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sexta-feira, 7 de abril de 2017

Parece saudável, mas não é: 12 alimentos que vão te surpreender


Já ouviram aquele ditado: “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”? Ele define bem esse post! É que muitas vezes a gente acha que está arrasando na escolha da alimentação sem saber que, na verdade, estamos é atrapalhabndo a nossa saúde e dificultando ainda mais o processo de emagrecimento. Para que isso não ocorra na reeducação alimentar de vocês resolvi selecionar os alimentos que parecem saudáveis, mas nem sempre são!

Antes de tudo, fiquem atentos às informações nutricionais dos produtos que vocês compram! Olhem o rótulo, conforme ensinei aqui, pois sempre tem uma opção melhor que a outra. E lembrem-se que não há nada melhor que apostar em receitas caseiras.

Confiram abaixo os alimentos!

1. Molho de salada

Come um montão de salada, mas enche de molho? Fique atento! Os molhos industrializados podem ser  ricos em sódio, açúcares, aditivos, corantes, aromas artificiais, conservantes, entre outras substâncias, além de serem calóricos. Ainda, alguns molhos naturais podem ser bastante calóricos ou gordurosos. Uma dica é apostar no azeite de oliva e no limão, ou opções de molhos mais leves, que além de saudáveis deixam a saladinha uma delícia!

2. Barrinha de cereal

Muitas das barrinhas que encontramos por aí contêm grande quantidade de gordura saturada, açúcar e corantes. Quando estiver comprando, analise os rótulos dos produtos, como ensinei aqui. Mas o melhor ainda é apostar na barrinha de cereal caseira, que você sabe realmente do que é feita.

3. Iogurte

Para dar aquela coloração, muitos iogurtes industrializados usam, no lugar da fruta, corantes e aromas artificiais. Por que não fazer o seu iogurte em casa? Além de saudável é muito mais econômico.

4. Sopas em pó

Cuidado com as sopas industrializadas. Apesar de poucas calorias, as sopas em pó são ricas em sódio e glutamato monossódico. Tenha sempre em casa legumes fresquinhos, coloque tudo na panela de pressão e tá pronto.

5. Suco de caixinha/ latinha

Os sucos de caixinha geralmente são ricos em sódio, açúcar, corantes e aromas artificiais. Nada bom, né? E muitos nem mostram nos rótulos qual sua porcentagem de néctar da fruta. Prefira água, chás ou sucos naturais feitos na hora. Claro que nào podemos generalizar! Tem sucos de caixinha ou lata que são bons e para isso é preciso ler os rótulos e as informações nutricionais para escolher a melhor opção. Os sucos naturais duram fresquinhos por três horas. Caso precise de mais tempo, misture-o com água de coco, que retarda o processo de oxidação.

6. Batata congelada

As batatas congeladas, que muita gente coloca no forno para evitar a gordura, na verdade são pré-fritas. Mesmo que não indiquem isso nos seus rótulos, então mesmo se forem assadas, continuarão sendo ricas em gorduras saturadas. O processo completo inclui: corte, branqueamento, aumento do açúcar, secagem, fritura e então o congelamento. Prefira a batata feita em casa.

7. Pasta de amendoim

A pasta (ou manteiga) de amendoim normal é uma boa fonte de gorduras boas e monossaturadas. Só que algumas opções disponíveis levam adição de açúcar e mais gorduras. O amendoim já é calórico por sua concentração de gorduras boas e precisa ser consumido com equilíbrio. Minha dica é preparar sua pasta em casa mesmo! Além de mais saudável é muito mais econômico!

8. Bolachas, biscoitos e cookies

Recheadas ou não, a maioria dessas delicinhas industrializadas são um perigo para a saúde. Ricas em sódio e gordura trans. Mesmo algumas  ditas integrais devem ser bem analisadas antes de virarem aposta na dieta. Olhe o rótulo do produto, ou aposte nos biscoitos caseiros.

9. Salsicha

A salsicha é uma pasta proveniente de diversos tipos de carnes processadas que recebe substâncias químicas para ganhar o seu sabor característico, conservar e corar. Evite-a.

10. Pão de queijo

Por ser assado e sequinho, o pão de queijo acaba virando aposta na dieta de quem não conhece suas informações nutricionais. Mas ele é super calórico e rico em sódio. O ideal é apostar na crepioca, no pão de queijo de frigideira que é saudável e muito mais gostoso e equilibrado nutricionalmente.

11. Peito de peru

Ele é uma ótima opção para a dieta saudável sim, além disso, é pouco calórico, o que ajuda na perda de peso. Porém, deve ser consumido com moderação. Como todos os embutidos, o peito de peru também leva em sua composição alto teor de sódio, que pode causar desde a simples retenção de líquidos à hipertensão arterial se consumido em excesso. Olhe o rótulo dos produtos, optando sempre por aquele com a menor taxa de sódio.

12. Kani

O kani são na verdade um composto de peixe com sabor artificial de carne de caranguejo. É uma espécie de salsicha, mas com peixe, onde são adicionados aromatizantes, corantes e glutamato monossódico. Além de conter glúten e grande teor de sódio.

Gente, anotaram todos os alimentos? É claro que a gente n/ào preciso retirar tudo da alimentação. Apenas ter bom senso no consumo. Eu mesma nào sou radical e consumo alimentos de todos os tipos, mas com equilíbrio.


Fonte: blogdamimis

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Para emagrecer: reduzir gordura ou carboidratos?


Um novo estudo dos Institutos Nacionais da Saúde, agência governamental dos Estados Unidos, mostrou que tipo de dieta tem mais benefícios para perda de gordura corporal.

Em um artigo publicado na revista Cell Metabolism, os pesquisadores afirmaram que, ao contrário do senso comum, restringir gordura na dieta pode levar a uma maior perda de gordura corporal do que a restrição de carboidratos. Apesar disso, a dieta baixa em carboidratos reduz a insulina e aumenta a queima de gordura.

A teoria

Kevin Hall, físico pesquisador do Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais, utilizou dados de dezenas de estudos de alimentação realizados ao longo de décadas para construir modelos matemáticos de como os diferentes nutrientes afetam o metabolismo humano e o peso corporal.

Suas simulações mostraram que apenas a dieta restrita em carboidratos levaria a mudanças na quantidade de gordura queimada pelo corpo, enquanto que a dieta pobre em gordura levaria a uma maior perda global de gordura corporal.

No entanto, ele precisava coletar dados humanos para apoiar esses modelos matemáticos.

O estudo

Estudar os efeitos de dietas na perda de peso é muitas vezes complicado, por causa da dificuldade em medir o que as pessoas realmente comeram – participantes podem não aderir a planos de refeição com eficiência, subestimar quantias ou mentir nas pesquisas de acompanhamento.

Para contornar esta situação, Hall e seus colegas confinaram 19 adultos voluntários com obesidade a uma enfermaria por 2 semanas, onde eles foram acompanhados de perto.

Para manter as variáveis simples, os dois períodos de observação foram como dois lados de uma balança: durante a primeira semana, 30% das calorias de uma dieta-base foram cortadas através de restrição de carboidratos, enquanto a ingestão de gordura permaneceu a mesma. Durante o segundo período, as condições foram invertidas.

A cada dia, os pesquisadores mediram a quantidade de gordura que cada participante comeu e queimou, e usaram essa informação para calcular a taxa de perda de gordura corporal.

Resultados

No final do estudo, o modelo matemático se provou correto. A gordura corporal perdida com a restrição de gordura na dieta foi maior em comparação com a restrição de carboidratos, embora mais gordura tivesse sido queimada com a dieta de baixo carboidrato.

No entanto, em períodos maiores de dieta, o modelo prevê que o corpo age para minimizar as diferenças de gordura corporal entre as dietas que são iguais em calorias e diferentes na proporção de carboidratos e gordura.

“Há um conjunto de crenças que diz que todas as calorias são exatamente iguais quando se trata de perda de gordura corporal”, diz Hall. “Nossos resultados mostraram que, na verdade, nem todas as calorias são iguais quando se trata de perda de gordura corporal, mas a longo prazo, são quase iguais”.

Calma lá!

Hall não recomenda que as pessoas comecem dietas restritas em gordura por causa desse estudo. O objetivo da pesquisa foi explorar a fisiologia da redução de calorias baseadas em gorduras e carboidratos no corpo humano.

A pesquisa é limitada pelo tamanho da amostra, apesar de ser estatisticamente relevante. Além disso, o menu que os participantes seguiram não rivaliza com uma dieta normal e não leva em conta que plano alimentar seria mais fácil de seguir durante longos períodos.

“Nós estamos tentando fazer estudos cuidadosos para um dia sermos capazes de ajudar a gerar melhores recomendações sobre dieta no dia-a-dia”, argumenta Hall. “Mas existe atualmente um desfasamento entre a nossa compreensão da fisiologia e nossa capacidade de fazer recomendações dietéticas eficazes para perda de peso duradoura”.

Por enquanto, a dica de Hall é fazer a dieta que você melhor conseguir seguir.

Autor: Natasha Romanzoti
Fonte: Hypescience

obs.: consulte seu médico antes de começar qualquer dieta.

sábado, 17 de setembro de 2016

Faço dieta mas não consigo emagrecer, Veja 14 razões que podem explicar!



Cuido da alimentação e me exercito, mas ainda assim não consigo perder peso. Por que não consigo emagrecer?

Tentativas falhas de perder peso podem ser extremamente frustrantes e criar um estresse na vida da pessoa. O problema é que esse estresse cria um ciclo vicioso em que acabamos dando muita importância ao fracasso. Uma mudança de atitude – por exemplo, não se cobrar tanto e praticar o pensamento positivo – pode ajudar nosso corpo a começar a trabalhar em nosso favor, e finalmente se livrar daqueles quilinhos extras. É claro que não é tão simples quanto “ter pensamento positivo”, mas esse é o primeiro passo para estar mais no controle de seu próprio peso corporal. Não deixar a balança determinar sua felicidade lhe dará um bem-estar psicológico, e hábitos alimentares saudáveis (e um peso saudável) seguirão facilmente.

Enquanto isso, certifique-se de nenhum desses 14 motivos estão lhe atrapalhando na sua busca por um peso ideal.

1. Seus hormônios não estão equilibrados

Cansaço, TPM, ciclos menstruais irregulares, dificuldade para perder peso, depressão, ansiedade são todos sintomas possíveis de um desequilíbrio hormonal. Melhor ir a um nutricionista ou médico, para fazer testes que vão confirmar se esse é seu problema, a fim de tomar as medidas necessárias.

2. Você não está recebendo vitamina D suficiente

Muitas pessoas possuem baixos níveis de vitamina D, o que está associado com o ganho de peso e vários outros processos metabólicos. Se você passa muito tempo em ambientes fechados e nunca toma sol, pode obter suplemento de vitamina D com seu médico.

3. Você está se exercitando, mas não de uma forma que beneficia o seu corpo

Você pode estar se exercitando demais, ou precisa misturar um pouco e dar ao corpo “um choque” (já que ele pode se acostumar com uma rotina de exercícios, fazendo com que ela perca um pouco de sua força). Não exagere, e desfrute de uma variedade de técnicas de treino, como musculação, Pilates, yoga, aeróbica, etc. Treinos rápidos e intensos podem ser bons.

4. Sua digestão e absorção não são ideais

Você não é o que você come, você é o que você digere e absorve. Nossa saúde intestinal irá determinar o nosso bem-estar geral. As bactérias que se encontram em nosso intestino ajudam a combater doenças, a processar nossa comida, a fazer nutrientes e a produzir hormônios, entre outras coisas.

5. Você passa muito tempo sentado

Seu organismo gosta quando você move seu corpo ao longo do dia. Mesmo que seu trabalho exija que você fique colado a uma mesa, faça o possível para andar por alguns minutos de hora em hora, ou caminhar 20 minutos para almoçar, etc.

6. Você está comendo demais

Mesmo comidas saudáveis precisam ser ingeridas com moderação. O corpo não pode lidar com uma grande quantidade de alimentos de uma só vez. É vital colocar boas porções em seu prato, e comer 5 a 6 pequenas refeições por dia. Também é essencial saber parar de comer quanto estiver satisfeito.

7. Você não mastiga seu alimento

Mastigar a comida até que esteja praticamente líquida pode realmente ajudar na perda de peso e melhorar seu desempenho digestivo.

8. Você está estressado

O estresse pode ter impacto no peso de diversas maneiras. Estresse de longo prazo leva a altos níveis de cortisol, hormônio ligado ao desequilíbrio de açúcar no sangue e ganho de peso, por exemplo.

9. Você não está dormindo o suficiente

Dormir e descansar ajudam o organismo a desempenhar melhor suas funções.

10. Você só pensa na dieta, não na saúde

Fazer dieta não pode ser um modo de vida. Em vez de conscientes de seu peso, as pessoas deveriam ser conscientes de sua saúde. Essas são mentalidades muito diferentes que favorecem escolhas também muito diferentes.

11. Você nunca cozinha

É impossível sabe o que o restaurante está usando para cozinhar seus alimentos. Se ele usa os piores óleos vegetais, grandes quantidades de manteiga, isso pode atrapalhar a qualidade da sua dieta. A menos que você estiver comendo em um lugar especializado em culinária saudável, é melhor aprender a amar a sua cozinha.

12. Você não está adicionando proteína ao seu prato

A proteína é o macronutriente que dá sensação de saciedade e ajuda a equilibrar o açúcar no sangue. Com isso, também ajuda a controlar o nosso peso.

13. Você está com medo de gorduras boas

O termo “gordura” assusta, mas as boas gorduras são tão importantes quanto os demais nutrientes. Elas ajudam, por exemplo, nosso corpo a reduzir o colesterol ruim e a produzir hormônios. Aliás, muitas pessoas que sofrem de desequilíbrios hormonais costumam ter uma dieta com baixo teor de gordura. Você pode não querer, mas seu corpo precisa de gorduras boas.

14. Seu fígado está lento e precisa de uma “limpeza”

Se você está se sentindo para baixo, cansado e mal-humorado e sua dieta contém álcool, café e açúcar, você precisa dar ao seu corpo uma pausa. Quando o fígado está lento, se esforça para processar substâncias/ toxinas/ hormônios de forma eficiente e isso leva à acumulação tóxica e ganho de peso. Você pode se beneficiar de uma “limpeza” sazonal. Mas, é claro, sempre com acompanhamento médico.

fonte: Hype Science

sábado, 9 de julho de 2016

Após 30 anos, estudo confirma que gorduras saturadas fazem mal à saúde


Pesquisa envolveu 120 mil pessoas.

Cientistas também revelaram os benefícios de gorduras como a do azeite.


A ingestão de gorduras saturadas da manteiga, banha de porco e carne vermelha aumenta o risco de morte prematura, como confirmou um estudo publicado nesta terça-feira (5) no Journal of the American Medical Association (JAMA) Internal Medicine.
A pesquisa, que envolveu mais de 120 mil pessoas e durou três décadas, revelou também que substituir tais alimentos por gorduras como a do azeite de oliva pode trazer benefícios substanciais para a saúde.
"Houve confusão generalizada na comunidade biomédica e no público em geral nos últimos anos sobre os efeitos na saúde de tipos específicos de gorduras", disse o autor principal do estudo, Dong Wang, doutorando em Saúde Pública na Universidade de Harvard.
"Esse estudo documenta benefícios importantes das gorduras insaturadas, especialmente quando elas substituem gorduras saturadas e trans", completou o pesquisador.
Uma das principais conclusões da pesquisa foi que as pessoas que comeram mais gorduras saturadas e trans tiveram taxas de mortalidade mais elevadas do que aquelas que consumiram o mesmo número de calorias em carboidratos.

A pesquisa apontou, ainda, que a substituição de gorduras saturadas como a da manteiga, banha e carne vermelha por gorduras insaturadas de alimentos vegetais - como azeite de oliva, óleo de canola e óleo de soja - pode oferecer "benefícios substanciais para a saúde e deve continuar sendo uma mensagem essencial nas recomendações nutricionais".
As conclusões foram baseadas em questionários respondidos por profissionais de Saúde a cada dois ou quatro anos sobre a sua dieta, estilo de vida e saúde, por até 32 anos.
As gorduras trans, incluindo as parcialmente hidrogenadas como a da margarina, tiveram os impactos mais graves na saúde.
O estudo constatou que cada aumento de 2% na ingestão de gorduras trans esteve associado com uma chance 16% maior de morrer cedo.
Cada aumento de 5% no consumo de gorduras saturadas esteve ligado a um aumento de 8% do risco de morrer.
Já a ingestão de grandes quantidades de gorduras insaturadas "esteve associada com uma mortalidade entre 11% e 19% menor em comparação com o consumo do mesmo número de calorias provenientes de carboidratos", disse o estudo.
Estas incluíram gorduras poli-insaturadas, como ômega-3 e ômega-6, encontrados em óleos de peixe, de soja e de canola.
"As pessoas que substituíram as gorduras saturadas por gorduras insaturadas - especialmente por gorduras poli-insaturadas - tiveram um risco de morte geral significativamente menor durante o período do estudo, assim como um menor risco de morte por doenças cardiovasculares, câncer, doenças neurodegenerativas e doenças respiratórias, em comparação com aquelas que mantiveram o consumo elevado de gorduras saturadas", acrescenta a investigação.
Enquanto alguns especialistas ressaltaram que o estudo foi observacional e se baseou em questionários, os quais podem gerar respostas intencionais, o resultado geral está em consonância com muitos outros grandes estudos sobre alimentação e saúde.
De acordo com Ian Johnson, pesquisador emérito do Instituto de Investigação Alimentar da Grã-Bretanha, os "resultados são consistentes com as recomendações de saúde pública atuais no Reino Unido e em outros lugares e, em particular, com o conceito de que a dieta mediterrânea - rica em gorduras insaturadas de vegetais, peixes e azeite de oliva - é benéfica".
"Não há nada nesses resultados que seja consistente com a ideia de que 'a manteiga está de volta'", acrescentou Johnson, que não participou do estudo.

Fonte: G1