segunda-feira, 25 de julho de 2016

10 dicas para ter uma vida saudável

Você sabe o que fazer para ter uma vida saudável? Listamos 10 dicas simples e práticas para você viver bem. Confira!




Levar uma vida saudável é a melhor forma de afastar doenças cardiovasculares, obesidade e até câncer. Mas você sabe o que fazer para manter a saúde em dia? A seguir, confira algumas dicas simples e eficazes:

1-Inclua castanhas na rotina alimentar

"Castanhas-do-pará, de caju, nozes e amêndoas possui baixo índice glicêmico, o que significa que não alteram os níveis de insulina no sangue e provocam sensação de saciedade. Também são fontes ricas em fibras, ferro, vitamina E e selênio, mineral importante para o bom funcionamento da tireoide", diz a a nutróloga Liliane Oppermann. Para aproveitar tudo que as castanhas têm de bom, sem exagerar nas calorias, Liliane recomenda a ingestão de 2 castanhas-do-pará, 3 castanhas de caju, 2 nozes ou 5 amêndoas (escolha apenas uma das opções).



2-Reduza a ingestão de sal e aumente o consumo de água

Além de favorecer o inchaço de pernas, pés, barriga e outras regiões do corpo, o excesso de sal pode comprometer a saúde. "A retenção de líquidos provocada pelo consumo exagerado de sal sobrecarrega o coração, rins e vasos sanguíneos e também pode levar à hipertensão", explica a médica Liliane Oppermann. A nutróloga recomenda a ingestão de 2 litros de água. Leite, água de coco e sucos podem ajudar a alcançar esse patamar, mas o ideal é que a água pura seja a principal fonte.


3-Não pule o café da manhã

O café da manhã diário é necessário para nutrir o organismo. "É o momento em que o corpo está ávido por nutrientes, já que passou 7 ou 8 horas em jejum, durante o sono. O organismo precisa de energia para começar o dia, além de vitaminas e sais minerais. Se uma pessoa comer fruta no café da manhã, seus nutrientes serão mais bem aproveitados do que antes de dormir", orienta a nutróloga Liliane Oppermann. Um café da manhã saudável evita o consumo de calorias extras ao longo do dia. Sem a primeira refeição, o organismo passará a manhã sem energia e a fome também virá com mais intensidade ao longo da tarde.


4-Pratique exercícios físicos regularmente

Os exercícios físicos devem fazer parte da rotina, inclusive, de quem não precisa perder peso. Uma simples caminhada diária pode melhorar o humor e afastar doenças do coração. De acordo com cardiologista Rogério de Moura, coordenador do serviço de cardiologia do Hospital Balbino, "para proteger o coração, o ideal é praticar exercícios durante 45 minutos a 1 hora, 5 vezes por semana". Para quem não gosta de academia, o médico recomenda caminhar pelo quarteirão, na praia ou em parques verdes. Outra opção é buscar aulas que fujam do convencional.


5-Mantenha os ovos na dieta

Antes considerado inimigo do coração, o ovo entrou na lista dos alimentos importantes. Ele é rico em colina, nutriente que protege a memória e combate a fadiga. A gema ainda contém antioxidantes, como zinco, ferro, selênio e vitaminas A e E. Segundo a nutróloga Liliane Oppermann, ele pode ser consumido diariamente por quem não come carne, desde que não seja frito. Já para os carnívoros, a recomendação é ingerir até 3 ovos por semana.


6-Uma taça de vinho, pode. Exagerar no álcool, não.

O álcool em excesso pode sobrecarregar o fígado, além de trazer problemas de concentração, aumentar a frequência dos batimentos cardíacos e irritar a mucosa do estômago, podendo causando gastrite e úlcera. Por outro lado, o vinho pode fazer bem para a saúde. Além de evitar infartos e derrames cerebrais, o consumo de 250 ml de vinho tinto, todas as noites, reduz os níveis do hormônio estrogênio, que é conhecido por aumentar os riscos de desenvolvimento de câncer de mama.


7-Evite o refrigerante, inclusive nas versões diet ou light

Os refrigerantes diet e light podem ter poucas calorias, mas são ricos em outras substâncias que também podem fazer mal ao organismo, como sódio, corantes e conservantes. "Os adoçantes empregados na composição dos produtos light e diet - geralmente ciclamato, sacarina e aspartame - também não são os mais saudáveis", orienta a médica Liliane Oppermann.
Os 10 piores alimentos alimentos para o corpo

8-Coma um jantar leve, mas coma

A prática de não comer nada no fim do dia não é saudável. Como o corpo ficará horas sem receber nenhum nutriente, durante o sono, dormir de barriga vazia pode gerar uma fome desproporcional no café da manhã. Para um jantar leve e nutritivo, Liliane Oppermann dá a dica: "Para pessoas que costumam fazer 6 refeições diárias, que incluem lanche da manhã, da tarde e ceia, além de almoço e jantar, recomendo um grelhado com salada crua, meio prato de legumes e uma porção de arroz integral".


9-Faça boas escolhas no supermercado

A nutróloga Liliane Opperman lista as melhores escolhas para um cardápio saudável: "A aveia contém vitaminas do complexo B e fibras, que evitam picos de insulina; o azeite extravirgem é rico em vitaminas D e E, além de gorduras boas para o coração; o iogurte contém cálcio para ossos fortes e probióticos, que atuam na regularização da função intestinal; o salmão é rico em proteínas e ômega-3, que protege o coração; o chá verde é rico em polifenois, que estimulam o metabolismo, previnem cáries nos dentes e obesidade e vegetais crucíferos, como brócolis, nabo e couve-flor que, além de fibras, contém I3 carbinol, um fotoquímico que mantém células cancerosas à distância".


10-Não conte as calorias gastas na esteira

A maioria das esteiras e bicicletas ergométricas possui contador de calorias, mas nem nas mais modernas essa contagem é confiável. "Aquela informação nunca será precisa. É preciso relacionar muitos fatores para chegar a esse resultado, que não pode ser pasteurizado para todos os alunos. Movimentar os braços durante a caminhada na esteira, por exemplo, aumento o gasto calórico em 10%, mas não é possível contabilizar esse gasto através do aparelho. Para alcançar seus objetivos, o melhor é conversar com o profissional", explica o treinador físico Ricardo Wesley.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Atividade física deve ser recomendada como tratamento e prevenção de Doenças


Apesar de a prática de exercício físico regular trazer inúmeros benefícios à saúde e ser um dos métodos preventivos mais eficientes contra muitas doenças, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o sedentarismo é uma das principais causas das 300 mil mortes anuais por doenças cardíacas do país.


Para o cardiologista e médico do esporte Daniel Kopiler, a atividade física deveria ser recomendada como medicação.

“O maior desafio é tornar a atividade física uma prioridade para melhorar a saúde da população e reduzir os riscos de doenças como diabetes, hipertensão, obesidade, entre outras”, defende.

De acordo com o especialista, “o exercício físico diminui em cerca de 30% os riscos de desenvolver doença coronariana, e reduz aproximadamente em 50% os riscos de hipertensão”.

Segundo Kopiler, um levantamento realizado com cardiologistas nos EUA mostrou que apenas 15 em cada 100 médicos reforçavam voluntariamente a importância da atividade física para seus pacientes em reabilitação cardíaca.

“Há muitas pesquisas sobre novos medicamentos, mas o melhor deles, o mais antigo e democrático, tem sido preterido. Todos os profissionais de saúde deveriam recomendar atividade física para tratamento e prevenção de doenças”, recomenda.

Um estudo realizado em 2002 pelo pesquisador Jonathan Myers (Universidade Stanford, EUA) comparou a aptidão física entre homens até 70 anos com e sem doença cardiovascular.

As pessoas sem doença cardiovascular que não tinham preparo físico adequado apresentaram risco de mortalidade duas vezes maior do que o grupo que tinha doença cardiovascular e ótimo preparo físico.

Fonte: Saude.terra

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Soja ajuda na prevenção de doenças e no controle do peso


O Brasil é um dos maiores produtores de soja do mundo. Porém, os brasileiros em sua maioria consomem apenas o óleo de soja. Inúmeros estudos mostram os benefícios da soja e seus derivados. Que apesar de possuir um alto valor nutricional, ainda combatem doenças do coração, diabetes, osteoporose, câncer de útero, mal de Alzheimer e sintomas da menopausa. Apesar disso, a soja é considerada uma fonte de proteína completa podendo ser comparada com a qualidade de proteína da carne, ovos e leite.
A soja é uma grande aliada no controle do peso, pois produz a sensação de saciedade por mais tempo no organismo de quem a ingere. E essa saciedade é semelhante aos de outras proteínas (lácteas e trigo). E estudos comprovaram que uma dieta com a composição energética da soja ajuda na redução do peso e gordura corporal.
E, além disso, a soja é um alimento sustentável se comparada com as proteínas animais. Pois para ser produzida exige menos água, energia e recursos naturais e a plantação do grão requer um aproveitamento de terra bem maior do que outros grãos e proteínas animais.

E a soja pode de ser consumida de várias formas:

→ Leite de soja
→ Grãos
→ Farinha de soja
→ Carne de soja
→ Queijo de soja
→ Soja preta

Dica importante: De acordo com a nutricionista Bruna Murta, a soja é um alimento versátil que pode ser utilizada na preparação de várias receitas. E pode, ainda, ser substituta do ovo em receitas.


Fonte: Obesidade Controlada

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Em 10 anos, Brasil pode ter 75 milhões de crianças obesas uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos está acima do peso


Obesos entre meninos chegam a 16,6% e 11,8% entre meninas

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério da Saúde, fez estudo que revelou que uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos de idade está acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os obesos entre os meninos chegam a 16,6%, e as meninas somam 11,8%. Se nada for feito para mudar esse quadro, a OMS estima que, até o ano de 2025, haja 75 milhões de crianças com sobrepeso e obesidade no Brasil.

Em 2010, o Ministério da Saúde e o IBGE divulgaram dois grandes levantamentos sobre o excesso de peso e a obesidade no Brasil, O Vigitel Brasil 2009, que usa como metodologia para coleta de dados inquéritos telefônicos e abrange pessoas maiores de 18 anos; e a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008 – 2009 (POF) que realiza as avaliações a partir dos 5 anos de idade. 

Acesse aqui o estudo VIGITEL

Erros alimentares que estimulam a obesidade

A obesidade, além de trazer problemas psicológicos, pode desencadear doenças como diabetes, depressão e alguns tipos de câncer. A recomendação para solucionar o problema é a educação alimentar e nutricional de pais e filhos.

Os “erros” alimentares mais comuns na dieta dos brasileiros são: a ingestão excessiva de açúcar, alimentos processados, sódio e gordura saturada; e a baixa ingestão de frutas, hortaliças e água, a supervalorização do consumo de carnes.

Hábitos Ruins

Comer na frente da TV, ingerir sem uma boa mastigação, engolir compulsivamente ou compensar sentimentos com alimentos hipercalóricos (com a típica frase dos pais e mães "se comer tudo ganha sobremesa") são alguns comportamentos inadequados que impedem o cérebro de trabalhar com a sensação de estar ou não saciado.

"Uma mente distraída na hora da refeição não percebe se comeu um, dois ou três pratos de comida. O melhor que pais e mães devem fazer é aderir a um projeto de reeducação alimentar em grupo. Além, claro, de incentivar e dar o exemplo de refeições saudáveis dentro de casa", explica a nutricionista Lenycia Neri.

Para Karoline Basquerote, especialista em Nutrição Clínica e Doenças Crônicas e em Nutrição em Pediatria, os pais devem ser os primeiros a dar o exemplo em casa adotando uma alimentação saudável. Ela diz que estudos mostram que eles tendem a subestimar o peso corporal dos filhos.

"Também não podemos esquecer as preferências dos pais pelos alimentos industrializados por causa da facilidade de preparo e consumo", observa Karoline, que também é Professora de Nutrição do Tempo Integral.

Como Tratar a Obesidade Infantil

O tratamento para obesidade infantil deve ser feito de forma progressiva e sob orientação do pediatra e de um nutricionista.

Normalmente, o tratamento para obesidade infantil deve incluir mudanças na alimentação da criança e aumento dos níveis de exercício físico, dependendo da sua idade e estado de saúde geral.
Raramente, o médico poderá recomendar o uso de remédios para ajudar a diminuir o apetite ou a cirurgia para redução de peso.

Dicas para a Alimentação da Criança

Os pais devem ajudar a criança a adotar hábitos de alimentação saudáveis e, para isso, algumas dicas São:

  • Evitar comprar alimentos industrializados, que são açucarados ou gordurosos, como bolachas, refeições pré-preparadas;
  • Comprar uma grande variedade de frutas e legumes e dar preferência às frutas cítricas e aos vegetais comidos crus;
  • Os vegetais que necessitam ser cozidos, como a vagem, a berinjela, a abobrinha ou os cogumelos, devem ser preparados ao vapor, sem sal e o azeite deve ser adicionado em pouca quantidade;
  • Não oferecer à criança refrigerantes, dando preferência à água e sucos de fruta naturais;
  • Comprar um prato de tamanho infantil;
  • Evitar que a criança fique distraída durante a refeição, não deixando que veja televisão ou utilize jogos;


Estas dicas devem ser adaptadas de acordo com o estilo de vida da família e segundo as orientações do nutricionista.

Como Aumentar a Atividade Física da Criança

A prática regular de exercício físico é fundamental para ajudar a criança a perder peso. Algumas dicas para ajudar os pais a incentivar o exercício incluem:

  • Limitar o uso de computador e televisão em até 2 horas por dia;
  • Procurar atividades que a criança goste;
  • Incentivar a família a participar regularmente atividades ao ar livre;
  • Permitir que a criança experimente várias atividades.


Clique aqui e assista à reportagem, no Youtube, que mostra os problemas acarretados pela obesidade infantil.




Fonte: Diario do Poder e Tempo de Mulher


sábado, 16 de julho de 2016

10 Dicas para melhorar a digestão



Seu estilo de vida e sua escolha de alimentos podem afetar a forma como o corpo digere os alimentos que você come. Beber água, adicionando fibras, e exercitar-se contribuem para uma melhor saúde digestiva.

Seu sistema digestivo quebra os alimentos que você come em os nutrientes que seu corpo precisa. Se você negligenciar a sua saúde digestiva, seu corpo pode ter problemas de digestão e absorção de alimentos esses nutrientes.

Sua saúde digestiva é diretamente impactada pelos alimentos que você come e pelo estilo de vida que você vive. Ao tomar medidas para melhorar sua saúde digestiva, o seu sistema digestivo funcionará de forma mais eficiente, melhorando sua saúde e sensação de bem-estar.



01. Opte por uma dieta rica em fibras

Segundo Maria Adams, nutricionista de Marblehead, Massachusetts, consumindo uma dieta que é rica em fibras e rica em grãos integrais, verduras, legumes e frutas pode melhorar o seu digestivo saúde. "Uma dieta rica em fibras ajuda a manter os alimentos que se deslocam através de seu aparelho digestivo, tornando-o menos propensos a ficar constipado", diz Adams, acrescentando que uma dieta rica em fibras também pode ajudar a prevenir ou tratar vários problemas digestivos, tais como diverticulose, hemorróidas e síndrome do intestino irritável. Além disso, ele pode ajudá-lo a alcançar ou manter um peso saudável.



02. Consuma fibras insolúveis e solúveis

É importante consumir os dois tipos de fibra, que cada ajudam o sistema digestivo de maneiras diferentes. "A fibra insolúvel, também conhecido como volumoso, não pode ser digerida pelo organismo e, portanto, ajuda a adicionar volume às fezes", diz Adams. "A fibra solúvel atrai água e pode ajudar a prevenir fezes que são muito aguado". Boas fontes de fibras insolúveis incluem farelo de trigo, legumes e cereais integrais; obter fibra solúvel de farelo de aveia, nozes, sementes e legumes.



03. Limite os alimentos que são ricos em gordura

"Em geral, alimentos gordurosos tendem a retardar o processo digestivo, tornando-o mais propenso a prisão de ventre", diz Adams. Mas já que é importante para obter um pouco de gordura na sua dieta, Adams diz que alimentos gordurosos emparelhamento com alimentos ricos em fibras pode torná-los mais fácil em seu sistema digestivo.



04. Escolha carnes magras 

Proteína é uma parte essencial de uma dieta saudável, mas os cortes gordos de carne pode levar a digestão desconfortável. Quando você come carne, escolha cortes magros, como o lombo de porco e aves sem pele.



05. Incorpore probióticos em sua dieta 

Probióticos são as bactérias saudáveis ​​naturalmente presentes em seu aparelho digestivo. "Eles ajudam a manter o corpo saudável, combatendo os efeitos de uma dieta pobre, antibióticos e estresse", diz Adams. Além disso, os probióticos podem melhorar a absorção de nutrientes, ajudar a quebrar a lactose, fortalecer seu sistema imunológico e, possivelmente, até mesmo ajudar a tratar a síndrome do intestino irritável. Adams recomenda que as pessoas comem boas fontes de probióticos, como iogurte desnatado ou o kefir, em uma base diária.



06. Matenha uma programação da alimentação

Adams diz que consumir suas refeições e lanches em uma programação regular pode ajudar a manter seu sistema digestivo em forma. Destinam-se a sentar-se no café da manhã, almoço, jantar e lanches em torno do mesmo tempo cada dia.



07. Mantenha-se hidratada

Beber muita água é bom para a sua saúde digestiva, de acordo com Adams. Água em seu sistema digestivo ajuda a dissolver gorduras e fibras solúveis, permitindo que estas substâncias para passar com mais facilidade.



08. Evite maus hábitos

Evitar fumar e excesso de cafeína e álcool. licor, café e cigarros pode interferir com o funcionamento do seu sistema digestivo, e levar a problemas como úlceras do estômago e azia.



09. Exercite-se regularmente

"O exercício regular ajuda a manter os alimentos em movimento através de seu sistema digestivo, reduzindo a constipação", diz Adams. E o exercício pode ajudá-lo a manter um peso saudável , o que é bom para sua saúde digestiva. Torná-lo um ponto para trabalhar o exercício regular em sua programação semanal.



10. Cuide do stress

Demasiado stress ou a ansiedade pode fazer com que seu sistema digestivo para ir em overdrive, de acordo com Adams. Encontrar atividades para reduzir o stress que você goste e praticá-los em uma base regular.

Fonte:
Every Day Health

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Vendas diretas crescem apesar da crise




A venda baseada no contato pessoal entre vendedores e compradores cresceu 1,5% segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD)

Existe uma máxima no varejo que diz que as empresas de vendas diretas vão bem quando a economia vai bem, e também vão bem quando a economia enfrenta uma crise. Os resultados comprovam a afirmação. Enquanto o varejo tradicional acompanha a retração da economia brasileira, com quedas sucessivas desde o início do ano, a venda baseada no contato pessoal entre vendedores e compradores cresceu 1,5% nos três primeiros trimestres deste ano, segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD). Estimativas do Euromonitor International apontam que a tendência de alta pode se manter até 2019, quando o volume de negócios deve somar 42,8 bilhões de reais. Entre 2010 e 2014, as vendas diretas registraram avanço constante de 6,8%, acumulando 30% de crescimento no período, segundo a pesquisa Consumer Insights, da Kantar Worldpanel. 

São vários os motivos que explicam a boa fase das vendas diretas mesmo em tempos complicados para o varejo tradicional. Um deles é conhecido como “efeito batom”, fenômeno que leva os consumidores a gastarem mais com cuidados pessoais durante os períodos de contração da economia. “Quando o dinheiro está curto, o consumidor deixa de lado a compra de itens de alto valor e também a ida ao cinema ou ao restaurante”, diz Roberta Kuruzu, diretora executiva da ABEVD. “Mas as pessoas passam a se tratar mais e consomem maior quantidade de produtos de cuidados pessoais, tanto cosméticos quanto shakes e barras, o que chamamos de beleza de dentro para fora”, afirma Roberta.

Outro fator que vem intensificando o crescimento das vendas de produtos ligados à nutrição, saúde e bem-estar é a preocupação crescente dos brasileiros com o peso e a nutrição equilibrada. Entre 2009 e 2014, as vendas de produtos relacionados ao controle de peso cresceram 70% no país, gerando um movimento de quase 1,2 bilhão de reais. Desse total, 1 bilhão de reais são provenientes da comercialização de produtos que substituem algumas refeições, como os shakes. Os dados são do relatório Weight Management in Brazil, do instituto Euromonitor International, que prevê ainda para o segmento vendas de mais de 1,5 bilhão de reais em  2019.

O relatório mostra também que a preocupação com o peso no Brasil deixou de ser uma exclusividade das mulheres, como já ocorre nos Estados Unidos, onde 71% das mulheres e 65% dos homens consomem suplementos alimentares de dieta, segundo estudo encomendado pelo Council for Responsible Nutrition (CRN). Nesse desafio para perder peso e alcançar o bem-estar, o revendedor direto conquistou um papel importante, porque age como uma espécie de consultor, ao acompanhar o cliente e motivá-lo a manter a dieta e os hábitos de uma vida saudável. Daí a importância para o setor da opção pelas vendas diretas.

Alimentação equilibrada

“Hoje existe uma participação muito maior das pessoas em eventos esportivos, corridas de final de semana e academias”, afirma a nutricionista Andrea Zaccaro de Barros. Essas pessoas que fazem exercícios também têm procurado potencializar os resultados com alimentação equilibrada e acompanhamento de especialistas. “Antes não havia nutricionistas trabalhando com pessoas saudáveis, que buscam bem-estar e qualidade de vida. Tratávamos aquelas com problemas de saúde, como diabetes e colesterol alto”, afirma Andrea. 

O especialista em varejo Marcos Gouvêa de Souza, fundador e diretor-geral da consultoria GS&MD, elenca outros dois fatores para explicar o descolamento do desempenho do segmento de vendas diretas da crise econômica. “O primeiro e mais básico é o fato de que novos players entraram nesse canal”, afirma. O segundo e mais relevante é o fato de a venda direta representar uma renda extra para as famílias. “Quando o índice de desemprego aumenta, como vem ocorrendo no Brasil, a demanda por esse tipo de renda também cresce”, afirma Gouvêa de Souza. 

Essa percepção pode ser comprovada pelos números. Em dezembro do ano passado, o índice de desemprego medido pelo IBGE era de 4,3%. No segundo trimestre deste ano, alcançou 8,3%. Já o número de revendedores diretos, os profissionais autônomos que atuam nesse mercado, aumentou 5% no mês de setembro e 1,4% no acumulado do ano, totalizando quase 4,6 milhões de consultores em todo o país, segundo levantamento da ABEVD.

Mais vendas, mais ganhos

“No canal de vendas diretas, o profissional pode começar a trabalhar por conta própria sem a necessidade de fazer investimento inicial”, diz Roberta Kuruzu, da ABEVD. “É diferente, por exemplo, de uma pessoa que tenha sido demitida e queira investir o valor da rescisão na abertura de um varejo tradicional, que exige ponto comercial, estoque, funcionários.” O revendedor pode ainda começar a atuar em tempo parcial, dividindo seu dia com a empresa ou outro negócio. 

Além disso, Roberta ressalta que, diferentemente do que acontece em uma estrutura tradicional de empresa, os ganhos do revendedor direto estão relacionados ao seu esforço. “Em uma empresa, muitas vezes o profissional bate metas e busca capacitação sem que isso tenha efeito direto sobre a sua remuneração”, afirma Roberta. “Em vendas diretas, quanto mais ele vender, mais vai ganhar.” 

Fonte: Revista Exame

sábado, 9 de julho de 2016

Após 30 anos, estudo confirma que gorduras saturadas fazem mal à saúde


Pesquisa envolveu 120 mil pessoas.

Cientistas também revelaram os benefícios de gorduras como a do azeite.


A ingestão de gorduras saturadas da manteiga, banha de porco e carne vermelha aumenta o risco de morte prematura, como confirmou um estudo publicado nesta terça-feira (5) no Journal of the American Medical Association (JAMA) Internal Medicine.
A pesquisa, que envolveu mais de 120 mil pessoas e durou três décadas, revelou também que substituir tais alimentos por gorduras como a do azeite de oliva pode trazer benefícios substanciais para a saúde.
"Houve confusão generalizada na comunidade biomédica e no público em geral nos últimos anos sobre os efeitos na saúde de tipos específicos de gorduras", disse o autor principal do estudo, Dong Wang, doutorando em Saúde Pública na Universidade de Harvard.
"Esse estudo documenta benefícios importantes das gorduras insaturadas, especialmente quando elas substituem gorduras saturadas e trans", completou o pesquisador.
Uma das principais conclusões da pesquisa foi que as pessoas que comeram mais gorduras saturadas e trans tiveram taxas de mortalidade mais elevadas do que aquelas que consumiram o mesmo número de calorias em carboidratos.

A pesquisa apontou, ainda, que a substituição de gorduras saturadas como a da manteiga, banha e carne vermelha por gorduras insaturadas de alimentos vegetais - como azeite de oliva, óleo de canola e óleo de soja - pode oferecer "benefícios substanciais para a saúde e deve continuar sendo uma mensagem essencial nas recomendações nutricionais".
As conclusões foram baseadas em questionários respondidos por profissionais de Saúde a cada dois ou quatro anos sobre a sua dieta, estilo de vida e saúde, por até 32 anos.
As gorduras trans, incluindo as parcialmente hidrogenadas como a da margarina, tiveram os impactos mais graves na saúde.
O estudo constatou que cada aumento de 2% na ingestão de gorduras trans esteve associado com uma chance 16% maior de morrer cedo.
Cada aumento de 5% no consumo de gorduras saturadas esteve ligado a um aumento de 8% do risco de morrer.
Já a ingestão de grandes quantidades de gorduras insaturadas "esteve associada com uma mortalidade entre 11% e 19% menor em comparação com o consumo do mesmo número de calorias provenientes de carboidratos", disse o estudo.
Estas incluíram gorduras poli-insaturadas, como ômega-3 e ômega-6, encontrados em óleos de peixe, de soja e de canola.
"As pessoas que substituíram as gorduras saturadas por gorduras insaturadas - especialmente por gorduras poli-insaturadas - tiveram um risco de morte geral significativamente menor durante o período do estudo, assim como um menor risco de morte por doenças cardiovasculares, câncer, doenças neurodegenerativas e doenças respiratórias, em comparação com aquelas que mantiveram o consumo elevado de gorduras saturadas", acrescenta a investigação.
Enquanto alguns especialistas ressaltaram que o estudo foi observacional e se baseou em questionários, os quais podem gerar respostas intencionais, o resultado geral está em consonância com muitos outros grandes estudos sobre alimentação e saúde.
De acordo com Ian Johnson, pesquisador emérito do Instituto de Investigação Alimentar da Grã-Bretanha, os "resultados são consistentes com as recomendações de saúde pública atuais no Reino Unido e em outros lugares e, em particular, com o conceito de que a dieta mediterrânea - rica em gorduras insaturadas de vegetais, peixes e azeite de oliva - é benéfica".
"Não há nada nesses resultados que seja consistente com a ideia de que 'a manteiga está de volta'", acrescentou Johnson, que não participou do estudo.

Fonte: G1

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Como odiar menos o seu trabalho



Muitos se sentem presos, infelizes e sem perspectiva em seu trabalho atual...

Um artigo da Harvard Business Review pode ajudar quem está com problemas para curtir as horas no serviço - mas que precisa do trampo mesmo assim. Não queremos generalizar, já que existem pessoas com situações realmente espinhosas no trabalho. Mas boa parte dos problemas é contornável. Confira algumas coisas que possivelmente você não está fazendo e que podem te ajudar a sair do ciclo vicioso que é não gostar do trabalho:

Celebre suas conquistas

Pode parecer óbvio dizer que você deve celebrar a conclusão de metas, mas uma dica mais prática é não fazer apenas uma lista de coisas a resolver, mas uma lista de coisas que você já resolveu. No fim do dia, você verá seu progresso quantificado - e isso irá te ajudar a perceber que você não passou o dia todo a toa, além de te ajudar a identificar coisas que você faz bem.

Não se isole e procure amigos empolgados

Nossas relações pessoais na firma tem um efeito extremamente importante na forma com que encaramos o trabalho. Mas quando estamos chateados com o emprego, fica fácil se isolar dos colegas. O artigo mostra que a paixão por uma causa em ambientes profissionais é contagiosa. Em outras palavras, é mais fácil curtir o trabalho quando você está perto de pessoas empolgadas. Está difícil encontrar gente animada ao seu redor? Vá a eventos do trabalho ou se ofereça para ajudar recém-chegados que, normalmente, tem uma energia extra. Além de conhecer novas pessoas, seu trabalho ganha uma nova função e significado.

Descubra no que você é bom

Provavelmente o que você faz bem é o que te deixa feliz. Dê uma olhada nos seus emails e veja que tipo de habilidade é necessária para resolver o que as pessoas estão pedindo - normalmente se os pedidos chegam até você é porque você é considerado capaz no necessário para a resolução. Pense sobre as suas habilidades e busque novos desafios relacionados a elas, proponha novos projetos.

fonte: Harvard Business Review via Revista Galileu

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Quem bebe refrigerante diet consome mais calorias nas refeições




Estudo americano mostrou que substituir o refrigerante comum pelo sem açúcar nem sempre melhora a alimentação de pessoas acima do peso


Substituir refrigerantes normais pelos diet não necessariamente implica em uma melhora na alimentação. Isso porque um novo estudo concluiu que pessoas obesas ou com sobrepeso que fazem essa troca consomem, em média, mais calorias totais ao longo do dia do que aquelas que continuam bebendo refrigerantes com açúcar. “Elas acabam comendo mais alimentos sólidos nas principais refeições e lanches”, diz Sara Bleich, professora da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, e coordenadora da pesquisa.


O trabalho se baseou nos dados de aproximadamente 24 000 pessoas com mais de 20 anos de idade que haviam participado de um estudo nacional entre 1999 e 2012. Os resultados foram publicados nesta quinta-feira no periódico American Journal of Public Health.


Segundo a pesquisa, entre os participantes obesos, aqueles que bebiam refrigerantes diet consumiam, em média, 2 058 calorias ao dia, enquanto os que preferiam refrigerantes normais consumiam 1 897 calorias diariamente. Entre as pessoas que tinham sobrepeso, essa diferença foi de 1 965 contra 1 874 calorias diárias.


Hipóteses — Para os autores do estudo, é possível que adoçantes artificiais ativem de forma mais intensa as regiões do cérebro responsáveis pelo sistema de recompensa. Consequentemente, as pessoas que consomem esse produto podem ser induzidas a comer mais porque sentem que não há açúcar suficiente na corrente sanguínea.


Essa tese, porém, ainda não está comprovada. Alguns médicos acreditam que o refrigerante diet em si não faz com que uma pessoa coma mais e engorde, mas sim o fato de as pessoas sentirem que podem “compensar” o refrigerante diet com a ingestão de alimentos mais calóricos. “Os resultados do nosso estudo sugerem que adultos com sobrepeso ou obesidade que desejam perder ou manter o peso, e que já substituíram refrigerantes comuns pelos diet, devem ficar atentos aos outros componentes da alimentação, especialmente os lanches que comem entre as refeições”, diz Sara.



fonte: MED LINE PLUS

sábado, 2 de julho de 2016

6 táticas para a sua dieta sobreviver ao fim de semana

Durante a semana a rotina alimentar segue na linha, sem muitos problemas. Mas é no Sábado e no Domingo que a vontade de comer guloseimas aperta. Se o seu objetivo é emagrecer: controle a ansiedade e siga as nossas táticas – infalíveis!

Os passos básicos para ter uma vida saudável você já segue: mantem as tentações distantes, traça objetivos a médio e a longo prazos e encara os exercícios físicos como prioridade no dia a dia. Porém, é no fim de semana que você se depara com obstáculos quase impossíveis de enfrentar: tem festa de aniversário da sua melhor amiga, quer curtir o friozinho com fondue e vinho ao lado do boy ou até pegar aquele cineminha com pipoca que promete. Calma, dá para curtir o seu weekend sem colocar tudo a perder. Nós mostramos como.

1. Acorde cedo para manter a rotina de exercícios e não pular refeições

Se você deixar de fazer uma das refeições, automaticamente, vai sentir mais fome na próxima. “Isso pode gerar uma compensação desnecessária ao longo do dia e prejudicar os neurotransmissores que fazem com que o apetite apareça fora do horário. Além disso, o metabolismo fica mais lento e a dificuldade em emagrecer aumenta”, explica Natália Colombo, nutricionista funcional da clínica NCnutre, de São Paulo. A regra número 1 para evitar a cilada é: mantenha os horários do fim de semana parecidos com a rotina de segunda à sexta. Se sair fora do esquema em algum período, volte assim que possível.

2. Abusou das guloseimas? Deixe o estrago para apenas uma refeição

Nós sabemos, a vontade de comer todas as delícias no fim de semana é grande. No geral, as pessoas abusam em uma refeição e, a partir daí, desistem da dieta inteira e continuam saindo da linha no restante do dia. Pronto, já vai perceber o estrago na balança logo na segunda-feira. “Você precisa manter o controle: se sair da dieta em uma refeição, não pule as seguintes e nem deixe de comer — volte pra dieta e siga em frente”, incentiva a especialista.

3. Sempre na ativa, mesmo longe da academia

“Além da pratica de atividade física ser fundamental pra saúde e perda de peso, se manter ativa nos finais de semana aumenta a produção de substâncias que proporcionam a sensação de bem-estar. Isso vai fazer com que você não busque essa compensação nos alimentos”, conta Natália. Vale tudo: andar de skate, de bicicleta, de patins, correr... O importante é não ficar parada.

4. Tem festa? Vá de barriga cheia

Casamento, aniversário, comemorações em geral são ocasiões especiais e que valem a pena aproveitar ao lado de pessoas queridas. Porém, não precisa traçar metade da bandeja de coxinhas, não é mesmo? O jeito é não exagerar nas quantidades e saber compensar os alimentos. “Uma dica é evitar chegar nessas festas com fome. Se você comer uma fruta antes, por exemplo, não vai com tanta sede ao pote e, com certeza, vai conseguir equilibrar melhor as quantidades. Além disso, tente não experimentar tudo que a festa oferece, modere na quantidade. Não deixe de comer durante o dia, pensando que assim poderá comer mais na festa” alerta a nutricionista.

5. No dia seguinte, vida que segue

Se por acaso exagerou na noite (ou no dia inteiro) anterior, volte à rotina habitual e dê preferência para alimentos mais leves e em quantidades menores. Vá para a academia e compense as calorias extras com uma atividade física. “Nada de fazer loucuras e passar horas em jejum pra compensar – isso só deixa o metabolismo mais lento e o trabalho do seu corpo mais difícil”, diz a especialista.

6. Vá com calma na bebida alcoólica 

As bebidas alcoólicas são muito calóricas e intoxicam o corpo, sobrecarregando o fígado e dificultando ainda mais a eliminação de toxinas e a perda de peso. Entretanto, se for beber, tome cuidado com o tipo de bebida. A cerveja, por exemplo, aumenta a fermentação do intestino e favorece a dilatação abdominal. Já as bebidas destiladas têm um teor alcoólico muito alto e demoram mais para sair do organismo. A dica é: consuma quantidades menores de álcool e intercale com água. E claro, evite beber com o estomago vazio, por que quanto mais você beber, maior será a intoxicação. E isso vai dificultar todas as funções do seu organismo, deixando o metabolismo e a queima de gordura mais lentos. “O vinho tinto é uma boa opção, por ter diversos benefícios, como uma grande quantidade de substâncias

Fonte: Boa Forma