sábado, 6 de agosto de 2016

Hábitos saudáveis para as crianças



Com a correria do dia a dia, ás vezes, esquecemos de cobrar os bons hábitos de nossas crianças. Para que isso não passe em branco, vamos lembrar vocês pais, tios, avós, irmãos mais velhos, padrinhos e madrinhas a ajudar os pequenos como construir uma vida cheia de hábitos saudáveis.


Higiene Bucal: Jamais esqueça dela. Bebês que já passaram da fase de aleitamento materno e consomem comida, já podem escovar a gengiva com uma escova especial que cabe no dedo do adulto. Crianças maiores, que já conseguem segurar a colher na hora de comer, devem escovar o dente pelo menos 2 vezes ao dia e preste atenção na forma que seu filho usa a escova dentária. Para se certificar de que ele não tem dor de dente e cárie dentária, fique atento nos hábitos de sua criança desde a infância.  A criança deve ser ensinada a escovar os dentes pelo menos 2 minutos todos os dias. Ensine à criança que ela deve fazer pequenos movimentos circulares durante a escovação, além da movimento vertical. Explique que ela deve limpar a parte superior, inferior, e também a parte interna dos dentes, bem como a língua.


Lavar as Mãos: Certifique-se de seu filho lava as mãos após chegar da escola, antes das refeições, após o jogo e após a o clube ou piscina.

Espirrar em lenços: Também é saudável ensinar às crianças o hábito de espirrar em lenços, onde posteriormente serão lavadas.

Hábitos de banho: As crianças pequenas podem realmente ser impacientes enquanto tomam banho e se deixá-las decidir, elas não fazem a limpeza completa do corpo (principalmente das partes íntimas) e podem deixar xampu no cabelo.


Sono: Como está mudando nosso estilo de vida, temos o hábito de dormir menos. Essa tendência não é saudável porque as crianças precisam de boa quantidade de sono para o seu desenvolvimento e crescimento. Deixe o seu filho dormir todos os dias, no mesmo horário. Todas as crianças precisam mais de 8 horas de sono diárias, se o seu filho dorme tarde, ele vai acordar tarde, então o melhor é colocá-lo para dormir mais cedo.

Higiene: Um ponto que não pode ser esquecido é que a maior parte dos hábitos adquiridos na infância são levados pela pessoa em toda sua vida adulta.


Esporte: Incentive seu pequeno a ter um hobby ou então a praticar um esporte. Um passatempo pode aumentar a criatividade, auto-estima, prazer e realizações.

Vídeo game: aprenda a dizer não. Coloque regras, crie uma rotina, crianças precisam dela. Também limite a quantidade de tempo que as crianças passam a utilizar o computador, ver televisão ou a jogar jogos para no máximo duas horas por dia. Todas as crianças de 2 anos de idade devem participar de pelo menos 30 minutos de atividades físicas moderadas, todos os dias.

Água: Ensine ele a tomar água. De oito a dez copos de água diariamente. Comam alimentos com alta quantidade de água, tais como, melancia, laranja, abacaxi, tomate e pepino.


Hábitos Alimentares: Aprenda a dizer não mais uma vez. A criança que pode comer de tudo sem limites vai abusar das guloseimas e, consequentemente, das calorias. É interessante ter um dia por semana e situações em que os pais possam ser mais liberais.

Evite lanches fora de hora: O ideal é que a criança faça seis refeições por dia e evite beliscar fora dessas horários estabelecidos. Boas opções de lanche são frutas e sucos naturais, sem açúcar.

Não ofereça comida como recompensa: Frases como “coma toda a sopa para ganhar a sobremesa” passam a ideia de que tomar sopa não é bom e de que a sobremesa é a melhor parte da refeição.

Evite castigar: Ameaçar castigos para as crianças que não comem o que os pais oferecem só aumenta o ódio delas pela comida. Por isso, nada de frases como “se não comer a salada, não vai ganhar presente”. Fica difícil para qualquer um gostar de salada dessa maneira.

Seja persistente: Não ceda ao primeiro “não gosto disso”. A criança tem uma tendência a dizer que não gosta de uma comida que ainda não provou. É importante experimentar e exercitar, para tornar o consumo de alimentos saudáveis um hábito desde os primeiros anos de vida.

Não substitua: Muitas vezes, a criança não quer comer arroz e feijão e os pais cedem dando mamadeira. Esse erro é muito comum, e, se seu filho conseguir lhe convencer da troca uma vez, vai repetir essa estratégia sempre.

Varie o cardápio: Não sirva sempre a mesma coisa. Se você oferece muito iogurte para uma criança, ela tende a enjoar. Além disso, faltarão nutrientes em seu cardápio.


Animais: Por fim, dê um animalzinho para o seu filho cuidar, dessa forma ensine-o a ter responsabilidades.

 Fonte: euqueroajudarcuritiba

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Hábitos saudáveis compensam danos do stress no trabalho



É quase impossível escapar do stress no trabalho atualmente. Mas os danos à saúde que ele causa a longo prazo – como um maior risco de doenças cardíacas — pode ser compensado por um estilo de vida saudável, que inclui a prática de atividades físicas e a alimentação correta — além de não fumar. Essa é a conclusão de um grande estudo realizado na Universidade College London, na Grã-Bretanha, que avaliou mais de 100.000 pessoas de diversos países da Europa durante dez anos. A pesquisa foi publicada nesta segunda-feira, no periódico Canadian Medical Association Journal (CMAJ).

Participaram do estudo 102.128 pessoas de 17 a 70 anos. Elas foram classificadas de acordo com a quantidade de fatores de risco ao estilo de vida que apresentavam. Esses fatores eram: tabagismo, consumo de álcool, sedentarismo e obesidade. Elas foram classificadas entre as que seguiam um estilo de vida saudável (nenhum fator de risco), pouco saudável (um fator de risco) e não saudável (mais do que dois fatores de risco). De acordo com a pesquisa, 12% dos participantes afirmaram sofrer stress no trabalho.

Ao longo de dez anos, a taxa de doença coronariana entre os voluntários foi de 18,4 casos a cada 1.000 pessoas que sofriam stress no trabalho, e de 14,7 casos a cada 1.000 indivíduos que não sofriam do problema. A prevalência de doenças cardíacas em geral também foi maior em quem afirmou sofrer stress no trabalho: 31 casos por 1.000 pessoas – entre aquelas que não se estressavam no trabalho, por outro lado, essa taxa foi de apenas 12 por 1.000 pessoas.

Levando em conta apenas as pessoas que sofriam stress no trabalho e também tinham um estilo de vida saudável, apenas
15 a cada 1.000 pessoas apresentaram doenças cardíacas. Entre os que levavam um estilo de vida não saudável, o índice foi de 31,2 a cada 1.000 indivíduos. “Esses dados sugerem que um estilo de vida saudável pode reduzir substancialmente o risco de doença cardíaca entre as pessoas com tensão do trabalho”, concluíram os pesquisadores

Dicas:

- Durma pelo menos 8 horas por dia

- Pratique atividades físicas

- Identifique o que está provocando o stress:  É preciso saber o que está provocando o stress no trabalho para que a atitude mais correta seja tomada. O problema pode ser você, então procure avaliar se você está se sobrecarregando porque não delega funções, cobra demais de si mesmo, leva o perfeccionismo ao extremo ou por outro motivo.

- Fique atento aos sinais do seu corpo: Os problemas clínicos associados ao stress que costumam aparecer primeiro são cansaço e desânimo desproporcionais, fadiga constante, dificuldades de concentração, problemas de memória, comportamento explosivos e irritabilidade.

- Seja flexível, não abrace o mundo:  Não delegar tarefas e cobrar muito de si são alguns dos comportamentos que podem se virar contra você, já que colaboram com o aumento do stress no trabalho.

- Conheça o emprego antes de aceitá-lo: Saber quais são as características do seu emprego é fundamental para evitar uma quebra de expectativa e uma frustração.

- Não limite sua vida ao trabalho: Quando a vida de uma pessoa está resumida somente ao trabalho, ou seja, quando nada mais lhe satisfaz, qualquer fato que ocorra no ambiente profissional terá um impacto muito maior do que deveria.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Por que é tão importante beber água diariamente



Muitos seguem uma alimentação balanceada, suam nas academias com o objetivo principal de fazer bonito nas praias e piscinas do nosso país. Contudo, grande parte das pessoas acaba se esquecendo de ingerir em quantidades adequadas um elemento vital para nossa saúde: a água.
É muito comum observar pessoas que saem pela manhã para trabalhar e ao voltarem para casa à noite se dão conta que não ingeriram ao menos 1 copo de água durante todo dia. Existem aqueles que não sentem tanta sede e por isso, acreditam que não há problema algum ingerir uma quantidade mínima durante o dia. O que essas pessoas não sabem é que a deficiência constante desse líquido precioso no nosso corpo pode causar sérios problemas no futuro e por nossa saúde em risco.
Muitas pessoas não associam a água a uma boa alimentação, mas ela é, depois do oxigênio, a substância mais importante para a manutenção da vida. Nos próximos meses, quando a média de temperatura deverá ultrapassar os 30ºC, as necessidades serão ainda maiores e todos nós deveremos ficar atentos para repor as perdas que ocorrem nesse período.
Água: elemento vital
A água é a substância mais abundante do corpo humano. Ela é um componente essencial de todos os tecidos do organismo. Apesar de não conter nenhuma caloria ou outros nutrientes, sem a água o corpo humano só continuaria funcionando por poucos dias. A perda de 20% de água corpórea pode causar a morte e uma perda de apenas 10% causa distúrbios graves.
Em temperaturas moderadas, os adultos podem viver por aproximadamente 10 dias sem água; as crianças podem viver por cerca de 5 dias. Já sem alimento uma pessoa saudável pode sobreviver durante várias semanas.
A água desempenha um papel essencial em quase todas as funções do corpo humano. É utilizada para a digestão, para a absorção e para o transporte de nutrientes; serve de meio para uma série de processos químicos; assume o papel de solvente para os resíduos do corpo e também os dilui para reduzir sua toxicidade, ajudando no processo de excreção do corpo. Ajuda ainda a manter a temperatura do corpo estável. Além disso, a água proporciona uma camada protetora para as células do corpo e, sob a forma de líquido amniótico, protege o feto em desenvolvimento.
A água é necessária à formação de todos os tecidos do corpo, fornecendo a base para o sangue e todas as secreções líquidas (lágrimas, saliva, sucos gástricos, etc), que lubrificam os diversos órgãos e juntas. Também mantém a pele macia e elástica.
Com o envelhecimento, o corpo começa a ressecar cada vez mais. Por exemplo, o corpo de um bebê recém nascido consiste em 75 a 80% de água, contra apenas 50% no caso de um corpo adulto com 60 a 70 anos. Este processo de ressecamento se reflete em pele enrugada, fluxo reduzido de sangue e juntas mais endurecidas.
Necessidades diárias
O corpo humano perde água de várias formas. Através dos rins em forma de urina, como parte das fezes, através do processo de respiração e através da transpiração (suor). Podemos verificar que a ingestão de água está insuficiente simplesmente observando nossa urina. Quando isso ocorre, os rins tentam compensar conservando a água e, portanto excretam uma urina mais concentrada, com coloração amarelo mais acentuado. Um baixo consumo crônico de água aumenta o risco de cálculos (pedras) renais ou cálculos na bexiga
A quantidade de água perdida a cada 24h deve ser reposta para manter a saúde e a eficiência do organismo. Em geral, adultos devem consumir 35mL/Kg de peso, crianças 50 a 60mL/Kg de peso e lactentes 150mL/Kg peso. Isto quer dizer que se uma pessoa pesa 70Kg ela deverá ingerir diariamente cerca de 2,5L de água. Sucos, refrigerantes, chá, café e os alimentos contém água. Mas a pessoa deve dar preferência à água pura.
Fatores que aumentam as necessidades de água
É necessário consumir mais água quando está calor, durante exercícios físicos, no caso de febres, resfriados e outras doenças. É necessário ingerir maior quantidade de água também durante a gravidez, tendo em vista a formação do líquido amniótico e o aumento no volume de sangue, e também para atender as necessidades do feto em desenvolvimento. Da mesma forma, mães com filhos que mamam no peito precisam aumentar a ingestão de líquidos para produzir leite, que contém 87% de água.
É bom lembrar também que alguns componentes da dieta aumentam a necessidade de água, como é o caso dos alimentos muito salgados. O uso de diuréticos ou outros medicamentos que aumentam o fluxo urinário requer uma ingestão adicional de líquidos.
A qualidade da água é importante
A água mais segura para se beber é aquela tratada pelos sistemas de abastecimento e depois filtrada em casa ou fervida. Contudo, isto não quer dizer que não ocorram problemas. As águas dos rios estão se tornando cada dia mais poluídas por resíduos domésticos e industriais, restos de fertilizantes, pesticidas e lixos químicos e nucleares e tudo isso pode causar sérios problemas para nossa saúde. Estudos mostram que muitos casos de diarréia e infecção intestinal atribuídos a intoxicações alimentares ou outras causas devem-se, na verdade, à água contaminada.
Outro problema sério de saúde pública é o constante uso por parte da população de água de bicas contaminadas. Em pessoas saudáveis, os problemas ocasionados pela ingestão deste tipo de água muitas vezes é superado em pouco tempo, mas em pessoas com baixa resistência imunológica (crianças, idosos e doentes) isso pode ser fatal.
Água engarrafada: uma opção
O impacto criado pela constante contaminação das águas de bicas, torneira, etc, elevou o interesse das pessoas pelo consumo de água engarrafada. Mesmo assim, existem várias opiniões e desconfianças quanto as fontes e conteúdos das várias garrafas disponíveis no mercado. Em geral, a dúvida maior fica por conta da procedência da água e por isso, devemos ficar atentos e procurar comprar as marcas mais consolidadas no mercado.
Tipos de água engarrafada encontrados no mercado
· Água potável: é vendida no mercado em garrafões, sendo retirada de qualquer fonte aprovada (rios, reservatórios, água encanada). Em seguida é filtrada e desinfetada e o conteúdo mineral pode ser ajustado.
· Água mineral: contém no mínimo 500mg de minerais por litro
· Água com gás: contém dióxido de carbono para ficar borbulhante. Existem águas gaseificadas naturais que já vêm nesse estado da própria fonte
· Água termal: é retirada de fontes naturais.
Fonte: Vya Estelar

segunda-feira, 25 de julho de 2016

10 dicas para ter uma vida saudável

Você sabe o que fazer para ter uma vida saudável? Listamos 10 dicas simples e práticas para você viver bem. Confira!




Levar uma vida saudável é a melhor forma de afastar doenças cardiovasculares, obesidade e até câncer. Mas você sabe o que fazer para manter a saúde em dia? A seguir, confira algumas dicas simples e eficazes:

1-Inclua castanhas na rotina alimentar

"Castanhas-do-pará, de caju, nozes e amêndoas possui baixo índice glicêmico, o que significa que não alteram os níveis de insulina no sangue e provocam sensação de saciedade. Também são fontes ricas em fibras, ferro, vitamina E e selênio, mineral importante para o bom funcionamento da tireoide", diz a a nutróloga Liliane Oppermann. Para aproveitar tudo que as castanhas têm de bom, sem exagerar nas calorias, Liliane recomenda a ingestão de 2 castanhas-do-pará, 3 castanhas de caju, 2 nozes ou 5 amêndoas (escolha apenas uma das opções).



2-Reduza a ingestão de sal e aumente o consumo de água

Além de favorecer o inchaço de pernas, pés, barriga e outras regiões do corpo, o excesso de sal pode comprometer a saúde. "A retenção de líquidos provocada pelo consumo exagerado de sal sobrecarrega o coração, rins e vasos sanguíneos e também pode levar à hipertensão", explica a médica Liliane Oppermann. A nutróloga recomenda a ingestão de 2 litros de água. Leite, água de coco e sucos podem ajudar a alcançar esse patamar, mas o ideal é que a água pura seja a principal fonte.


3-Não pule o café da manhã

O café da manhã diário é necessário para nutrir o organismo. "É o momento em que o corpo está ávido por nutrientes, já que passou 7 ou 8 horas em jejum, durante o sono. O organismo precisa de energia para começar o dia, além de vitaminas e sais minerais. Se uma pessoa comer fruta no café da manhã, seus nutrientes serão mais bem aproveitados do que antes de dormir", orienta a nutróloga Liliane Oppermann. Um café da manhã saudável evita o consumo de calorias extras ao longo do dia. Sem a primeira refeição, o organismo passará a manhã sem energia e a fome também virá com mais intensidade ao longo da tarde.


4-Pratique exercícios físicos regularmente

Os exercícios físicos devem fazer parte da rotina, inclusive, de quem não precisa perder peso. Uma simples caminhada diária pode melhorar o humor e afastar doenças do coração. De acordo com cardiologista Rogério de Moura, coordenador do serviço de cardiologia do Hospital Balbino, "para proteger o coração, o ideal é praticar exercícios durante 45 minutos a 1 hora, 5 vezes por semana". Para quem não gosta de academia, o médico recomenda caminhar pelo quarteirão, na praia ou em parques verdes. Outra opção é buscar aulas que fujam do convencional.


5-Mantenha os ovos na dieta

Antes considerado inimigo do coração, o ovo entrou na lista dos alimentos importantes. Ele é rico em colina, nutriente que protege a memória e combate a fadiga. A gema ainda contém antioxidantes, como zinco, ferro, selênio e vitaminas A e E. Segundo a nutróloga Liliane Oppermann, ele pode ser consumido diariamente por quem não come carne, desde que não seja frito. Já para os carnívoros, a recomendação é ingerir até 3 ovos por semana.


6-Uma taça de vinho, pode. Exagerar no álcool, não.

O álcool em excesso pode sobrecarregar o fígado, além de trazer problemas de concentração, aumentar a frequência dos batimentos cardíacos e irritar a mucosa do estômago, podendo causando gastrite e úlcera. Por outro lado, o vinho pode fazer bem para a saúde. Além de evitar infartos e derrames cerebrais, o consumo de 250 ml de vinho tinto, todas as noites, reduz os níveis do hormônio estrogênio, que é conhecido por aumentar os riscos de desenvolvimento de câncer de mama.


7-Evite o refrigerante, inclusive nas versões diet ou light

Os refrigerantes diet e light podem ter poucas calorias, mas são ricos em outras substâncias que também podem fazer mal ao organismo, como sódio, corantes e conservantes. "Os adoçantes empregados na composição dos produtos light e diet - geralmente ciclamato, sacarina e aspartame - também não são os mais saudáveis", orienta a médica Liliane Oppermann.
Os 10 piores alimentos alimentos para o corpo

8-Coma um jantar leve, mas coma

A prática de não comer nada no fim do dia não é saudável. Como o corpo ficará horas sem receber nenhum nutriente, durante o sono, dormir de barriga vazia pode gerar uma fome desproporcional no café da manhã. Para um jantar leve e nutritivo, Liliane Oppermann dá a dica: "Para pessoas que costumam fazer 6 refeições diárias, que incluem lanche da manhã, da tarde e ceia, além de almoço e jantar, recomendo um grelhado com salada crua, meio prato de legumes e uma porção de arroz integral".


9-Faça boas escolhas no supermercado

A nutróloga Liliane Opperman lista as melhores escolhas para um cardápio saudável: "A aveia contém vitaminas do complexo B e fibras, que evitam picos de insulina; o azeite extravirgem é rico em vitaminas D e E, além de gorduras boas para o coração; o iogurte contém cálcio para ossos fortes e probióticos, que atuam na regularização da função intestinal; o salmão é rico em proteínas e ômega-3, que protege o coração; o chá verde é rico em polifenois, que estimulam o metabolismo, previnem cáries nos dentes e obesidade e vegetais crucíferos, como brócolis, nabo e couve-flor que, além de fibras, contém I3 carbinol, um fotoquímico que mantém células cancerosas à distância".


10-Não conte as calorias gastas na esteira

A maioria das esteiras e bicicletas ergométricas possui contador de calorias, mas nem nas mais modernas essa contagem é confiável. "Aquela informação nunca será precisa. É preciso relacionar muitos fatores para chegar a esse resultado, que não pode ser pasteurizado para todos os alunos. Movimentar os braços durante a caminhada na esteira, por exemplo, aumento o gasto calórico em 10%, mas não é possível contabilizar esse gasto através do aparelho. Para alcançar seus objetivos, o melhor é conversar com o profissional", explica o treinador físico Ricardo Wesley.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Atividade física deve ser recomendada como tratamento e prevenção de Doenças


Apesar de a prática de exercício físico regular trazer inúmeros benefícios à saúde e ser um dos métodos preventivos mais eficientes contra muitas doenças, segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), o sedentarismo é uma das principais causas das 300 mil mortes anuais por doenças cardíacas do país.


Para o cardiologista e médico do esporte Daniel Kopiler, a atividade física deveria ser recomendada como medicação.

“O maior desafio é tornar a atividade física uma prioridade para melhorar a saúde da população e reduzir os riscos de doenças como diabetes, hipertensão, obesidade, entre outras”, defende.

De acordo com o especialista, “o exercício físico diminui em cerca de 30% os riscos de desenvolver doença coronariana, e reduz aproximadamente em 50% os riscos de hipertensão”.

Segundo Kopiler, um levantamento realizado com cardiologistas nos EUA mostrou que apenas 15 em cada 100 médicos reforçavam voluntariamente a importância da atividade física para seus pacientes em reabilitação cardíaca.

“Há muitas pesquisas sobre novos medicamentos, mas o melhor deles, o mais antigo e democrático, tem sido preterido. Todos os profissionais de saúde deveriam recomendar atividade física para tratamento e prevenção de doenças”, recomenda.

Um estudo realizado em 2002 pelo pesquisador Jonathan Myers (Universidade Stanford, EUA) comparou a aptidão física entre homens até 70 anos com e sem doença cardiovascular.

As pessoas sem doença cardiovascular que não tinham preparo físico adequado apresentaram risco de mortalidade duas vezes maior do que o grupo que tinha doença cardiovascular e ótimo preparo físico.

Fonte: Saude.terra

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Soja ajuda na prevenção de doenças e no controle do peso


O Brasil é um dos maiores produtores de soja do mundo. Porém, os brasileiros em sua maioria consomem apenas o óleo de soja. Inúmeros estudos mostram os benefícios da soja e seus derivados. Que apesar de possuir um alto valor nutricional, ainda combatem doenças do coração, diabetes, osteoporose, câncer de útero, mal de Alzheimer e sintomas da menopausa. Apesar disso, a soja é considerada uma fonte de proteína completa podendo ser comparada com a qualidade de proteína da carne, ovos e leite.
A soja é uma grande aliada no controle do peso, pois produz a sensação de saciedade por mais tempo no organismo de quem a ingere. E essa saciedade é semelhante aos de outras proteínas (lácteas e trigo). E estudos comprovaram que uma dieta com a composição energética da soja ajuda na redução do peso e gordura corporal.
E, além disso, a soja é um alimento sustentável se comparada com as proteínas animais. Pois para ser produzida exige menos água, energia e recursos naturais e a plantação do grão requer um aproveitamento de terra bem maior do que outros grãos e proteínas animais.

E a soja pode de ser consumida de várias formas:

→ Leite de soja
→ Grãos
→ Farinha de soja
→ Carne de soja
→ Queijo de soja
→ Soja preta

Dica importante: De acordo com a nutricionista Bruna Murta, a soja é um alimento versátil que pode ser utilizada na preparação de várias receitas. E pode, ainda, ser substituta do ovo em receitas.


Fonte: Obesidade Controlada

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Em 10 anos, Brasil pode ter 75 milhões de crianças obesas uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos está acima do peso


Obesos entre meninos chegam a 16,6% e 11,8% entre meninas

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Ministério da Saúde, fez estudo que revelou que uma em cada três crianças entre 5 e 9 anos de idade está acima do peso recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os obesos entre os meninos chegam a 16,6%, e as meninas somam 11,8%. Se nada for feito para mudar esse quadro, a OMS estima que, até o ano de 2025, haja 75 milhões de crianças com sobrepeso e obesidade no Brasil.

Em 2010, o Ministério da Saúde e o IBGE divulgaram dois grandes levantamentos sobre o excesso de peso e a obesidade no Brasil, O Vigitel Brasil 2009, que usa como metodologia para coleta de dados inquéritos telefônicos e abrange pessoas maiores de 18 anos; e a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008 – 2009 (POF) que realiza as avaliações a partir dos 5 anos de idade. 

Acesse aqui o estudo VIGITEL

Erros alimentares que estimulam a obesidade

A obesidade, além de trazer problemas psicológicos, pode desencadear doenças como diabetes, depressão e alguns tipos de câncer. A recomendação para solucionar o problema é a educação alimentar e nutricional de pais e filhos.

Os “erros” alimentares mais comuns na dieta dos brasileiros são: a ingestão excessiva de açúcar, alimentos processados, sódio e gordura saturada; e a baixa ingestão de frutas, hortaliças e água, a supervalorização do consumo de carnes.

Hábitos Ruins

Comer na frente da TV, ingerir sem uma boa mastigação, engolir compulsivamente ou compensar sentimentos com alimentos hipercalóricos (com a típica frase dos pais e mães "se comer tudo ganha sobremesa") são alguns comportamentos inadequados que impedem o cérebro de trabalhar com a sensação de estar ou não saciado.

"Uma mente distraída na hora da refeição não percebe se comeu um, dois ou três pratos de comida. O melhor que pais e mães devem fazer é aderir a um projeto de reeducação alimentar em grupo. Além, claro, de incentivar e dar o exemplo de refeições saudáveis dentro de casa", explica a nutricionista Lenycia Neri.

Para Karoline Basquerote, especialista em Nutrição Clínica e Doenças Crônicas e em Nutrição em Pediatria, os pais devem ser os primeiros a dar o exemplo em casa adotando uma alimentação saudável. Ela diz que estudos mostram que eles tendem a subestimar o peso corporal dos filhos.

"Também não podemos esquecer as preferências dos pais pelos alimentos industrializados por causa da facilidade de preparo e consumo", observa Karoline, que também é Professora de Nutrição do Tempo Integral.

Como Tratar a Obesidade Infantil

O tratamento para obesidade infantil deve ser feito de forma progressiva e sob orientação do pediatra e de um nutricionista.

Normalmente, o tratamento para obesidade infantil deve incluir mudanças na alimentação da criança e aumento dos níveis de exercício físico, dependendo da sua idade e estado de saúde geral.
Raramente, o médico poderá recomendar o uso de remédios para ajudar a diminuir o apetite ou a cirurgia para redução de peso.

Dicas para a Alimentação da Criança

Os pais devem ajudar a criança a adotar hábitos de alimentação saudáveis e, para isso, algumas dicas São:

  • Evitar comprar alimentos industrializados, que são açucarados ou gordurosos, como bolachas, refeições pré-preparadas;
  • Comprar uma grande variedade de frutas e legumes e dar preferência às frutas cítricas e aos vegetais comidos crus;
  • Os vegetais que necessitam ser cozidos, como a vagem, a berinjela, a abobrinha ou os cogumelos, devem ser preparados ao vapor, sem sal e o azeite deve ser adicionado em pouca quantidade;
  • Não oferecer à criança refrigerantes, dando preferência à água e sucos de fruta naturais;
  • Comprar um prato de tamanho infantil;
  • Evitar que a criança fique distraída durante a refeição, não deixando que veja televisão ou utilize jogos;


Estas dicas devem ser adaptadas de acordo com o estilo de vida da família e segundo as orientações do nutricionista.

Como Aumentar a Atividade Física da Criança

A prática regular de exercício físico é fundamental para ajudar a criança a perder peso. Algumas dicas para ajudar os pais a incentivar o exercício incluem:

  • Limitar o uso de computador e televisão em até 2 horas por dia;
  • Procurar atividades que a criança goste;
  • Incentivar a família a participar regularmente atividades ao ar livre;
  • Permitir que a criança experimente várias atividades.


Clique aqui e assista à reportagem, no Youtube, que mostra os problemas acarretados pela obesidade infantil.




Fonte: Diario do Poder e Tempo de Mulher