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segunda-feira, 4 de setembro de 2017
Carência Afetiva e Alimentação
O que você precisa aprender para se libertar da obsessão por comida…
No livro “Carência Afetiva e Alimentação”, a escritora Geneen Roth menciona que “a compulsão é o desespero no plano emocional”. Assim, não é questão de gostar de comer. A compulsão alimentar está ligada à gatilhos emocionais. Coisas que não estão bem emocionalmente e que expressamos na comida. “A obsessão pela comida nos proporciona um lugar seguro no qual podemos colocar todos os nossos sentimentos de decepção, raiva e tristeza.”, afirma a autora.
Geneen Roth relata que “quando eu comia em excesso, sentia como se estivesse possuída. Queria ser magra, queria amar, queria criar, mas aquela fome exagerada queria destruir, assolar, devastar tudo. Quando eu comia em excesso, não me importava com mais ninguém; houve ocasiões em que, se alguma coisa ou alguém se interpunha entre mim e a comida, eu sentia que seria capaz de arrasá-los. Seria capaz de matar alguém. Quando parava de comer exageradamente e pesquisava os estragos — o que comera, a urgência com que o fizera, a profunda indiferença por qualquer pessoa que visse antes ou depois da comilança —, ficava apavorada. Aquele festim parecia ter mente própria, voz própria, desejo próprio”.
Ainda segundo a autora Geneen Roth, “se você examinar a fundo um aspecto de sua vida, encontrará as respostas para todos os aspectos. O que você aprende quando se liberta da obsessão pela comida é o que você precisa aprender sobre intimidade”, por isso:
– Comprometa-se.
– Diga a verdade.
– Confie em si mesma.
– A dor acaba e todas as outras coisas também.
– Ria facilmente.
– Chore facilmente.
– Tenha paciência.
– Deseje ser vulnerável.
– Quando você perceber que está se apegando a alguma coisa e ela estiver lhe causando problemas, livre-se dela.
– Deseje falhar.
– Não permita que o medo a impeça de ir ao encontro do desconhecido, nem de permanecer no silêncio escuro.
– Lembre-se de que tudo se perde, tudo é roubado, arruinado, tudo envelhece, tudo se desfaz; os corpos se curvam e se enrugam, todo mundo sofre e todo mundo morre.
– Nenhum ato de amor é, jamais, em vão.
fonte: DOCSLIDE
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sábado, 17 de setembro de 2016
Faço dieta mas não consigo emagrecer, Veja 14 razões que podem explicar!

Cuido da alimentação e me exercito, mas ainda assim não consigo perder peso. Por que não consigo emagrecer?
Tentativas falhas de perder peso podem ser extremamente frustrantes e criar um estresse na vida da pessoa. O problema é que esse estresse cria um ciclo vicioso em que acabamos dando muita importância ao fracasso. Uma mudança de atitude – por exemplo, não se cobrar tanto e praticar o pensamento positivo – pode ajudar nosso corpo a começar a trabalhar em nosso favor, e finalmente se livrar daqueles quilinhos extras. É claro que não é tão simples quanto “ter pensamento positivo”, mas esse é o primeiro passo para estar mais no controle de seu próprio peso corporal. Não deixar a balança determinar sua felicidade lhe dará um bem-estar psicológico, e hábitos alimentares saudáveis (e um peso saudável) seguirão facilmente.
Enquanto isso, certifique-se de nenhum desses 14 motivos estão lhe atrapalhando na sua busca por um peso ideal.
1. Seus hormônios não estão equilibrados
Cansaço, TPM, ciclos menstruais irregulares, dificuldade para perder peso, depressão, ansiedade são todos sintomas possíveis de um desequilíbrio hormonal. Melhor ir a um nutricionista ou médico, para fazer testes que vão confirmar se esse é seu problema, a fim de tomar as medidas necessárias.
2. Você não está recebendo vitamina D suficiente
Muitas pessoas possuem baixos níveis de vitamina D, o que está associado com o ganho de peso e vários outros processos metabólicos. Se você passa muito tempo em ambientes fechados e nunca toma sol, pode obter suplemento de vitamina D com seu médico.
3. Você está se exercitando, mas não de uma forma que beneficia o seu corpo
Você pode estar se exercitando demais, ou precisa misturar um pouco e dar ao corpo “um choque” (já que ele pode se acostumar com uma rotina de exercícios, fazendo com que ela perca um pouco de sua força). Não exagere, e desfrute de uma variedade de técnicas de treino, como musculação, Pilates, yoga, aeróbica, etc. Treinos rápidos e intensos podem ser bons.
4. Sua digestão e absorção não são ideais
Você não é o que você come, você é o que você digere e absorve. Nossa saúde intestinal irá determinar o nosso bem-estar geral. As bactérias que se encontram em nosso intestino ajudam a combater doenças, a processar nossa comida, a fazer nutrientes e a produzir hormônios, entre outras coisas.
5. Você passa muito tempo sentado
Seu organismo gosta quando você move seu corpo ao longo do dia. Mesmo que seu trabalho exija que você fique colado a uma mesa, faça o possível para andar por alguns minutos de hora em hora, ou caminhar 20 minutos para almoçar, etc.
6. Você está comendo demais
Mesmo comidas saudáveis precisam ser ingeridas com moderação. O corpo não pode lidar com uma grande quantidade de alimentos de uma só vez. É vital colocar boas porções em seu prato, e comer 5 a 6 pequenas refeições por dia. Também é essencial saber parar de comer quanto estiver satisfeito.
7. Você não mastiga seu alimento
Mastigar a comida até que esteja praticamente líquida pode realmente ajudar na perda de peso e melhorar seu desempenho digestivo.
8. Você está estressado
O estresse pode ter impacto no peso de diversas maneiras. Estresse de longo prazo leva a altos níveis de cortisol, hormônio ligado ao desequilíbrio de açúcar no sangue e ganho de peso, por exemplo.
9. Você não está dormindo o suficiente
Dormir e descansar ajudam o organismo a desempenhar melhor suas funções.
10. Você só pensa na dieta, não na saúde
Fazer dieta não pode ser um modo de vida. Em vez de conscientes de seu peso, as pessoas deveriam ser conscientes de sua saúde. Essas são mentalidades muito diferentes que favorecem escolhas também muito diferentes.
11. Você nunca cozinha
É impossível sabe o que o restaurante está usando para cozinhar seus alimentos. Se ele usa os piores óleos vegetais, grandes quantidades de manteiga, isso pode atrapalhar a qualidade da sua dieta. A menos que você estiver comendo em um lugar especializado em culinária saudável, é melhor aprender a amar a sua cozinha.
12. Você não está adicionando proteína ao seu prato
A proteína é o macronutriente que dá sensação de saciedade e ajuda a equilibrar o açúcar no sangue. Com isso, também ajuda a controlar o nosso peso.
13. Você está com medo de gorduras boas
O termo “gordura” assusta, mas as boas gorduras são tão importantes quanto os demais nutrientes. Elas ajudam, por exemplo, nosso corpo a reduzir o colesterol ruim e a produzir hormônios. Aliás, muitas pessoas que sofrem de desequilíbrios hormonais costumam ter uma dieta com baixo teor de gordura. Você pode não querer, mas seu corpo precisa de gorduras boas.
14. Seu fígado está lento e precisa de uma “limpeza”
Se você está se sentindo para baixo, cansado e mal-humorado e sua dieta contém álcool, café e açúcar, você precisa dar ao seu corpo uma pausa. Quando o fígado está lento, se esforça para processar substâncias/ toxinas/ hormônios de forma eficiente e isso leva à acumulação tóxica e ganho de peso. Você pode se beneficiar de uma “limpeza” sazonal. Mas, é claro, sempre com acompanhamento médico.
fonte: Hype Science
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
Respire fundo e livre-se da tensão com exercícios

Se você deixa de respirar regularmente e não consegue pensar ou reagir direito!
Você se surpreenderia ao saber quantas pessoas retêm a respiração quando estão estressadas. Tensão gera ansiedade e prender a respiração é uma das coisas que ocorre quando ficamos nervosos. Mas quando você deixa de respirar regularmente o oxigênio não chega ao seu cérebro e ao seu corpo, você não consegue pensar ou reagir.
Além disto sua sensação de insegurança aumenta. Observar o que está ocorrendo quando se sente estressado e então respirar profundamente algumas vezes vai lhe dar uma nova energia e um pouco mais da clareza que necessita.
Portanto, faça algumas respirações profundas. Sei que isto parece muito simples, mas realmente funciona. Existem algumas maneiras comprovadas de respirar para se acalmar.
Alguns exercício também irão lhe dar energia extra e uma maior sensação de bem-estar que o ajudará a diminuir ou mesmo eliminar o estresse.
Exercícios básicos de respiração já existem há muito tempo e aprender este método é muito útil. Normalmente, ao respirar, muitas pessoas não conseguem encher plenamente os pulmões.
Assim procure observar o quão profunda ou superficial é sua respiração. Eu percebo, quando estou sentado em minha mesa escrevendo, que minha respiração é suave, calma, mas não profunda.
Quando faço uma pausa para inalar mais ar, sinto que uma certa tensão é liberada do meu corpo inteiro, então respiro novamente.
A propósito, se perceber que está suspirando, é sinal de que seu corpo quer liberar tensão, não somente ar. Faça este exercício: respire fundo e deixe o ar sair com um longo suspiro; assim você cria espaço para sentir suas emoções e expressas seus pensamentos para outras pessoas de modo muito mais fácil.
De novo, parece simples demais, mas funciona. Uma outra excelente técnica é a chamada respiração ioga e, neste caso, o processo é muito rápido, o que é ótimo se você estiver numa situação em que o nível de estresse está muito alto.
Neste exercício, você começa inspirando lentamente pelo nariz (entre oito e dez segundos). Retenha o ar durante cinco segundos. E depois expire bela boca no mesmo ritmo da inspiração (oito a dez segundos).
Ajuda muito se você vir essa respiração como se estivesse enchendo primeiro o seu estômago/diafragma com ar, depois seu pulmão e finalmente a parte superior do tórax (que não retém muito ar, de modo que uma pequena aspirada é suficiente). Você vai liberar o ar de uma vez, mas faça-o lentamente.
Exercícios de respiração não só acalmam como também diminuem o estresse, mas também prolongam sua vida e o mantêm mais saudável. Este é um daqueles casos em que você tem de experimentar para ver como se sente.
Experimente agora. Será preciso algum tempo e prática para sentir os plenos efeitos, mas esta é uma maneira simples que vai ajudá-lo a vencer o estresse. Agora respire, e continue respirando.
Fonte: Clic Folha
segunda-feira, 25 de julho de 2016
10 dicas para ter uma vida saudável
Você sabe o que fazer para ter uma vida saudável? Listamos 10 dicas simples e práticas para você viver bem. Confira!
Levar uma vida saudável é a melhor forma de afastar doenças cardiovasculares, obesidade e até câncer. Mas você sabe o que fazer para manter a saúde em dia? A seguir, confira algumas dicas simples e eficazes:
1-Inclua castanhas na rotina alimentar
"Castanhas-do-pará, de caju, nozes e amêndoas possui baixo índice glicêmico, o que significa que não alteram os níveis de insulina no sangue e provocam sensação de saciedade. Também são fontes ricas em fibras, ferro, vitamina E e selênio, mineral importante para o bom funcionamento da tireoide", diz a a nutróloga Liliane Oppermann. Para aproveitar tudo que as castanhas têm de bom, sem exagerar nas calorias, Liliane recomenda a ingestão de 2 castanhas-do-pará, 3 castanhas de caju, 2 nozes ou 5 amêndoas (escolha apenas uma das opções).
2-Reduza a ingestão de sal e aumente o consumo de água
Além de favorecer o inchaço de pernas, pés, barriga e outras regiões do corpo, o excesso de sal pode comprometer a saúde. "A retenção de líquidos provocada pelo consumo exagerado de sal sobrecarrega o coração, rins e vasos sanguíneos e também pode levar à hipertensão", explica a médica Liliane Oppermann. A nutróloga recomenda a ingestão de 2 litros de água. Leite, água de coco e sucos podem ajudar a alcançar esse patamar, mas o ideal é que a água pura seja a principal fonte.
3-Não pule o café da manhã
O café da manhã diário é necessário para nutrir o organismo. "É o momento em que o corpo está ávido por nutrientes, já que passou 7 ou 8 horas em jejum, durante o sono. O organismo precisa de energia para começar o dia, além de vitaminas e sais minerais. Se uma pessoa comer fruta no café da manhã, seus nutrientes serão mais bem aproveitados do que antes de dormir", orienta a nutróloga Liliane Oppermann. Um café da manhã saudável evita o consumo de calorias extras ao longo do dia. Sem a primeira refeição, o organismo passará a manhã sem energia e a fome também virá com mais intensidade ao longo da tarde.
4-Pratique exercícios físicos regularmente
Os exercícios físicos devem fazer parte da rotina, inclusive, de quem não precisa perder peso. Uma simples caminhada diária pode melhorar o humor e afastar doenças do coração. De acordo com cardiologista Rogério de Moura, coordenador do serviço de cardiologia do Hospital Balbino, "para proteger o coração, o ideal é praticar exercícios durante 45 minutos a 1 hora, 5 vezes por semana". Para quem não gosta de academia, o médico recomenda caminhar pelo quarteirão, na praia ou em parques verdes. Outra opção é buscar aulas que fujam do convencional.
5-Mantenha os ovos na dieta
Antes considerado inimigo do coração, o ovo entrou na lista dos alimentos importantes. Ele é rico em colina, nutriente que protege a memória e combate a fadiga. A gema ainda contém antioxidantes, como zinco, ferro, selênio e vitaminas A e E. Segundo a nutróloga Liliane Oppermann, ele pode ser consumido diariamente por quem não come carne, desde que não seja frito. Já para os carnívoros, a recomendação é ingerir até 3 ovos por semana.
6-Uma taça de vinho, pode. Exagerar no álcool, não.
O álcool em excesso pode sobrecarregar o fígado, além de trazer problemas de concentração, aumentar a frequência dos batimentos cardíacos e irritar a mucosa do estômago, podendo causando gastrite e úlcera. Por outro lado, o vinho pode fazer bem para a saúde. Além de evitar infartos e derrames cerebrais, o consumo de 250 ml de vinho tinto, todas as noites, reduz os níveis do hormônio estrogênio, que é conhecido por aumentar os riscos de desenvolvimento de câncer de mama.
7-Evite o refrigerante, inclusive nas versões diet ou light
Os refrigerantes diet e light podem ter poucas calorias, mas são ricos em outras substâncias que também podem fazer mal ao organismo, como sódio, corantes e conservantes. "Os adoçantes empregados na composição dos produtos light e diet - geralmente ciclamato, sacarina e aspartame - também não são os mais saudáveis", orienta a médica Liliane Oppermann.
Os 10 piores alimentos alimentos para o corpo
8-Coma um jantar leve, mas coma
A prática de não comer nada no fim do dia não é saudável. Como o corpo ficará horas sem receber nenhum nutriente, durante o sono, dormir de barriga vazia pode gerar uma fome desproporcional no café da manhã. Para um jantar leve e nutritivo, Liliane Oppermann dá a dica: "Para pessoas que costumam fazer 6 refeições diárias, que incluem lanche da manhã, da tarde e ceia, além de almoço e jantar, recomendo um grelhado com salada crua, meio prato de legumes e uma porção de arroz integral".
9-Faça boas escolhas no supermercado
A nutróloga Liliane Opperman lista as melhores escolhas para um cardápio saudável: "A aveia contém vitaminas do complexo B e fibras, que evitam picos de insulina; o azeite extravirgem é rico em vitaminas D e E, além de gorduras boas para o coração; o iogurte contém cálcio para ossos fortes e probióticos, que atuam na regularização da função intestinal; o salmão é rico em proteínas e ômega-3, que protege o coração; o chá verde é rico em polifenois, que estimulam o metabolismo, previnem cáries nos dentes e obesidade e vegetais crucíferos, como brócolis, nabo e couve-flor que, além de fibras, contém I3 carbinol, um fotoquímico que mantém células cancerosas à distância".
10-Não conte as calorias gastas na esteira
A maioria das esteiras e bicicletas ergométricas possui contador de calorias, mas nem nas mais modernas essa contagem é confiável. "Aquela informação nunca será precisa. É preciso relacionar muitos fatores para chegar a esse resultado, que não pode ser pasteurizado para todos os alunos. Movimentar os braços durante a caminhada na esteira, por exemplo, aumento o gasto calórico em 10%, mas não é possível contabilizar esse gasto através do aparelho. Para alcançar seus objetivos, o melhor é conversar com o profissional", explica o treinador físico Ricardo Wesley.
Levar uma vida saudável é a melhor forma de afastar doenças cardiovasculares, obesidade e até câncer. Mas você sabe o que fazer para manter a saúde em dia? A seguir, confira algumas dicas simples e eficazes:
1-Inclua castanhas na rotina alimentar
"Castanhas-do-pará, de caju, nozes e amêndoas possui baixo índice glicêmico, o que significa que não alteram os níveis de insulina no sangue e provocam sensação de saciedade. Também são fontes ricas em fibras, ferro, vitamina E e selênio, mineral importante para o bom funcionamento da tireoide", diz a a nutróloga Liliane Oppermann. Para aproveitar tudo que as castanhas têm de bom, sem exagerar nas calorias, Liliane recomenda a ingestão de 2 castanhas-do-pará, 3 castanhas de caju, 2 nozes ou 5 amêndoas (escolha apenas uma das opções).
2-Reduza a ingestão de sal e aumente o consumo de água
Além de favorecer o inchaço de pernas, pés, barriga e outras regiões do corpo, o excesso de sal pode comprometer a saúde. "A retenção de líquidos provocada pelo consumo exagerado de sal sobrecarrega o coração, rins e vasos sanguíneos e também pode levar à hipertensão", explica a médica Liliane Oppermann. A nutróloga recomenda a ingestão de 2 litros de água. Leite, água de coco e sucos podem ajudar a alcançar esse patamar, mas o ideal é que a água pura seja a principal fonte.
3-Não pule o café da manhã
O café da manhã diário é necessário para nutrir o organismo. "É o momento em que o corpo está ávido por nutrientes, já que passou 7 ou 8 horas em jejum, durante o sono. O organismo precisa de energia para começar o dia, além de vitaminas e sais minerais. Se uma pessoa comer fruta no café da manhã, seus nutrientes serão mais bem aproveitados do que antes de dormir", orienta a nutróloga Liliane Oppermann. Um café da manhã saudável evita o consumo de calorias extras ao longo do dia. Sem a primeira refeição, o organismo passará a manhã sem energia e a fome também virá com mais intensidade ao longo da tarde.
4-Pratique exercícios físicos regularmente
Os exercícios físicos devem fazer parte da rotina, inclusive, de quem não precisa perder peso. Uma simples caminhada diária pode melhorar o humor e afastar doenças do coração. De acordo com cardiologista Rogério de Moura, coordenador do serviço de cardiologia do Hospital Balbino, "para proteger o coração, o ideal é praticar exercícios durante 45 minutos a 1 hora, 5 vezes por semana". Para quem não gosta de academia, o médico recomenda caminhar pelo quarteirão, na praia ou em parques verdes. Outra opção é buscar aulas que fujam do convencional.
5-Mantenha os ovos na dieta
Antes considerado inimigo do coração, o ovo entrou na lista dos alimentos importantes. Ele é rico em colina, nutriente que protege a memória e combate a fadiga. A gema ainda contém antioxidantes, como zinco, ferro, selênio e vitaminas A e E. Segundo a nutróloga Liliane Oppermann, ele pode ser consumido diariamente por quem não come carne, desde que não seja frito. Já para os carnívoros, a recomendação é ingerir até 3 ovos por semana.
6-Uma taça de vinho, pode. Exagerar no álcool, não.
O álcool em excesso pode sobrecarregar o fígado, além de trazer problemas de concentração, aumentar a frequência dos batimentos cardíacos e irritar a mucosa do estômago, podendo causando gastrite e úlcera. Por outro lado, o vinho pode fazer bem para a saúde. Além de evitar infartos e derrames cerebrais, o consumo de 250 ml de vinho tinto, todas as noites, reduz os níveis do hormônio estrogênio, que é conhecido por aumentar os riscos de desenvolvimento de câncer de mama.
7-Evite o refrigerante, inclusive nas versões diet ou light
Os refrigerantes diet e light podem ter poucas calorias, mas são ricos em outras substâncias que também podem fazer mal ao organismo, como sódio, corantes e conservantes. "Os adoçantes empregados na composição dos produtos light e diet - geralmente ciclamato, sacarina e aspartame - também não são os mais saudáveis", orienta a médica Liliane Oppermann.
Os 10 piores alimentos alimentos para o corpo
8-Coma um jantar leve, mas coma
A prática de não comer nada no fim do dia não é saudável. Como o corpo ficará horas sem receber nenhum nutriente, durante o sono, dormir de barriga vazia pode gerar uma fome desproporcional no café da manhã. Para um jantar leve e nutritivo, Liliane Oppermann dá a dica: "Para pessoas que costumam fazer 6 refeições diárias, que incluem lanche da manhã, da tarde e ceia, além de almoço e jantar, recomendo um grelhado com salada crua, meio prato de legumes e uma porção de arroz integral".
9-Faça boas escolhas no supermercado
A nutróloga Liliane Opperman lista as melhores escolhas para um cardápio saudável: "A aveia contém vitaminas do complexo B e fibras, que evitam picos de insulina; o azeite extravirgem é rico em vitaminas D e E, além de gorduras boas para o coração; o iogurte contém cálcio para ossos fortes e probióticos, que atuam na regularização da função intestinal; o salmão é rico em proteínas e ômega-3, que protege o coração; o chá verde é rico em polifenois, que estimulam o metabolismo, previnem cáries nos dentes e obesidade e vegetais crucíferos, como brócolis, nabo e couve-flor que, além de fibras, contém I3 carbinol, um fotoquímico que mantém células cancerosas à distância".
10-Não conte as calorias gastas na esteira
A maioria das esteiras e bicicletas ergométricas possui contador de calorias, mas nem nas mais modernas essa contagem é confiável. "Aquela informação nunca será precisa. É preciso relacionar muitos fatores para chegar a esse resultado, que não pode ser pasteurizado para todos os alunos. Movimentar os braços durante a caminhada na esteira, por exemplo, aumento o gasto calórico em 10%, mas não é possível contabilizar esse gasto através do aparelho. Para alcançar seus objetivos, o melhor é conversar com o profissional", explica o treinador físico Ricardo Wesley.
Fonte: Bem Estar GNT
sexta-feira, 22 de julho de 2016
Atividade física deve ser recomendada como tratamento e prevenção de Doenças
Apesar de a prática de exercício físico regular trazer inúmeros benefícios à saúde e ser um dos métodos preventivos mais eficientes contra muitas doenças, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o sedentarismo é uma das principais causas das 300 mil mortes anuais por doenças cardíacas do país.
Para o cardiologista e médico do esporte Daniel Kopiler, a atividade física deveria ser recomendada como medicação.
“O maior desafio é tornar a atividade física uma prioridade para melhorar a saúde da população e reduzir os riscos de doenças como diabetes, hipertensão, obesidade, entre outras”, defende.
De acordo com o especialista, “o exercício físico diminui em cerca de 30% os riscos de desenvolver doença coronariana, e reduz aproximadamente em 50% os riscos de hipertensão”.
Segundo Kopiler, um levantamento realizado com cardiologistas nos EUA mostrou que apenas 15 em cada 100 médicos reforçavam voluntariamente a importância da atividade física para seus pacientes em reabilitação cardíaca.
“Há muitas pesquisas sobre novos medicamentos, mas o melhor deles, o mais antigo e democrático, tem sido preterido. Todos os profissionais de saúde deveriam recomendar atividade física para tratamento e prevenção de doenças”, recomenda.
Um estudo realizado em 2002 pelo pesquisador Jonathan Myers (Universidade Stanford, EUA) comparou a aptidão física entre homens até 70 anos com e sem doença cardiovascular.
As pessoas sem doença cardiovascular que não tinham preparo físico adequado apresentaram risco de mortalidade duas vezes maior do que o grupo que tinha doença cardiovascular e ótimo preparo físico.
Fonte: Saude.terra
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Em 10 anos, Brasil pode ter 75 milhões de crianças obesas uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos está acima do peso
Obesos entre meninos chegam a 16,6% e 11,8% entre meninas
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério da Saúde, fez estudo que revelou que uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos de idade está acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os obesos entre os meninos chegam a 16,6%, e as meninas somam 11,8%. Se nada for feito para mudar esse quadro, a OMS estima que, até o ano de 2025, haja 75 milhões de crianças com sobrepeso e obesidade no Brasil.
Em 2010, o Ministério da Saúde e o IBGE divulgaram dois grandes levantamentos sobre o excesso de peso e a obesidade no Brasil, O Vigitel Brasil 2009, que usa como metodologia para coleta de dados inquéritos telefônicos e abrange pessoas maiores de 18 anos; e a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008 – 2009 (POF) que realiza as avaliações a partir dos 5 anos de idade.
Acesse aqui o estudo VIGITEL
Erros alimentares que estimulam a obesidade
A obesidade, além de trazer problemas psicológicos, pode desencadear doenças como diabetes, depressão e alguns tipos de câncer. A recomendação para solucionar o problema é a educação alimentar e nutricional de pais e filhos.
Os “erros” alimentares mais comuns na dieta dos brasileiros são: a ingestão excessiva de açúcar, alimentos processados, sódio e gordura saturada; e a baixa ingestão de frutas, hortaliças e água, a supervalorização do consumo de carnes.
Hábitos Ruins
Comer na frente da TV, ingerir sem uma boa mastigação, engolir compulsivamente ou compensar sentimentos com alimentos hipercalóricos (com a típica frase dos pais e mães "se comer tudo ganha sobremesa") são alguns comportamentos inadequados que impedem o cérebro de trabalhar com a sensação de estar ou não saciado.
"Uma mente distraída na hora da refeição não percebe se comeu um, dois ou três pratos de comida. O melhor que pais e mães devem fazer é aderir a um projeto de reeducação alimentar em grupo. Além, claro, de incentivar e dar o exemplo de refeições saudáveis dentro de casa", explica a nutricionista Lenycia Neri.
Para Karoline Basquerote, especialista em Nutrição Clínica e Doenças Crônicas e em Nutrição em Pediatria, os pais devem ser os primeiros a dar o exemplo em casa adotando uma alimentação saudável. Ela diz que estudos mostram que eles tendem a subestimar o peso corporal dos filhos.
"Também não podemos esquecer as preferências dos pais pelos alimentos industrializados por causa da facilidade de preparo e consumo", observa Karoline, que também é Professora de Nutrição do Tempo Integral.
Como Tratar a Obesidade Infantil
O tratamento para obesidade infantil deve ser feito de forma progressiva e sob orientação do pediatra e de um nutricionista.
Normalmente, o tratamento para obesidade infantil deve incluir mudanças na alimentação da criança e aumento dos níveis de exercício físico, dependendo da sua idade e estado de saúde geral.
Raramente, o médico poderá recomendar o uso de remédios para ajudar a diminuir o apetite ou a cirurgia para redução de peso.
Dicas para a Alimentação da Criança
Os pais devem ajudar a criança a adotar hábitos de alimentação saudáveis e, para isso, algumas dicas São:
- Evitar comprar alimentos industrializados, que são açucarados ou gordurosos, como bolachas, refeições pré-preparadas;
- Comprar uma grande variedade de frutas e legumes e dar preferência às frutas cítricas e aos vegetais comidos crus;
- Os vegetais que necessitam ser cozidos, como a vagem, a berinjela, a abobrinha ou os cogumelos, devem ser preparados ao vapor, sem sal e o azeite deve ser adicionado em pouca quantidade;
- Não oferecer à criança refrigerantes, dando preferência à água e sucos de fruta naturais;
- Comprar um prato de tamanho infantil;
- Evitar que a criança fique distraída durante a refeição, não deixando que veja televisão ou utilize jogos;
Estas dicas devem ser adaptadas de acordo com o estilo de vida da família e segundo as orientações do nutricionista.
Como Aumentar a Atividade Física da Criança
A prática regular de exercício físico é fundamental para ajudar a criança a perder peso. Algumas dicas para ajudar os pais a incentivar o exercício incluem:
- Limitar o uso de computador e televisão em até 2 horas por dia;
- Procurar atividades que a criança goste;
- Incentivar a família a participar regularmente atividades ao ar livre;
- Permitir que a criança experimente várias atividades.
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