (que não retém muito ar, de modo que uma pequena aspirada é suficiente). Você vai liberar o ar de uma vez, mas faça-o lentamente.

Exercícios de respiração não só acalmam como também diminuem o estresse, mas também prolongam sua vida e o mantêm mais saudável. Este é um daqueles casos em que você tem de experimentar para ver como se sente.

Experimente agora. Será preciso algum tempo e prática para sentir os plenos efeitos, mas esta é uma maneira simples que vai ajudá-lo a vencer o estresse. Agora respire, e continue respirando.

Fonte: Clic Folha

sábado, 6 de agosto de 2016

Hábitos saudáveis para as crianças



Com a correria do dia a dia, ás vezes, esquecemos de cobrar os bons hábitos de nossas crianças. Para que isso não passe em branco, vamos lembrar vocês pais, tios, avós, irmãos mais velhos, padrinhos e madrinhas a ajudar os pequenos como construir uma vida cheia de hábitos saudáveis.


Higiene Bucal: Jamais esqueça dela. Bebês que já passaram da fase de aleitamento materno e consomem comida, já podem escovar a gengiva com uma escova especial que cabe no dedo do adulto. Crianças maiores, que já conseguem segurar a colher na hora de comer, devem escovar o dente pelo menos 2 vezes ao dia e preste atenção na forma que seu filho usa a escova dentária. Para se certificar de que ele não tem dor de dente e cárie dentária, fique atento nos hábitos de sua criança desde a infância.  A criança deve ser ensinada a escovar os dentes pelo menos 2 minutos todos os dias. Ensine à criança que ela deve fazer pequenos movimentos circulares durante a escovação, além da movimento vertical. Explique que ela deve limpar a parte superior, inferior, e também a parte interna dos dentes, bem como a língua.


Lavar as Mãos: Certifique-se de seu filho lava as mãos após chegar da escola, antes das refeições, após o jogo e após a o clube ou piscina.

Espirrar em lenços: Também é saudável ensinar às crianças o hábito de espirrar em lenços, onde posteriormente serão lavadas.

Hábitos de banho: As crianças pequenas podem realmente ser impacientes enquanto tomam banho e se deixá-las decidir, elas não fazem a limpeza completa do corpo (principalmente das partes íntimas) e podem deixar xampu no cabelo.


Sono: Como está mudando nosso estilo de vida, temos o hábito de dormir menos. Essa tendência não é saudável porque as crianças precisam de boa quantidade de sono para o seu desenvolvimento e crescimento. Deixe o seu filho dormir todos os dias, no mesmo horário. Todas as crianças precisam mais de 8 horas de sono diárias, se o seu filho dorme tarde, ele vai acordar tarde, então o melhor é colocá-lo para dormir mais cedo.

Higiene: Um ponto que não pode ser esquecido é que a maior parte dos hábitos adquiridos na infância são levados pela pessoa em toda sua vida adulta.


Esporte: Incentive seu pequeno a ter um hobby ou então a praticar um esporte. Um passatempo pode aumentar a criatividade, auto-estima, prazer e realizações.

Vídeo game: aprenda a dizer não. Coloque regras, crie uma rotina, crianças precisam dela. Também limite a quantidade de tempo que as crianças passam a utilizar o computador, ver televisão ou a jogar jogos para no máximo duas horas por dia. Todas as crianças de 2 anos de idade devem participar de pelo menos 30 minutos de atividades físicas moderadas, todos os dias.

Água: Ensine ele a tomar água. De oito a dez copos de água diariamente. Comam alimentos com alta quantidade de água, tais como, melancia, laranja, abacaxi, tomate e pepino.


Hábitos Alimentares: Aprenda a dizer não mais uma vez. A criança que pode comer de tudo sem limites vai abusar das guloseimas e, consequentemente, das calorias. É interessante ter um dia por semana e situações em que os pais possam ser mais liberais.

Evite lanches fora de hora: O ideal é que a criança faça seis refeições por dia e evite beliscar fora dessas horários estabelecidos. Boas opções de lanche são frutas e sucos naturais, sem açúcar.

Não ofereça comida como recompensa: Frases como “coma toda a sopa para ganhar a sobremesa” passam a ideia de que tomar sopa não é bom e de que a sobremesa é a melhor parte da refeição.

Evite castigar: Ameaçar castigos para as crianças que não comem o que os pais oferecem só aumenta o ódio delas pela comida. Por isso, nada de frases como “se não comer a salada, não vai ganhar presente”. Fica difícil para qualquer um gostar de salada dessa maneira.

Seja persistente: Não ceda ao primeiro “não gosto disso”. A criança tem uma tendência a dizer que não gosta de uma comida que ainda não provou. É importante experimentar e exercitar, para tornar o consumo de alimentos saudáveis um hábito desde os primeiros anos de vida.

Não substitua: Muitas vezes, a criança não quer comer arroz e feijão e os pais cedem dando mamadeira. Esse erro é muito comum, e, se seu filho conseguir lhe convencer da troca uma vez, vai repetir essa estratégia sempre.

Varie o cardápio: Não sirva sempre a mesma coisa. Se você oferece muito iogurte para uma criança, ela tende a enjoar. Além disso, faltarão nutrientes em seu cardápio.


Animais: Por fim, dê um animalzinho para o seu filho cuidar, dessa forma ensine-o a ter responsabilidades.

 Fonte: euqueroajudarcuritiba

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Em 10 anos, Brasil pode ter 75 milhões de crianças obesas uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos está acima do peso


Obesos entre meninos chegam a 16,6% e 11,8% entre meninas

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério da Saúde, fez estudo que revelou que uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos de idade está acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os obesos entre os meninos chegam a 16,6%, e as meninas somam 11,8%. Se nada for feito para mudar esse quadro, a OMS estima que, até o ano de 2025, haja 75 milhões de crianças com sobrepeso e obesidade no Brasil.

Em 2010, o Ministério da Saúde e o IBGE divulgaram dois grandes levantamentos sobre o excesso de peso e a obesidade no Brasil, O Vigitel Brasil 2009, que usa como metodologia para coleta de dados inquéritos telefônicos e abrange pessoas maiores de 18 anos; e a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008 – 2009 (POF) que realiza as avaliações a partir dos 5 anos de idade. 

Acesse aqui o estudo VIGITEL

Erros alimentares que estimulam a obesidade

A obesidade, além de trazer problemas psicológicos, pode desencadear doenças como diabetes, depressão e alguns tipos de câncer. A recomendação para solucionar o problema é a educação alimentar e nutricional de pais e filhos.

Os “erros” alimentares mais comuns na dieta dos brasileiros são: a ingestão excessiva de açúcar, alimentos processados, sódio e gordura saturada; e a baixa ingestão de frutas, hortaliças e água, a supervalorização do consumo de carnes.

Hábitos Ruins

Comer na frente da TV, ingerir sem uma boa mastigação, engolir compulsivamente ou compensar sentimentos com alimentos hipercalóricos (com a típica frase dos pais e mães "se comer tudo ganha sobremesa") são alguns comportamentos inadequados que impedem o cérebro de trabalhar com a sensação de estar ou não saciado.

"Uma mente distraída na hora da refeição não percebe se comeu um, dois ou três pratos de comida. O melhor que pais e mães devem fazer é aderir a um projeto de reeducação alimentar em grupo. Além, claro, de incentivar e dar o exemplo de refeições saudáveis dentro de casa", explica a nutricionista Lenycia Neri.

Para Karoline Basquerote, especialista em Nutrição Clínica e Doenças Crônicas e em Nutrição em Pediatria, os pais devem ser os primeiros a dar o exemplo em casa adotando uma alimentação saudável. Ela diz que estudos mostram que eles tendem a subestimar o peso corporal dos filhos.

"Também não podemos esquecer as preferências dos pais pelos alimentos industrializados por causa da facilidade de preparo e consumo", observa Karoline, que também é Professora de Nutrição do Tempo Integral.

Como Tratar a Obesidade Infantil

O tratamento para obesidade infantil deve ser feito de forma progressiva e sob orientação do pediatra e de um nutricionista.

Normalmente, o tratamento para obesidade infantil deve incluir mudanças na alimentação da criança e aumento dos níveis de exercício físico, dependendo da sua idade e estado de saúde geral.
Raramente, o médico poderá recomendar o uso de remédios para ajudar a diminuir o apetite ou a cirurgia para redução de peso.

Dicas para a Alimentação da Criança

Os pais devem ajudar a criança a adotar hábitos de alimentação saudáveis e, para isso, algumas dicas São:

  • Evitar comprar alimentos industrializados, que são açucarados ou gordurosos, como bolachas, refeições pré-preparadas;
  • Comprar uma grande variedade de frutas e legumes e dar preferência às frutas cítricas e aos vegetais comidos crus;
  • Os vegetais que necessitam ser cozidos, como a vagem, a berinjela, a abobrinha ou os cogumelos, devem ser preparados ao vapor, sem sal e o azeite deve ser adicionado em pouca quantidade;
  • Não oferecer à criança refrigerantes, dando preferência à água e sucos de fruta naturais;
  • Comprar um prato de tamanho infantil;
  • Evitar que a criança fique distraída durante a refeição, não deixando que veja televisão ou utilize jogos;


Estas dicas devem ser adaptadas de acordo com o estilo de vida da família e segundo as orientações do nutricionista.

Como Aumentar a Atividade Física da Criança

A prática regular de exercício físico é fundamental para ajudar a criança a perder peso. Algumas dicas para ajudar os pais a incentivar o exercício incluem:

  • Limitar o uso de computador e televisão em até 2 horas por dia;
  • Procurar atividades que a criança goste;
  • Incentivar a família a participar regularmente atividades ao ar livre;
  • Permitir que a criança experimente várias atividades.


Clique aqui e assista à reportagem, no Youtube, que mostra os problemas acarretados pela obesidade infantil.




Fonte: Diario do Poder e Tempo de Mulher


segunda-feira, 11 de julho de 2016

Vendas diretas crescem apesar da crise




A venda baseada no contato pessoal entre vendedores e compradores cresceu 1,5% segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD)

Existe uma máxima no varejo que diz que as empresas de vendas diretas vão bem quando a economia vai bem, e também vão bem quando a economia enfrenta uma crise. Os resultados comprovam a afirmação. Enquanto o varejo tradicional acompanha a retração da economia brasileira, com quedas sucessivas desde o início do ano, a venda baseada no contato pessoal entre vendedores e compradores cresceu 1,5% nos três primeiros trimestres deste ano, segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Estimativas do Euromonitor International apontam que a tendência de alta pode se manter até 2019, quando o volume de negócios deve somar 42,8 bilhões de reais. Entre 2010 e 2014, as vendas diretas registraram avanço constante de 6,8%, acumulando 30% de crescimento no período, segundo a pesquisa Consumer Insights, da Kantar Worldpanel. 

São vários os motivos que explicam a boa fase das vendas diretas mesmo em tempos complicados para o varejo tradicional. Um deles é conhecido como “efeito batom”, fenômeno que leva os consumidores a gastarem mais com cuidados pessoais durante os períodos de contração da economia. “Quando o dinheiro está curto, o consumidor deixa de lado a compra de itens de alto valor e também a ida ao cinema ou ao restaurante”, diz Roberta Kuruzu, diretora executiva da ABEVD. “Mas as pessoas passam a se tratar mais e consomem maior quantidade de produtos de cuidados pessoais, tanto cosméticos quanto shakes e barras, o que chamamos de beleza de dentro para fora”, afirma Roberta.

Outro fator que vem intensificando o crescimento das vendas de produtos ligados à nutrição, saúde e bem-estar é a preocupação crescente dos brasileiros com o peso e a nutrição equilibrada. Entre 2009 e 2014, as vendas de produtos relacionados ao controle de peso cresceram 70% no país, gerando um movimento de quase 1,2 bilhão de reais. Desse total, 1 bilhão de reais são provenientes da comercialização de produtos que substituem algumas refeições, como os shakes. Os dados são do relatório Weight Management in Brazil, do instituto Euromonitor International, que prevê ainda para o segmento vendas de mais de 1,5 bilhão de reais em  2019.

O relatório mostra também que a preocupação com o peso no Brasil deixou de ser uma exclusividade das mulheres, como já ocorre nos Estados Unidos, onde 71% das mulheres e 65% dos homens consomem suplementos alimentares de dieta, segundo estudo encomendado pelo Council for Responsible Nutrition (CRN). Nesse desafio para perder peso e alcançar o bem-estar, o revendedor direto conquistou um papel importante, porque age como uma espécie de consultor, ao acompanhar o cliente e motivá-lo a manter a dieta e os hábitos de uma vida saudável. Daí a importância para o setor da opção pelas vendas diretas.

Alimentação equilibrada

“Hoje existe uma participação muito maior das pessoas em eventos esportivos, corridas de final de semana e academias”, afirma a nutricionista Andrea Zaccaro de Barros. Essas pessoas que fazem exercícios também têm procurado potencializar os resultados com alimentação equilibrada e acompanhamento de especialistas. “Antes não havia nutricionistas trabalhando com pessoas saudáveis, que buscam bem-estar e qualidade de vida. Tratávamos aquelas com problemas de saúde, como diabetes e colesterol alto”, afirma Andrea. 

O especialista em varejo Marcos Gouvêa de Souza, fundador e diretor-geral da consultoria GS&MD, elenca outros dois fatores para explicar o descolamento do desempenho do segmento de vendas diretas da crise econômica. “O primeiro e mais básico é o fato de que novos players entraram nesse canal”, afirma. O segundo e mais relevante é o fato de a venda direta representar uma renda extra para as famílias. “Quando o índice de desemprego aumenta, como vem ocorrendo no Brasil, a demanda por esse tipo de renda também cresce”, afirma Gouvêa de Souza. 

Essa percepção pode ser comprovada pelos números. Em dezembro do ano passado, o índice de desemprego medido pelo IBGE era de 4,3%. No segundo trimestre deste ano, alcançou 8,3%. Já o número de revendedores diretos, os profissionais autônomos que atuam nesse mercado, aumentou 5% no mês de setembro e 1,4% no acumulado do ano, totalizando quase 4,6 milhões de consultores em todo o país, segundo levantamento da ABEVD.

Mais vendas, mais ganhos

“No canal de vendas diretas, o profissional pode começar a trabalhar por conta própria sem a necessidade de fazer investimento inicial”, diz Roberta Kuruzu, da ABEVD. “É diferente, por exemplo, de uma pessoa que tenha sido demitida e queira investir o valor da rescisão na abertura de um varejo tradicional, que exige ponto comercial, estoque, funcionários.” O revendedor pode ainda começar a atuar em tempo parcial, dividindo seu dia com a empresa ou outro negócio. 

Além disso, Roberta ressalta que, diferentemente do que acontece em uma estrutura tradicional de empresa, os ganhos do revendedor direto estão relacionados ao seu esforço. “Em uma empresa, muitas vezes o profissional bate metas e busca capacitação sem que isso tenha efeito direto sobre a sua remuneração”, afirma Roberta. “Em vendas diretas, quanto mais ele vender, mais vai ganhar.” 

Fonte: Revista Exame