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segunda-feira, 25 de setembro de 2017
Nozes são a melhor gordura para reduzir colesterol
O colesterol é uma substância gordurosa que preocupa muita gente porque, quando em excesso, se acumula nas artérias e veias provocando aumento de pressão e prejudicando a atividade cardíaca.
Disso a gente sabe, certo? E vivemos em busca de uma alimentação balanceada para conseguir controlar os níveis de gordura no sangue.
Segundo uma nova pesquisa, publicada no Journal of the American Heart Association, os planos alimentares que preveem a redução das gorduras saturadas (consideradas gorduras ruins), como as frituras, por exemplo, apontam para uma redução do colesterol, como já imaginávamos. Só que o ponto fundamental está nas tais gorduras boas.
Muitas dietas recomendam que se reduza o consumo de gorduras ruins, sugerindo sua substituição pelas gorduras insaturadas ou poliinsaturadas (consideradas boas), que levam a fama de ajudar a reduzir o colesterol ruim.
E isso é ótimo, tanto para perder peso, quanto para a qualidade do sangue. “O que descobrimos é que as dietas ricas em óleos saudáveis ajudam a queimar gordura e ainda ajudam a reduzir tanto o colesterol bom quanto o ruim”, comenta Cheryl Rock, pesquisadora responsável pelo estudo.
A pesquisa avaliou mulheres acima do peso e obesas, que se envolveram em programas de emagrecimento com um ano de duração.
Eram três grupos de dietas: uma de baixa gordura e alto carboidrato; outra de baixo carboidrato e alta gordura; e uma última também de alta gordura, mas rica em nozes.
E descobriram que, as que tiveram uma dieta rica em nozes, tiveram um resultado ainda melhor em relação à redução dos níveis de colesterol. A oleaginosa ajudou a baixar muito o colesterol ruim e ainda ajudou a aumentar o colesterol bom.
Em todos os grupos, a perda de peso foi similar: após seis meses, elas haviam perdido 8% do peso.
“Esse emagrecimento pode não colocar essas mulheres em seu peso ideal, mas teve contribuição importante na redução dos riscos de doenças cardiovasculares e outros males”, disse a pesquisadora.
Fonte: exame
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
Piadas sobre peso agravam obesidade (fat shaming)
“Muitos pacientes obesos reclamaram da falta de respeito que sofrem por parte dos médicos. Todos, inclusive doutores, deveriam parar de culpar e envergonhar pessoas por causa do seu peso. Ao invés disso, deveriam apoiar e procurar o devido tratamento”.
Pesquisadores do Reino Unido sugerem que fazer piada com a obesidade dos outros pode fazer com que essas pessoas engordem mais.
Os cientistas quiseram entender os efeitos do ato conhecido como “fat shaming” (envergonhar-se por ser gordo, em tradução livre) em seu novo estudo.
Com mais de 3000 adultos fazendo parte da pesquisa, a equipe procurou pessoas que já haviam sofrido algum tipo de descriminação relacionada ao peso.
Receber tratamento mal educado, sofrer “brincadeiras” de mau gosto e até mesmo ser considerada uma pessoa menos inteligente estiveram nas reclamações em 5% dos participantes.
Depois de quatro anos, as pessoas dentro da porcentagem ganharam em média um quilo a mais, enquanto que aqueles que disseram nunca ter sofrido discriminação conseguiram perder peso.
“Nosso estudo deixa claro como a discriminação do peso pode ser um problema e não uma solução”, afirma Jane Wardle, diretora da University College London.
A pesquisa publicada no jornal Obesity afirma que esse tipo de preconceito pode diminuir a coragem dessas pessoas a procurarem ajuda psicológica. “Eles tendem a evitar o assunto”, afirma a cientista Sarah Jackson.
“Muitos pacientes obesos reclamaram da falta de respeito que sofrem por parte dos médicos. Todos, inclusive doutores, deveriam parar de culpar e envergonhar pessoas por causa do seu peso. Ao invés disso, deveriam apoiar e procurar o devido tratamento”, completou Wardle.
fonte: EUREKA ALERT
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
Carência Afetiva e Alimentação
O que você precisa aprender para se libertar da obsessão por comida…
No livro “Carência Afetiva e Alimentação”, a escritora Geneen Roth menciona que “a compulsão é o desespero no plano emocional”. Assim, não é questão de gostar de comer. A compulsão alimentar está ligada à gatilhos emocionais. Coisas que não estão bem emocionalmente e que expressamos na comida. “A obsessão pela comida nos proporciona um lugar seguro no qual podemos colocar todos os nossos sentimentos de decepção, raiva e tristeza.”, afirma a autora.
Geneen Roth relata que “quando eu comia em excesso, sentia como se estivesse possuída. Queria ser magra, queria amar, queria criar, mas aquela fome exagerada queria destruir, assolar, devastar tudo. Quando eu comia em excesso, não me importava com mais ninguém; houve ocasiões em que, se alguma coisa ou alguém se interpunha entre mim e a comida, eu sentia que seria capaz de arrasá-los. Seria capaz de matar alguém. Quando parava de comer exageradamente e pesquisava os estragos — o que comera, a urgência com que o fizera, a profunda indiferença por qualquer pessoa que visse antes ou depois da comilança —, ficava apavorada. Aquele festim parecia ter mente própria, voz própria, desejo próprio”.
Ainda segundo a autora Geneen Roth, “se você examinar a fundo um aspecto de sua vida, encontrará as respostas para todos os aspectos. O que você aprende quando se liberta da obsessão pela comida é o que você precisa aprender sobre intimidade”, por isso:
– Comprometa-se.
– Diga a verdade.
– Confie em si mesma.
– A dor acaba e todas as outras coisas também.
– Ria facilmente.
– Chore facilmente.
– Tenha paciência.
– Deseje ser vulnerável.
– Quando você perceber que está se apegando a alguma coisa e ela estiver lhe causando problemas, livre-se dela.
– Deseje falhar.
– Não permita que o medo a impeça de ir ao encontro do desconhecido, nem de permanecer no silêncio escuro.
– Lembre-se de que tudo se perde, tudo é roubado, arruinado, tudo envelhece, tudo se desfaz; os corpos se curvam e se enrugam, todo mundo sofre e todo mundo morre.
– Nenhum ato de amor é, jamais, em vão.
fonte: DOCSLIDE
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sexta-feira, 7 de abril de 2017
Parece saudável, mas não é: 12 alimentos que vão te surpreender
Já ouviram aquele ditado: “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”? Ele define bem esse post! É que muitas vezes a gente acha que está arrasando na escolha da alimentação sem saber que, na verdade, estamos é atrapalhabndo a nossa saúde e dificultando ainda mais o processo de emagrecimento. Para que isso não ocorra na reeducação alimentar de vocês resolvi selecionar os alimentos que parecem saudáveis, mas nem sempre são!
Antes de tudo, fiquem atentos às informações nutricionais dos produtos que vocês compram! Olhem o rótulo, conforme ensinei aqui, pois sempre tem uma opção melhor que a outra. E lembrem-se que não há nada melhor que apostar em receitas caseiras.
Confiram abaixo os alimentos!
1. Molho de salada
Come um montão de salada, mas enche de molho? Fique atento! Os molhos industrializados podem ser ricos em sódio, açúcares, aditivos, corantes, aromas artificiais, conservantes, entre outras substâncias, além de serem calóricos. Ainda, alguns molhos naturais podem ser bastante calóricos ou gordurosos. Uma dica é apostar no azeite de oliva e no limão, ou opções de molhos mais leves, que além de saudáveis deixam a saladinha uma delícia!
2. Barrinha de cereal
Muitas das barrinhas que encontramos por aí contêm grande quantidade de gordura saturada, açúcar e corantes. Quando estiver comprando, analise os rótulos dos produtos, como ensinei aqui. Mas o melhor ainda é apostar na barrinha de cereal caseira, que você sabe realmente do que é feita.
3. Iogurte
Para dar aquela coloração, muitos iogurtes industrializados usam, no lugar da fruta, corantes e aromas artificiais. Por que não fazer o seu iogurte em casa? Além de saudável é muito mais econômico.
4. Sopas em pó
Cuidado com as sopas industrializadas. Apesar de poucas calorias, as sopas em pó são ricas em sódio e glutamato monossódico. Tenha sempre em casa legumes fresquinhos, coloque tudo na panela de pressão e tá pronto.
5. Suco de caixinha/ latinha
Os sucos de caixinha geralmente são ricos em sódio, açúcar, corantes e aromas artificiais. Nada bom, né? E muitos nem mostram nos rótulos qual sua porcentagem de néctar da fruta. Prefira água, chás ou sucos naturais feitos na hora. Claro que nào podemos generalizar! Tem sucos de caixinha ou lata que são bons e para isso é preciso ler os rótulos e as informações nutricionais para escolher a melhor opção. Os sucos naturais duram fresquinhos por três horas. Caso precise de mais tempo, misture-o com água de coco, que retarda o processo de oxidação.
6. Batata congelada
As batatas congeladas, que muita gente coloca no forno para evitar a gordura, na verdade são pré-fritas. Mesmo que não indiquem isso nos seus rótulos, então mesmo se forem assadas, continuarão sendo ricas em gorduras saturadas. O processo completo inclui: corte, branqueamento, aumento do açúcar, secagem, fritura e então o congelamento. Prefira a batata feita em casa.
7. Pasta de amendoim
A pasta (ou manteiga) de amendoim normal é uma boa fonte de gorduras boas e monossaturadas. Só que algumas opções disponíveis levam adição de açúcar e mais gorduras. O amendoim já é calórico por sua concentração de gorduras boas e precisa ser consumido com equilíbrio. Minha dica é preparar sua pasta em casa mesmo! Além de mais saudável é muito mais econômico!
8. Bolachas, biscoitos e cookies
Recheadas ou não, a maioria dessas delicinhas industrializadas são um perigo para a saúde. Ricas em sódio e gordura trans. Mesmo algumas ditas integrais devem ser bem analisadas antes de virarem aposta na dieta. Olhe o rótulo do produto, ou aposte nos biscoitos caseiros.
9. Salsicha
A salsicha é uma pasta proveniente de diversos tipos de carnes processadas que recebe substâncias químicas para ganhar o seu sabor característico, conservar e corar. Evite-a.
10. Pão de queijo
Por ser assado e sequinho, o pão de queijo acaba virando aposta na dieta de quem não conhece suas informações nutricionais. Mas ele é super calórico e rico em sódio. O ideal é apostar na crepioca, no pão de queijo de frigideira que é saudável e muito mais gostoso e equilibrado nutricionalmente.
11. Peito de peru
Ele é uma ótima opção para a dieta saudável sim, além disso, é pouco calórico, o que ajuda na perda de peso. Porém, deve ser consumido com moderação. Como todos os embutidos, o peito de peru também leva em sua composição alto teor de sódio, que pode causar desde a simples retenção de líquidos à hipertensão arterial se consumido em excesso. Olhe o rótulo dos produtos, optando sempre por aquele com a menor taxa de sódio.
12. Kani
O kani são na verdade um composto de peixe com sabor artificial de carne de caranguejo. É uma espécie de salsicha, mas com peixe, onde são adicionados aromatizantes, corantes e glutamato monossódico. Além de conter glúten e grande teor de sódio.
Gente, anotaram todos os alimentos? É claro que a gente n/ào preciso retirar tudo da alimentação. Apenas ter bom senso no consumo. Eu mesma nào sou radical e consumo alimentos de todos os tipos, mas com equilíbrio.
Fonte: blogdamimis
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Para emagrecer: reduzir gordura ou carboidratos?
Um novo estudo dos Institutos Nacionais da Saúde, agência governamental dos Estados Unidos, mostrou que tipo de dieta tem mais benefícios para perda de gordura corporal.
Em um artigo publicado na revista Cell Metabolism, os pesquisadores afirmaram que, ao contrário do senso comum, restringir gordura na dieta pode levar a uma maior perda de gordura corporal do que a restrição de carboidratos. Apesar disso, a dieta baixa em carboidratos reduz a insulina e aumenta a queima de gordura.
A teoria
Kevin Hall, físico pesquisador do Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais, utilizou dados de dezenas de estudos de alimentação realizados ao longo de décadas para construir modelos matemáticos de como os diferentes nutrientes afetam o metabolismo humano e o peso corporal.
Suas simulações mostraram que apenas a dieta restrita em carboidratos levaria a mudanças na quantidade de gordura queimada pelo corpo, enquanto que a dieta pobre em gordura levaria a uma maior perda global de gordura corporal.
No entanto, ele precisava coletar dados humanos para apoiar esses modelos matemáticos.
O estudo
Estudar os efeitos de dietas na perda de peso é muitas vezes complicado, por causa da dificuldade em medir o que as pessoas realmente comeram – participantes podem não aderir a planos de refeição com eficiência, subestimar quantias ou mentir nas pesquisas de acompanhamento.
Para contornar esta situação, Hall e seus colegas confinaram 19 adultos voluntários com obesidade a uma enfermaria por 2 semanas, onde eles foram acompanhados de perto.
Para manter as variáveis simples, os dois períodos de observação foram como dois lados de uma balança: durante a primeira semana, 30% das calorias de uma dieta-base foram cortadas através de restrição de carboidratos, enquanto a ingestão de gordura permaneceu a mesma. Durante o segundo período, as condições foram invertidas.
A cada dia, os pesquisadores mediram a quantidade de gordura que cada participante comeu e queimou, e usaram essa informação para calcular a taxa de perda de gordura corporal.
Resultados
No final do estudo, o modelo matemático se provou correto. A gordura corporal perdida com a restrição de gordura na dieta foi maior em comparação com a restrição de carboidratos, embora mais gordura tivesse sido queimada com a dieta de baixo carboidrato.
No entanto, em períodos maiores de dieta, o modelo prevê que o corpo age para minimizar as diferenças de gordura corporal entre as dietas que são iguais em calorias e diferentes na proporção de carboidratos e gordura.
“Há um conjunto de crenças que diz que todas as calorias são exatamente iguais quando se trata de perda de gordura corporal”, diz Hall. “Nossos resultados mostraram que, na verdade, nem todas as calorias são iguais quando se trata de perda de gordura corporal, mas a longo prazo, são quase iguais”.
Calma lá!
Hall não recomenda que as pessoas comecem dietas restritas em gordura por causa desse estudo. O objetivo da pesquisa foi explorar a fisiologia da redução de calorias baseadas em gorduras e carboidratos no corpo humano.
A pesquisa é limitada pelo tamanho da amostra, apesar de ser estatisticamente relevante. Além disso, o menu que os participantes seguiram não rivaliza com uma dieta normal e não leva em conta que plano alimentar seria mais fácil de seguir durante longos períodos.
“Nós estamos tentando fazer estudos cuidadosos para um dia sermos capazes de ajudar a gerar melhores recomendações sobre dieta no dia-a-dia”, argumenta Hall. “Mas existe atualmente um desfasamento entre a nossa compreensão da fisiologia e nossa capacidade de fazer recomendações dietéticas eficazes para perda de peso duradoura”.
Por enquanto, a dica de Hall é fazer a dieta que você melhor conseguir seguir.
Autor: Natasha Romanzoti
Fonte: Hypescience
obs.: consulte seu médico antes de começar qualquer dieta.
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sábado, 17 de setembro de 2016
Faço dieta mas não consigo emagrecer, Veja 14 razões que podem explicar!

Cuido da alimentação e me exercito, mas ainda assim não consigo perder peso. Por que não consigo emagrecer?
Tentativas falhas de perder peso podem ser extremamente frustrantes e criar um estresse na vida da pessoa. O problema é que esse estresse cria um ciclo vicioso em que acabamos dando muita importância ao fracasso. Uma mudança de atitude – por exemplo, não se cobrar tanto e praticar o pensamento positivo – pode ajudar nosso corpo a começar a trabalhar em nosso favor, e finalmente se livrar daqueles quilinhos extras. É claro que não é tão simples quanto “ter pensamento positivo”, mas esse é o primeiro passo para estar mais no controle de seu próprio peso corporal. Não deixar a balança determinar sua felicidade lhe dará um bem-estar psicológico, e hábitos alimentares saudáveis (e um peso saudável) seguirão facilmente.
Enquanto isso, certifique-se de nenhum desses 14 motivos estão lhe atrapalhando na sua busca por um peso ideal.
1. Seus hormônios não estão equilibrados
Cansaço, TPM, ciclos menstruais irregulares, dificuldade para perder peso, depressão, ansiedade são todos sintomas possíveis de um desequilíbrio hormonal. Melhor ir a um nutricionista ou médico, para fazer testes que vão confirmar se esse é seu problema, a fim de tomar as medidas necessárias.
2. Você não está recebendo vitamina D suficiente
Muitas pessoas possuem baixos níveis de vitamina D, o que está associado com o ganho de peso e vários outros processos metabólicos. Se você passa muito tempo em ambientes fechados e nunca toma sol, pode obter suplemento de vitamina D com seu médico.
3. Você está se exercitando, mas não de uma forma que beneficia o seu corpo
Você pode estar se exercitando demais, ou precisa misturar um pouco e dar ao corpo “um choque” (já que ele pode se acostumar com uma rotina de exercícios, fazendo com que ela perca um pouco de sua força). Não exagere, e desfrute de uma variedade de técnicas de treino, como musculação, Pilates, yoga, aeróbica, etc. Treinos rápidos e intensos podem ser bons.
4. Sua digestão e absorção não são ideais
Você não é o que você come, você é o que você digere e absorve. Nossa saúde intestinal irá determinar o nosso bem-estar geral. As bactérias que se encontram em nosso intestino ajudam a combater doenças, a processar nossa comida, a fazer nutrientes e a produzir hormônios, entre outras coisas.
5. Você passa muito tempo sentado
Seu organismo gosta quando você move seu corpo ao longo do dia. Mesmo que seu trabalho exija que você fique colado a uma mesa, faça o possível para andar por alguns minutos de hora em hora, ou caminhar 20 minutos para almoçar, etc.
6. Você está comendo demais
Mesmo comidas saudáveis precisam ser ingeridas com moderação. O corpo não pode lidar com uma grande quantidade de alimentos de uma só vez. É vital colocar boas porções em seu prato, e comer 5 a 6 pequenas refeições por dia. Também é essencial saber parar de comer quanto estiver satisfeito.
7. Você não mastiga seu alimento
Mastigar a comida até que esteja praticamente líquida pode realmente ajudar na perda de peso e melhorar seu desempenho digestivo.
8. Você está estressado
O estresse pode ter impacto no peso de diversas maneiras. Estresse de longo prazo leva a altos níveis de cortisol, hormônio ligado ao desequilíbrio de açúcar no sangue e ganho de peso, por exemplo.
9. Você não está dormindo o suficiente
Dormir e descansar ajudam o organismo a desempenhar melhor suas funções.
10. Você só pensa na dieta, não na saúde
Fazer dieta não pode ser um modo de vida. Em vez de conscientes de seu peso, as pessoas deveriam ser conscientes de sua saúde. Essas são mentalidades muito diferentes que favorecem escolhas também muito diferentes.
11. Você nunca cozinha
É impossível sabe o que o restaurante está usando para cozinhar seus alimentos. Se ele usa os piores óleos vegetais, grandes quantidades de manteiga, isso pode atrapalhar a qualidade da sua dieta. A menos que você estiver comendo em um lugar especializado em culinária saudável, é melhor aprender a amar a sua cozinha.
12. Você não está adicionando proteína ao seu prato
A proteína é o macronutriente que dá sensação de saciedade e ajuda a equilibrar o açúcar no sangue. Com isso, também ajuda a controlar o nosso peso.
13. Você está com medo de gorduras boas
O termo “gordura” assusta, mas as boas gorduras são tão importantes quanto os demais nutrientes. Elas ajudam, por exemplo, nosso corpo a reduzir o colesterol ruim e a produzir hormônios. Aliás, muitas pessoas que sofrem de desequilíbrios hormonais costumam ter uma dieta com baixo teor de gordura. Você pode não querer, mas seu corpo precisa de gorduras boas.
14. Seu fígado está lento e precisa de uma “limpeza”
Se você está se sentindo para baixo, cansado e mal-humorado e sua dieta contém álcool, café e açúcar, você precisa dar ao seu corpo uma pausa. Quando o fígado está lento, se esforça para processar substâncias/ toxinas/ hormônios de forma eficiente e isso leva à acumulação tóxica e ganho de peso. Você pode se beneficiar de uma “limpeza” sazonal. Mas, é claro, sempre com acompanhamento médico.
fonte: Hype Science
sábado, 6 de agosto de 2016
Hábitos saudáveis para as crianças
Com a correria do dia a dia, ás vezes, esquecemos de cobrar os bons hábitos de nossas crianças. Para que isso não passe em branco, vamos lembrar vocês pais, tios, avós, irmãos mais velhos, padrinhos e madrinhas a ajudar os pequenos como construir uma vida cheia de hábitos saudáveis.
Higiene Bucal: Jamais esqueça dela. Bebês que já passaram da fase de aleitamento materno e consomem comida, já podem escovar a gengiva com uma escova especial que cabe no dedo do adulto. Crianças maiores, que já conseguem segurar a colher na hora de comer, devem escovar o dente pelo menos 2 vezes ao dia e preste atenção na forma que seu filho usa a escova dentária. Para se certificar de que ele não tem dor de dente e cárie dentária, fique atento nos hábitos de sua criança desde a infância. A criança deve ser ensinada a escovar os dentes pelo menos 2 minutos todos os dias. Ensine à criança que ela deve fazer pequenos movimentos circulares durante a escovação, além da movimento vertical. Explique que ela deve limpar a parte superior, inferior, e também a parte interna dos dentes, bem como a língua.
Lavar as Mãos: Certifique-se de seu filho lava as mãos após chegar da escola, antes das refeições, após o jogo e após a o clube ou piscina.
Espirrar em lenços: Também é saudável ensinar às crianças o hábito de espirrar em lenços, onde posteriormente serão lavadas.
Hábitos de banho: As crianças pequenas podem realmente ser impacientes enquanto tomam banho e se deixá-las decidir, elas não fazem a limpeza completa do corpo (principalmente das partes íntimas) e podem deixar xampu no cabelo.
Sono: Como está mudando nosso estilo de vida, temos o hábito de dormir menos. Essa tendência não é saudável porque as crianças precisam de boa quantidade de sono para o seu desenvolvimento e crescimento. Deixe o seu filho dormir todos os dias, no mesmo horário. Todas as crianças precisam mais de 8 horas de sono diárias, se o seu filho dorme tarde, ele vai acordar tarde, então o melhor é colocá-lo para dormir mais cedo.
Higiene: Um ponto que não pode ser esquecido é que a maior parte dos hábitos adquiridos na infância são levados pela pessoa em toda sua vida adulta.
Esporte: Incentive seu pequeno a ter um hobby ou então a praticar um esporte. Um passatempo pode aumentar a criatividade, auto-estima, prazer e realizações.
Vídeo game: aprenda a dizer não. Coloque regras, crie uma rotina, crianças precisam dela. Também limite a quantidade de tempo que as crianças passam a utilizar o computador, ver televisão ou a jogar jogos para no máximo duas horas por dia. Todas as crianças de 2 anos de idade devem participar de pelo menos 30 minutos de atividades físicas moderadas, todos os dias.
Água: Ensine ele a tomar água. De oito a dez copos de água diariamente. Comam alimentos com alta quantidade de água, tais como, melancia, laranja, abacaxi, tomate e pepino.
Hábitos Alimentares: Aprenda a dizer não mais uma vez. A criança que pode comer de tudo sem limites vai abusar das guloseimas e, consequentemente, das calorias. É interessante ter um dia por semana e situações em que os pais possam ser mais liberais.
Evite lanches fora de hora: O ideal é que a criança faça seis refeições por dia e evite beliscar fora dessas horários estabelecidos. Boas opções de lanche são frutas e sucos naturais, sem açúcar.
Não ofereça comida como recompensa: Frases como “coma toda a sopa para ganhar a sobremesa” passam a ideia de que tomar sopa não é bom e de que a sobremesa é a melhor parte da refeição.
Evite castigar: Ameaçar castigos para as crianças que não comem o que os pais oferecem só aumenta o ódio delas pela comida. Por isso, nada de frases como “se não comer a salada, não vai ganhar presente”. Fica difícil para qualquer um gostar de salada dessa maneira.
Seja persistente: Não ceda ao primeiro “não gosto disso”. A criança tem uma tendência a dizer que não gosta de uma comida que ainda não provou. É importante experimentar e exercitar, para tornar o consumo de alimentos saudáveis um hábito desde os primeiros anos de vida.
Não substitua: Muitas vezes, a criança não quer comer arroz e feijão e os pais cedem dando mamadeira. Esse erro é muito comum, e, se seu filho conseguir lhe convencer da troca uma vez, vai repetir essa estratégia sempre.
Varie o cardápio: Não sirva sempre a mesma coisa. Se você oferece muito iogurte para uma criança, ela tende a enjoar. Além disso, faltarão nutrientes em seu cardápio.
Animais: Por fim, dê um animalzinho para o seu filho cuidar, dessa forma ensine-o a ter responsabilidades.
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Hábitos saudáveis compensam danos do stress no trabalho
É quase impossível escapar do stress no trabalho atualmente. Mas os danos à saúde que ele causa a longo prazo – como um maior risco de doenças cardíacas — pode ser compensado por um estilo de vida saudável, que inclui a prática de atividades físicas e a alimentação correta — além de não fumar. Essa é a conclusão de um grande estudo realizado na Universidade College London, na Grã-Bretanha, que avaliou mais de 100.000 pessoas de diversos países da Europa durante dez anos. A pesquisa foi publicada nesta segunda-feira, no periódico Canadian Medical Association Journal (CMAJ).
Participaram do estudo 102.128 pessoas de 17 a 70 anos. Elas foram classificadas de acordo com a quantidade de fatores de risco ao estilo de vida que apresentavam. Esses fatores eram: tabagismo, consumo de álcool, sedentarismo e obesidade. Elas foram classificadas entre as que seguiam um estilo de vida saudável (nenhum fator de risco), pouco saudável (um fator de risco) e não saudável (mais do que dois fatores de risco). De acordo com a pesquisa, 12% dos participantes afirmaram sofrer stress no trabalho.
Ao longo de dez anos, a taxa de doença coronariana entre os voluntários foi de 18,4 casos a cada 1.000 pessoas que sofriam stress no trabalho, e de 14,7 casos a cada 1.000 indivíduos que não sofriam do problema. A prevalência de doenças cardíacas em geral também foi maior em quem afirmou sofrer stress no trabalho: 31 casos por 1.000 pessoas – entre aquelas que não se estressavam no trabalho, por outro lado, essa taxa foi de apenas 12 por 1.000 pessoas.
Levando em conta apenas as pessoas que sofriam stress no trabalho e também tinham um estilo de vida saudável, apenas
15 a cada 1.000 pessoas apresentaram doenças cardíacas. Entre os que levavam um estilo de vida não saudável, o índice foi de 31,2 a cada 1.000 indivíduos. “Esses dados sugerem que um estilo de vida saudável pode reduzir substancialmente o risco de doença cardíaca entre as pessoas com tensão do trabalho”, concluíram os pesquisadores
Dicas:
- Durma pelo menos 8 horas por dia
- Pratique atividades físicas
- Identifique o que está provocando o stress: É preciso saber o que está provocando o stress no trabalho para que a atitude mais correta seja tomada. O problema pode ser você, então procure avaliar se você está se sobrecarregando porque não delega funções, cobra demais de si mesmo, leva o perfeccionismo ao extremo ou por outro motivo.
- Fique atento aos sinais do seu corpo: Os problemas clínicos associados ao stress que costumam aparecer primeiro são cansaço e desânimo desproporcionais, fadiga constante, dificuldades de concentração, problemas de memória, comportamento explosivos e irritabilidade.
- Seja flexível, não abrace o mundo: Não delegar tarefas e cobrar muito de si são alguns dos comportamentos que podem se virar contra você, já que colaboram com o aumento do stress no trabalho.
- Conheça o emprego antes de aceitá-lo: Saber quais são as características do seu emprego é fundamental para evitar uma quebra de expectativa e uma frustração.
- Não limite sua vida ao trabalho: Quando a vida de uma pessoa está resumida somente ao trabalho, ou seja, quando nada mais lhe satisfaz, qualquer fato que ocorra no ambiente profissional terá um impacto muito maior do que deveria.
segunda-feira, 25 de julho de 2016
10 dicas para ter uma vida saudável
Você sabe o que fazer para ter uma vida saudável? Listamos 10 dicas simples e práticas para você viver bem. Confira!
Levar uma vida saudável é a melhor forma de afastar doenças cardiovasculares, obesidade e até câncer. Mas você sabe o que fazer para manter a saúde em dia? A seguir, confira algumas dicas simples e eficazes:
1-Inclua castanhas na rotina alimentar
"Castanhas-do-pará, de caju, nozes e amêndoas possui baixo índice glicêmico, o que significa que não alteram os níveis de insulina no sangue e provocam sensação de saciedade. Também são fontes ricas em fibras, ferro, vitamina E e selênio, mineral importante para o bom funcionamento da tireoide", diz a a nutróloga Liliane Oppermann. Para aproveitar tudo que as castanhas têm de bom, sem exagerar nas calorias, Liliane recomenda a ingestão de 2 castanhas-do-pará, 3 castanhas de caju, 2 nozes ou 5 amêndoas (escolha apenas uma das opções).
2-Reduza a ingestão de sal e aumente o consumo de água
Além de favorecer o inchaço de pernas, pés, barriga e outras regiões do corpo, o excesso de sal pode comprometer a saúde. "A retenção de líquidos provocada pelo consumo exagerado de sal sobrecarrega o coração, rins e vasos sanguíneos e também pode levar à hipertensão", explica a médica Liliane Oppermann. A nutróloga recomenda a ingestão de 2 litros de água. Leite, água de coco e sucos podem ajudar a alcançar esse patamar, mas o ideal é que a água pura seja a principal fonte.
3-Não pule o café da manhã
O café da manhã diário é necessário para nutrir o organismo. "É o momento em que o corpo está ávido por nutrientes, já que passou 7 ou 8 horas em jejum, durante o sono. O organismo precisa de energia para começar o dia, além de vitaminas e sais minerais. Se uma pessoa comer fruta no café da manhã, seus nutrientes serão mais bem aproveitados do que antes de dormir", orienta a nutróloga Liliane Oppermann. Um café da manhã saudável evita o consumo de calorias extras ao longo do dia. Sem a primeira refeição, o organismo passará a manhã sem energia e a fome também virá com mais intensidade ao longo da tarde.
4-Pratique exercícios físicos regularmente
Os exercícios físicos devem fazer parte da rotina, inclusive, de quem não precisa perder peso. Uma simples caminhada diária pode melhorar o humor e afastar doenças do coração. De acordo com cardiologista Rogério de Moura, coordenador do serviço de cardiologia do Hospital Balbino, "para proteger o coração, o ideal é praticar exercícios durante 45 minutos a 1 hora, 5 vezes por semana". Para quem não gosta de academia, o médico recomenda caminhar pelo quarteirão, na praia ou em parques verdes. Outra opção é buscar aulas que fujam do convencional.
5-Mantenha os ovos na dieta
Antes considerado inimigo do coração, o ovo entrou na lista dos alimentos importantes. Ele é rico em colina, nutriente que protege a memória e combate a fadiga. A gema ainda contém antioxidantes, como zinco, ferro, selênio e vitaminas A e E. Segundo a nutróloga Liliane Oppermann, ele pode ser consumido diariamente por quem não come carne, desde que não seja frito. Já para os carnívoros, a recomendação é ingerir até 3 ovos por semana.
6-Uma taça de vinho, pode. Exagerar no álcool, não.
O álcool em excesso pode sobrecarregar o fígado, além de trazer problemas de concentração, aumentar a frequência dos batimentos cardíacos e irritar a mucosa do estômago, podendo causando gastrite e úlcera. Por outro lado, o vinho pode fazer bem para a saúde. Além de evitar infartos e derrames cerebrais, o consumo de 250 ml de vinho tinto, todas as noites, reduz os níveis do hormônio estrogênio, que é conhecido por aumentar os riscos de desenvolvimento de câncer de mama.
7-Evite o refrigerante, inclusive nas versões diet ou light
Os refrigerantes diet e light podem ter poucas calorias, mas são ricos em outras substâncias que também podem fazer mal ao organismo, como sódio, corantes e conservantes. "Os adoçantes empregados na composição dos produtos light e diet - geralmente ciclamato, sacarina e aspartame - também não são os mais saudáveis", orienta a médica Liliane Oppermann.
Os 10 piores alimentos alimentos para o corpo
8-Coma um jantar leve, mas coma
A prática de não comer nada no fim do dia não é saudável. Como o corpo ficará horas sem receber nenhum nutriente, durante o sono, dormir de barriga vazia pode gerar uma fome desproporcional no café da manhã. Para um jantar leve e nutritivo, Liliane Oppermann dá a dica: "Para pessoas que costumam fazer 6 refeições diárias, que incluem lanche da manhã, da tarde e ceia, além de almoço e jantar, recomendo um grelhado com salada crua, meio prato de legumes e uma porção de arroz integral".
9-Faça boas escolhas no supermercado
A nutróloga Liliane Opperman lista as melhores escolhas para um cardápio saudável: "A aveia contém vitaminas do complexo B e fibras, que evitam picos de insulina; o azeite extravirgem é rico em vitaminas D e E, além de gorduras boas para o coração; o iogurte contém cálcio para ossos fortes e probióticos, que atuam na regularização da função intestinal; o salmão é rico em proteínas e ômega-3, que protege o coração; o chá verde é rico em polifenois, que estimulam o metabolismo, previnem cáries nos dentes e obesidade e vegetais crucíferos, como brócolis, nabo e couve-flor que, além de fibras, contém I3 carbinol, um fotoquímico que mantém células cancerosas à distância".
10-Não conte as calorias gastas na esteira
A maioria das esteiras e bicicletas ergométricas possui contador de calorias, mas nem nas mais modernas essa contagem é confiável. "Aquela informação nunca será precisa. É preciso relacionar muitos fatores para chegar a esse resultado, que não pode ser pasteurizado para todos os alunos. Movimentar os braços durante a caminhada na esteira, por exemplo, aumento o gasto calórico em 10%, mas não é possível contabilizar esse gasto através do aparelho. Para alcançar seus objetivos, o melhor é conversar com o profissional", explica o treinador físico Ricardo Wesley.
Levar uma vida saudável é a melhor forma de afastar doenças cardiovasculares, obesidade e até câncer. Mas você sabe o que fazer para manter a saúde em dia? A seguir, confira algumas dicas simples e eficazes:
1-Inclua castanhas na rotina alimentar
"Castanhas-do-pará, de caju, nozes e amêndoas possui baixo índice glicêmico, o que significa que não alteram os níveis de insulina no sangue e provocam sensação de saciedade. Também são fontes ricas em fibras, ferro, vitamina E e selênio, mineral importante para o bom funcionamento da tireoide", diz a a nutróloga Liliane Oppermann. Para aproveitar tudo que as castanhas têm de bom, sem exagerar nas calorias, Liliane recomenda a ingestão de 2 castanhas-do-pará, 3 castanhas de caju, 2 nozes ou 5 amêndoas (escolha apenas uma das opções).
2-Reduza a ingestão de sal e aumente o consumo de água
Além de favorecer o inchaço de pernas, pés, barriga e outras regiões do corpo, o excesso de sal pode comprometer a saúde. "A retenção de líquidos provocada pelo consumo exagerado de sal sobrecarrega o coração, rins e vasos sanguíneos e também pode levar à hipertensão", explica a médica Liliane Oppermann. A nutróloga recomenda a ingestão de 2 litros de água. Leite, água de coco e sucos podem ajudar a alcançar esse patamar, mas o ideal é que a água pura seja a principal fonte.
3-Não pule o café da manhã
O café da manhã diário é necessário para nutrir o organismo. "É o momento em que o corpo está ávido por nutrientes, já que passou 7 ou 8 horas em jejum, durante o sono. O organismo precisa de energia para começar o dia, além de vitaminas e sais minerais. Se uma pessoa comer fruta no café da manhã, seus nutrientes serão mais bem aproveitados do que antes de dormir", orienta a nutróloga Liliane Oppermann. Um café da manhã saudável evita o consumo de calorias extras ao longo do dia. Sem a primeira refeição, o organismo passará a manhã sem energia e a fome também virá com mais intensidade ao longo da tarde.
4-Pratique exercícios físicos regularmente
Os exercícios físicos devem fazer parte da rotina, inclusive, de quem não precisa perder peso. Uma simples caminhada diária pode melhorar o humor e afastar doenças do coração. De acordo com cardiologista Rogério de Moura, coordenador do serviço de cardiologia do Hospital Balbino, "para proteger o coração, o ideal é praticar exercícios durante 45 minutos a 1 hora, 5 vezes por semana". Para quem não gosta de academia, o médico recomenda caminhar pelo quarteirão, na praia ou em parques verdes. Outra opção é buscar aulas que fujam do convencional.
5-Mantenha os ovos na dieta
Antes considerado inimigo do coração, o ovo entrou na lista dos alimentos importantes. Ele é rico em colina, nutriente que protege a memória e combate a fadiga. A gema ainda contém antioxidantes, como zinco, ferro, selênio e vitaminas A e E. Segundo a nutróloga Liliane Oppermann, ele pode ser consumido diariamente por quem não come carne, desde que não seja frito. Já para os carnívoros, a recomendação é ingerir até 3 ovos por semana.
6-Uma taça de vinho, pode. Exagerar no álcool, não.
O álcool em excesso pode sobrecarregar o fígado, além de trazer problemas de concentração, aumentar a frequência dos batimentos cardíacos e irritar a mucosa do estômago, podendo causando gastrite e úlcera. Por outro lado, o vinho pode fazer bem para a saúde. Além de evitar infartos e derrames cerebrais, o consumo de 250 ml de vinho tinto, todas as noites, reduz os níveis do hormônio estrogênio, que é conhecido por aumentar os riscos de desenvolvimento de câncer de mama.
7-Evite o refrigerante, inclusive nas versões diet ou light
Os refrigerantes diet e light podem ter poucas calorias, mas são ricos em outras substâncias que também podem fazer mal ao organismo, como sódio, corantes e conservantes. "Os adoçantes empregados na composição dos produtos light e diet - geralmente ciclamato, sacarina e aspartame - também não são os mais saudáveis", orienta a médica Liliane Oppermann.
Os 10 piores alimentos alimentos para o corpo
8-Coma um jantar leve, mas coma
A prática de não comer nada no fim do dia não é saudável. Como o corpo ficará horas sem receber nenhum nutriente, durante o sono, dormir de barriga vazia pode gerar uma fome desproporcional no café da manhã. Para um jantar leve e nutritivo, Liliane Oppermann dá a dica: "Para pessoas que costumam fazer 6 refeições diárias, que incluem lanche da manhã, da tarde e ceia, além de almoço e jantar, recomendo um grelhado com salada crua, meio prato de legumes e uma porção de arroz integral".
9-Faça boas escolhas no supermercado
A nutróloga Liliane Opperman lista as melhores escolhas para um cardápio saudável: "A aveia contém vitaminas do complexo B e fibras, que evitam picos de insulina; o azeite extravirgem é rico em vitaminas D e E, além de gorduras boas para o coração; o iogurte contém cálcio para ossos fortes e probióticos, que atuam na regularização da função intestinal; o salmão é rico em proteínas e ômega-3, que protege o coração; o chá verde é rico em polifenois, que estimulam o metabolismo, previnem cáries nos dentes e obesidade e vegetais crucíferos, como brócolis, nabo e couve-flor que, além de fibras, contém I3 carbinol, um fotoquímico que mantém células cancerosas à distância".
10-Não conte as calorias gastas na esteira
A maioria das esteiras e bicicletas ergométricas possui contador de calorias, mas nem nas mais modernas essa contagem é confiável. "Aquela informação nunca será precisa. É preciso relacionar muitos fatores para chegar a esse resultado, que não pode ser pasteurizado para todos os alunos. Movimentar os braços durante a caminhada na esteira, por exemplo, aumento o gasto calórico em 10%, mas não é possível contabilizar esse gasto através do aparelho. Para alcançar seus objetivos, o melhor é conversar com o profissional", explica o treinador físico Ricardo Wesley.
Fonte: Bem Estar GNT
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Em 10 anos, Brasil pode ter 75 milhões de crianças obesas uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos está acima do peso
Obesos entre meninos chegam a 16,6% e 11,8% entre meninas
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério da Saúde, fez estudo que revelou que uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos de idade está acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os obesos entre os meninos chegam a 16,6%, e as meninas somam 11,8%. Se nada for feito para mudar esse quadro, a OMS estima que, até o ano de 2025, haja 75 milhões de crianças com sobrepeso e obesidade no Brasil.
Em 2010, o Ministério da Saúde e o IBGE divulgaram dois grandes levantamentos sobre o excesso de peso e a obesidade no Brasil, O Vigitel Brasil 2009, que usa como metodologia para coleta de dados inquéritos telefônicos e abrange pessoas maiores de 18 anos; e a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008 – 2009 (POF) que realiza as avaliações a partir dos 5 anos de idade.
Acesse aqui o estudo VIGITEL
Erros alimentares que estimulam a obesidade
A obesidade, além de trazer problemas psicológicos, pode desencadear doenças como diabetes, depressão e alguns tipos de câncer. A recomendação para solucionar o problema é a educação alimentar e nutricional de pais e filhos.
Os “erros” alimentares mais comuns na dieta dos brasileiros são: a ingestão excessiva de açúcar, alimentos processados, sódio e gordura saturada; e a baixa ingestão de frutas, hortaliças e água, a supervalorização do consumo de carnes.
Hábitos Ruins
Comer na frente da TV, ingerir sem uma boa mastigação, engolir compulsivamente ou compensar sentimentos com alimentos hipercalóricos (com a típica frase dos pais e mães "se comer tudo ganha sobremesa") são alguns comportamentos inadequados que impedem o cérebro de trabalhar com a sensação de estar ou não saciado.
"Uma mente distraída na hora da refeição não percebe se comeu um, dois ou três pratos de comida. O melhor que pais e mães devem fazer é aderir a um projeto de reeducação alimentar em grupo. Além, claro, de incentivar e dar o exemplo de refeições saudáveis dentro de casa", explica a nutricionista Lenycia Neri.
Para Karoline Basquerote, especialista em Nutrição Clínica e Doenças Crônicas e em Nutrição em Pediatria, os pais devem ser os primeiros a dar o exemplo em casa adotando uma alimentação saudável. Ela diz que estudos mostram que eles tendem a subestimar o peso corporal dos filhos.
"Também não podemos esquecer as preferências dos pais pelos alimentos industrializados por causa da facilidade de preparo e consumo", observa Karoline, que também é Professora de Nutrição do Tempo Integral.
Como Tratar a Obesidade Infantil
O tratamento para obesidade infantil deve ser feito de forma progressiva e sob orientação do pediatra e de um nutricionista.
Normalmente, o tratamento para obesidade infantil deve incluir mudanças na alimentação da criança e aumento dos níveis de exercício físico, dependendo da sua idade e estado de saúde geral.
Raramente, o médico poderá recomendar o uso de remédios para ajudar a diminuir o apetite ou a cirurgia para redução de peso.
Dicas para a Alimentação da Criança
Os pais devem ajudar a criança a adotar hábitos de alimentação saudáveis e, para isso, algumas dicas São:
- Evitar comprar alimentos industrializados, que são açucarados ou gordurosos, como bolachas, refeições pré-preparadas;
- Comprar uma grande variedade de frutas e legumes e dar preferência às frutas cítricas e aos vegetais comidos crus;
- Os vegetais que necessitam ser cozidos, como a vagem, a berinjela, a abobrinha ou os cogumelos, devem ser preparados ao vapor, sem sal e o azeite deve ser adicionado em pouca quantidade;
- Não oferecer à criança refrigerantes, dando preferência à água e sucos de fruta naturais;
- Comprar um prato de tamanho infantil;
- Evitar que a criança fique distraída durante a refeição, não deixando que veja televisão ou utilize jogos;
Estas dicas devem ser adaptadas de acordo com o estilo de vida da família e segundo as orientações do nutricionista.
Como Aumentar a Atividade Física da Criança
A prática regular de exercício físico é fundamental para ajudar a criança a perder peso. Algumas dicas para ajudar os pais a incentivar o exercício incluem:
- Limitar o uso de computador e televisão em até 2 horas por dia;
- Procurar atividades que a criança goste;
- Incentivar a família a participar regularmente atividades ao ar livre;
- Permitir que a criança experimente várias atividades.
sábado, 16 de julho de 2016
10 Dicas para melhorar a digestão
Seu estilo de vida e sua escolha de alimentos podem afetar a forma como o corpo digere os alimentos que você come. Beber água, adicionando fibras, e exercitar-se contribuem para uma melhor saúde digestiva.
Seu sistema digestivo quebra os alimentos que você come em os nutrientes que seu corpo precisa. Se você negligenciar a sua saúde digestiva, seu corpo pode ter problemas de digestão e absorção de alimentos esses nutrientes.
Sua saúde digestiva é diretamente impactada pelos alimentos que você come e pelo estilo de vida que você vive. Ao tomar medidas para melhorar sua saúde digestiva, o seu sistema digestivo funcionará de forma mais eficiente, melhorando sua saúde e sensação de bem-estar.
01. Opte por uma dieta rica em fibras
Segundo Maria Adams, nutricionista de Marblehead, Massachusetts, consumindo uma dieta que é rica em fibras e rica em grãos integrais, verduras, legumes e frutas pode melhorar o seu digestivo saúde. "Uma dieta rica em fibras ajuda a manter os alimentos que se deslocam através de seu aparelho digestivo, tornando-o menos propensos a ficar constipado", diz Adams, acrescentando que uma dieta rica em fibras também pode ajudar a prevenir ou tratar vários problemas digestivos, tais como diverticulose, hemorróidas e síndrome do intestino irritável. Além disso, ele pode ajudá-lo a alcançar ou manter um peso saudável.
02. Consuma fibras insolúveis e solúveis
É importante consumir os dois tipos de fibra, que cada ajudam o sistema digestivo de maneiras diferentes. "A fibra insolúvel, também conhecido como volumoso, não pode ser digerida pelo organismo e, portanto, ajuda a adicionar volume às fezes", diz Adams. "A fibra solúvel atrai água e pode ajudar a prevenir fezes que são muito aguado". Boas fontes de fibras insolúveis incluem farelo de trigo, legumes e cereais integrais; obter fibra solúvel de farelo de aveia, nozes, sementes e legumes.
03. Limite os alimentos que são ricos em gordura
"Em geral, alimentos gordurosos tendem a retardar o processo digestivo, tornando-o mais propenso a prisão de ventre", diz Adams. Mas já que é importante para obter um pouco de gordura na sua dieta, Adams diz que alimentos gordurosos emparelhamento com alimentos ricos em fibras pode torná-los mais fácil em seu sistema digestivo.
04. Escolha carnes magras
Proteína é uma parte essencial de uma dieta saudável, mas os cortes gordos de carne pode levar a digestão desconfortável. Quando você come carne, escolha cortes magros, como o lombo de porco e aves sem pele.
05. Incorpore probióticos em sua dieta
Probióticos são as bactérias saudáveis naturalmente presentes em seu aparelho digestivo. "Eles ajudam a manter o corpo saudável, combatendo os efeitos de uma dieta pobre, antibióticos e estresse", diz Adams. Além disso, os probióticos podem melhorar a absorção de nutrientes, ajudar a quebrar a lactose, fortalecer seu sistema imunológico e, possivelmente, até mesmo ajudar a tratar a síndrome do intestino irritável. Adams recomenda que as pessoas comem boas fontes de probióticos, como iogurte desnatado ou o kefir, em uma base diária.
06. Matenha uma programação da alimentação
Adams diz que consumir suas refeições e lanches em uma programação regular pode ajudar a manter seu sistema digestivo em forma. Destinam-se a sentar-se no café da manhã, almoço, jantar e lanches em torno do mesmo tempo cada dia.
07. Mantenha-se hidratada
Beber muita água é bom para a sua saúde digestiva, de acordo com Adams. Água em seu sistema digestivo ajuda a dissolver gorduras e fibras solúveis, permitindo que estas substâncias para passar com mais facilidade.
08. Evite maus hábitos
Evitar fumar e excesso de cafeína e álcool. licor, café e cigarros pode interferir com o funcionamento do seu sistema digestivo, e levar a problemas como úlceras do estômago e azia.
09. Exercite-se regularmente
"O exercício regular ajuda a manter os alimentos em movimento através de seu sistema digestivo, reduzindo a constipação", diz Adams. E o exercício pode ajudá-lo a manter um peso saudável , o que é bom para sua saúde digestiva. Torná-lo um ponto para trabalhar o exercício regular em sua programação semanal.
10. Cuide do stress
Demasiado stress ou a ansiedade pode fazer com que seu sistema digestivo para ir em overdrive, de acordo com Adams. Encontrar atividades para reduzir o stress que você goste e praticá-los em uma base regular.
Fonte:
Every Day Health
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