segunda-feira, 2 de outubro de 2017

4 benefícios da caminhada além da boa forma


Agora é moda: parece que todo mundo resolveu começar a correr ou então fazer caminhada. E não é à toa. Para especialistas, caminhar é a opção mais certeira para todos aqueles que procuram uma vida saudável e plena. Além de ajudar a manter a boa forma, a prática atua como aliada da boa saúde em lutas contra os mais diversos tipos de doença.

– O ser humano é, por excelência e por natureza, um andarilho e as indicações da caminhada vão desde a prevenção de derrames e infartos, até o combate à depressão, à osteoporose e à diabetes – afirma o patologista neuromuscular Beny Schmidt.

Para o médico, o tempo ideal de caminhada varia de indivíduo para indivíduo e também de acordo com a faixa etária, mas de uma maneira geral, uma hora e meia de caminhada por dia já pode ser considerado um ótimo índice de atividade física diária. Ainda segundo Schmidt, caminhar se tornou um hábito mais saudável que correr, pois gera menor atrito nas articulações e, consequentemente, menor número de lesões musculares. Confira os quatro principais benefícios da caminhada segundo o médico:

1. Boa forma e diabetes

O mais conhecido benefício da caminhada talvez esteja na luta para manter a boa forma. A caminhada na esteira é um exercício físico com maior gasto de calorias porque nós temos a tendência de variar a intensidade dos passos quando caminhamos na rua. No entanto, mesmo com menor queima calórica, caminhar ao ar livre é extremamente prazeroso, principalmente se for à beira do mar ou em um parque.
A caminhada também vem se revelando uma importante aliada dos diabéticos. Juntamente com o controle da dieta, promove a diminuição da obesidade e favorece o controle da glicemia pelo consumo de energia, além do efeito psicológico favorável por conta do prazer que proporciona.

2. Depressão e qualidade de vida

A liberação de endorfina pelo sistema nervoso central durante a caminhada é responsável pelas sensações de alegria, relaxamento e bem-estar, armas poderosas no combate à depressão. Além disso, a endorfina deixa o atleta mais disposto durante o dia e com uma melhor qualidade do sono à noite. E, segundo o especialista, outro fator importante é o aumento dos estímulos cerebrais provocado pelo exercício, que contribui ativamente para manter a saúde do órgão.

3. Circulação e prevenção

Movimentar-se é fundamental para melhorar a circulação sanguínea. O médico explica que a caminhada faz com que a musculatura da parede dos vasos sanguíneos ajude a impulsionar o sangue até as extremidades. Além disso, as atividades físicas são importantíssimas para fazer com que a velocidade e a pressão sanguínea possam ser bem administradas pelo corpo. Uma consequência direta da melhora da circulação é a prevenção de doenças cardíacas.
– A caminhada é uma arma fundamental para evitar derrames e infartos, pois ajuda o miocárdio a bombar o sangue no início da circulação – afirma.

4. Osteoporose e pulmão 

Segundo Schmidt, junto com a exposição solar, a caminhada se destaca como o melhor investimento contra a osteoporose. “Usar os ossos é a melhor forma de cuidar deles”, explica.
Já a respiração é outra grande beneficiada pelas caminhadas. Andar melhora a capacidade vital, o VO2 máximo e tanto a inspiração quanto a expiração pulmonar. Além disso, por manter a saúde do corpo, inibe inflamações oportunistas. Tudo isso sem contar o quanto faz bem para os pulmões a qualidade do ar inspirado quando se faz uma caminhada em um parque, por exemplo.

Fonte: revistadonna

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Nozes são a melhor gordura para reduzir colesterol


O colesterol é uma substância gordurosa que preocupa muita gente porque, quando em excesso, se acumula nas artérias e veias provocando aumento de pressão e prejudicando a atividade cardíaca.

Disso a gente sabe, certo? E vivemos em busca de uma alimentação balanceada para conseguir controlar os níveis de gordura no sangue.

Segundo uma nova pesquisa, publicada no Journal of the American Heart Association, os planos alimentares que preveem a redução das gorduras saturadas (consideradas gorduras ruins), como as frituras, por exemplo, apontam para uma redução do colesterol, como já imaginávamos. Só que o ponto fundamental está nas tais gorduras boas.

Muitas dietas recomendam que se reduza o consumo de gorduras ruins, sugerindo sua substituição pelas gorduras insaturadas ou poliinsaturadas (consideradas boas), que levam a fama de ajudar a reduzir o colesterol ruim.

E isso é ótimo, tanto para perder peso, quanto para a qualidade do sangue. “O que descobrimos é que as dietas ricas em óleos saudáveis ajudam a queimar gordura e ainda ajudam a reduzir tanto o colesterol bom quanto o ruim”, comenta Cheryl Rock, pesquisadora responsável pelo estudo.

A pesquisa avaliou mulheres acima do peso e obesas, que se envolveram em programas de emagrecimento com um ano de duração.
Eram três grupos de dietas: uma de baixa gordura e alto carboidrato; outra de baixo carboidrato e alta gordura; e uma última também de alta gordura, mas rica em nozes.

E descobriram que, as que tiveram uma dieta rica em nozes, tiveram um resultado ainda melhor em relação à redução dos níveis de colesterol. A oleaginosa ajudou a baixar muito o colesterol ruim e ainda ajudou a aumentar o colesterol bom.

Em todos os grupos, a perda de peso foi similar: após seis meses, elas haviam perdido 8% do peso.

“Esse emagrecimento pode não colocar essas mulheres em seu peso ideal, mas teve contribuição importante na redução dos riscos de doenças cardiovasculares e outros males”, disse a pesquisadora.

Fonte: exame

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Piadas sobre peso agravam obesidade (fat shaming)


“Muitos pacientes obesos reclamaram da falta de respeito que sofrem por parte dos médicos. Todos, inclusive doutores, deveriam parar de culpar e envergonhar pessoas por causa do seu peso. Ao invés disso, deveriam apoiar e procurar o devido tratamento”.

Pesquisadores do Reino Unido sugerem que fazer piada com a obesidade dos outros pode fazer com que essas pessoas engordem mais.

Os cientistas quiseram entender os efeitos do ato conhecido como “fat shaming” (envergonhar-se por ser gordo, em tradução livre) em seu novo estudo.

Com mais de 3000 adultos fazendo parte da pesquisa, a equipe procurou pessoas que já haviam sofrido algum tipo de descriminação relacionada ao peso.

Receber tratamento mal educado, sofrer “brincadeiras” de mau gosto e até mesmo ser considerada uma pessoa menos inteligente estiveram nas reclamações em 5% dos participantes.

Depois de quatro anos, as pessoas dentro da porcentagem ganharam em média um quilo a mais, enquanto que aqueles que disseram nunca ter sofrido discriminação conseguiram perder peso.

“Nosso estudo deixa claro como a discriminação do peso pode ser um problema e não uma solução”, afirma Jane Wardle, diretora da University College London.

A pesquisa publicada no jornal Obesity afirma que esse tipo de preconceito pode diminuir a coragem dessas pessoas a procurarem ajuda psicológica. “Eles tendem a evitar o assunto”, afirma a cientista Sarah Jackson.

“Muitos pacientes obesos reclamaram da falta de respeito que sofrem por parte dos médicos. Todos, inclusive doutores, deveriam parar de culpar e envergonhar pessoas por causa do seu peso. Ao invés disso, deveriam apoiar e procurar o devido tratamento”, completou Wardle.

fonte: EUREKA ALERT  

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Veja como funciona a dieta para ganhar massa magra


Quem foi que disse que dieta serve apenas para perder peso? Se você quer ganhar músculos, há um programa de reeducação alimentar específico, que traz ótimos resultados se aliado da prática de exercícios de forma regular. Estamos falando da dieta para ganhar massa magra. Você sabe como funciona?
Para seguir a dieta para ganhar massa magra não há mistérios: é preciso fazer as escolhas certas para o seu cardápio e ter dedicação. Muitas pessoas não se dão conta que só a dieta não trará os resultados que desejam em um prazo curto de tempo. É preciso que ela seja acompanhada de atividade física. Então, mexa-se!

7 alimentos da dieta para ganhar massa magra

Seguir a dieta para ganhar massa magra pode potencializar o ganho muscular. Veja a seguir quais alimentos fazem parte desse plano alimentar.

1. Carne magra

A carne é um importante item da sua dieta, pois contém os principais nutrientes que ajudarão no ganho de massa magra. Ela ainda fornece aminoácidos e proteínas que promovem o crescimento muscular. Entretanto, não é necessário que oconsumo de proteínas ultrapasse dois gramas para cada quilo corporal.
Excessos não trazem benefícios e, nesse caso, o acúmulo de proteínas pode sobrecarregar os rins e provocar ganho de peso. Lembre-se também que sementes e grãos também podem fornecer proteínas de qualidade.

2. Peito de frango

Os carboidratos são essenciais na dieta para ganhar massa magra – e o peito de frango oferece os carboidratos necessários. Quando os carboidratos são combinados a proteínas e gorduras de boa qualidade, evitam o processo metabólico chamado catabolismo. Assim, fornecem energiasem aumentar a massa gorda já existente no corpo.
Fique atento também aos excessos musculares que podem gerar hipertrofia. Por isso, procure alimentos que contenham vitaminas e minerais. A banana é uma fruta rica em vitaminas, carboidratos, complexo B e potássio.

3. Queijos

Para incrementar a sua dieta para ganhar massa magra, os queijos são uma boa opção. São fontes de proteínas e sem muitas calorias. Escolha queijos com pouca gordura, como a ricota, para incluir na sua dieta.

4. Ovos

Ovos são essenciais para essa dieta, pois contêm nove aminoácidos que trazem benefícios a quem está em busca do seu peso ideal. Também auxiliam na diminuição da inflamação muscular, permitindo que se recuperem mais rápido.

5. Peixes

Os peixes, além de serem ricos em ômega 3 e proteínas, impulsionam a perda do excesso de gordura e garantem umbom funcionamento do metabolismo.

6. Legumes e frutas

Não esqueça dos legumes e frutas. Como em toda dieta, esses alimentos têm um papel muito importante, pois mantêm osistema imunológico equilibrado, são ricos em vitaminas e fontes fibras.

7. Gorduras boas

As gorduras são muito importante para o crescimento muscular e para a produção de hormônios. Contudo, busque gorduras saudáveis, como as que são encontradas em peixes, grãos e óleos.

Dica da dieta para ganhar massa magra

Assim como qualquer plano alimentar, a dieta para ganhar massa magra deve ser acompanhada por um médico, que fará indicações de acordo com a necessidade do seu corpo. Não esqueça de praticar exercícios e seguir as orientações do especialista, pois só assim conseguirá eliminar aquelas gordurinhas indesejáveis e alcançar o corpo tão sonhado.
Estabeleça um cardápio e o siga rigorosamente para ter um melhor controle do que está ingerindo durante o dia. Para fazer dieta não é preciso deixar de comer, apenas que tudo esteja nas proporções adequadas às suas necessidades. Ter uma alimentação saudável faz toda a diferença.
Fonte: vivomaissaudavel


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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Carência Afetiva e Alimentação


O que você precisa aprender para se libertar da obsessão por comida…

No livro “Carência Afetiva e Alimentação”, a escritora Geneen Roth menciona que “a compulsão é o desespero no plano emocional”. Assim, não é questão de gostar de comer. A compulsão alimentar está ligada à gatilhos emocionais. Coisas que não estão bem emocionalmente e que expressamos na comida. “A obsessão pela comida nos proporciona um lugar seguro no qual podemos colocar todos os nossos sentimentos de decepção, raiva e tristeza.”, afirma a autora.

Geneen Roth relata que “quando eu comia em excesso, sentia como se estivesse possuída. Queria ser magra, queria amar, queria criar, mas aquela fome exagerada queria destruir, assolar, devastar tudo. Quando eu comia em excesso, não me importava com mais ninguém; houve ocasiões em que, se alguma coisa ou alguém se interpunha entre mim e a comida, eu sentia que seria capaz de arrasá-los. Seria capaz de matar alguém. Quando parava de comer exageradamente e pesquisava os estragos — o que comera, a urgência com que o fizera, a profunda indiferença por qualquer pessoa que visse antes ou depois da comilança —, ficava apavorada. Aquele festim parecia ter mente própria, voz própria, desejo próprio”.

Ainda segundo a autora Geneen Roth, “se você examinar a fundo um aspecto de sua vida, encontrará as respostas para todos os aspectos. O que você aprende quando se liberta da obsessão pela comida é o que você precisa aprender sobre intimidade”, por isso:

– Comprometa-se.
– Diga a verdade.
– Confie em si mesma.
– A dor acaba e todas as outras coisas também.
– Ria facilmente.
– Chore facilmente.
– Tenha paciência.
– Deseje ser vulnerável.
– Quando você perceber que está se apegando a alguma coisa e ela estiver lhe causando problemas, livre-se dela.
– Deseje falhar.
– Não permita que o medo a impeça de ir ao encontro do desconhecido, nem de permanecer no silêncio escuro.
– Lembre-se de que tudo se perde, tudo é roubado, arruinado, tudo envelhece, tudo se desfaz; os corpos se curvam e se enrugam, todo mundo sofre e todo mundo morre.
– Nenhum ato de amor é, jamais, em vão.

fonte: DOCSLIDE

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

O Stress leva a um Aumento de Peso


Para a maioria das pessoas o stress é inevitável, e até pode ser positivo se for moderado. Em doses normais a hormona do stress (cortisona) promove o rompimento das gorduras em ácidos gordos e glicerina, o que pode aumentar a sua capacidade de queimar gorduras. Desta forma, pode pensar que quanto mais estressado estiver mais magro ficará – mas isto raramente funciona dessa forma. Na verdade níveis elevados de cortisona fazem com que a perda de peso seja significativamente mais difícil.

Aqui está o porquê: Cortisona demais aumenta a resistência à insulina, o que reduz a queima de gorduras. Os níveis elevados de cortisona diminuem o ritmo do metabolismo e dos níveis de testosterona – e isto também reduz a queima de gorduras. Se estiver sobre stress por períodos prolongados há bastantes probabilidades que os seus padrões de sono se tornem irregulares (outro fator que prejudica o emagrecimento), para além de que uma das técnicas de gestão do stress envolve a comida – e isso não é bom.

Fonte: fitnessblog

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Parece saudável, mas não é: 12 alimentos que vão te surpreender


Já ouviram aquele ditado: “por fora bela viola, por dentro pão bolorento”? Ele define bem esse post! É que muitas vezes a gente acha que está arrasando na escolha da alimentação sem saber que, na verdade, estamos é atrapalhabndo a nossa saúde e dificultando ainda mais o processo de emagrecimento. Para que isso não ocorra na reeducação alimentar de vocês resolvi selecionar os alimentos que parecem saudáveis, mas nem sempre são!

Antes de tudo, fiquem atentos às informações nutricionais dos produtos que vocês compram! Olhem o rótulo, conforme ensinei aqui, pois sempre tem uma opção melhor que a outra. E lembrem-se que não há nada melhor que apostar em receitas caseiras.

Confiram abaixo os alimentos!

1. Molho de salada

Come um montão de salada, mas enche de molho? Fique atento! Os molhos industrializados podem ser  ricos em sódio, açúcares, aditivos, corantes, aromas artificiais, conservantes, entre outras substâncias, além de serem calóricos. Ainda, alguns molhos naturais podem ser bastante calóricos ou gordurosos. Uma dica é apostar no azeite de oliva e no limão, ou opções de molhos mais leves, que além de saudáveis deixam a saladinha uma delícia!

2. Barrinha de cereal

Muitas das barrinhas que encontramos por aí contêm grande quantidade de gordura saturada, açúcar e corantes. Quando estiver comprando, analise os rótulos dos produtos, como ensinei aqui. Mas o melhor ainda é apostar na barrinha de cereal caseira, que você sabe realmente do que é feita.

3. Iogurte

Para dar aquela coloração, muitos iogurtes industrializados usam, no lugar da fruta, corantes e aromas artificiais. Por que não fazer o seu iogurte em casa? Além de saudável é muito mais econômico.

4. Sopas em pó

Cuidado com as sopas industrializadas. Apesar de poucas calorias, as sopas em pó são ricas em sódio e glutamato monossódico. Tenha sempre em casa legumes fresquinhos, coloque tudo na panela de pressão e tá pronto.

5. Suco de caixinha/ latinha

Os sucos de caixinha geralmente são ricos em sódio, açúcar, corantes e aromas artificiais. Nada bom, né? E muitos nem mostram nos rótulos qual sua porcentagem de néctar da fruta. Prefira água, chás ou sucos naturais feitos na hora. Claro que nào podemos generalizar! Tem sucos de caixinha ou lata que são bons e para isso é preciso ler os rótulos e as informações nutricionais para escolher a melhor opção. Os sucos naturais duram fresquinhos por três horas. Caso precise de mais tempo, misture-o com água de coco, que retarda o processo de oxidação.

6. Batata congelada

As batatas congeladas, que muita gente coloca no forno para evitar a gordura, na verdade são pré-fritas. Mesmo que não indiquem isso nos seus rótulos, então mesmo se forem assadas, continuarão sendo ricas em gorduras saturadas. O processo completo inclui: corte, branqueamento, aumento do açúcar, secagem, fritura e então o congelamento. Prefira a batata feita em casa.

7. Pasta de amendoim

A pasta (ou manteiga) de amendoim normal é uma boa fonte de gorduras boas e monossaturadas. Só que algumas opções disponíveis levam adição de açúcar e mais gorduras. O amendoim já é calórico por sua concentração de gorduras boas e precisa ser consumido com equilíbrio. Minha dica é preparar sua pasta em casa mesmo! Além de mais saudável é muito mais econômico!

8. Bolachas, biscoitos e cookies

Recheadas ou não, a maioria dessas delicinhas industrializadas são um perigo para a saúde. Ricas em sódio e gordura trans. Mesmo algumas  ditas integrais devem ser bem analisadas antes de virarem aposta na dieta. Olhe o rótulo do produto, ou aposte nos biscoitos caseiros.

9. Salsicha

A salsicha é uma pasta proveniente de diversos tipos de carnes processadas que recebe substâncias químicas para ganhar o seu sabor característico, conservar e corar. Evite-a.

10. Pão de queijo

Por ser assado e sequinho, o pão de queijo acaba virando aposta na dieta de quem não conhece suas informações nutricionais. Mas ele é super calórico e rico em sódio. O ideal é apostar na crepioca, no pão de queijo de frigideira que é saudável e muito mais gostoso e equilibrado nutricionalmente.

11. Peito de peru

Ele é uma ótima opção para a dieta saudável sim, além disso, é pouco calórico, o que ajuda na perda de peso. Porém, deve ser consumido com moderação. Como todos os embutidos, o peito de peru também leva em sua composição alto teor de sódio, que pode causar desde a simples retenção de líquidos à hipertensão arterial se consumido em excesso. Olhe o rótulo dos produtos, optando sempre por aquele com a menor taxa de sódio.

12. Kani

O kani são na verdade um composto de peixe com sabor artificial de carne de caranguejo. É uma espécie de salsicha, mas com peixe, onde são adicionados aromatizantes, corantes e glutamato monossódico. Além de conter glúten e grande teor de sódio.

Gente, anotaram todos os alimentos? É claro que a gente n/ào preciso retirar tudo da alimentação. Apenas ter bom senso no consumo. Eu mesma nào sou radical e consumo alimentos de todos os tipos, mas com equilíbrio.


Fonte: blogdamimis

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Para emagrecer: reduzir gordura ou carboidratos?


Um novo estudo dos Institutos Nacionais da Saúde, agência governamental dos Estados Unidos, mostrou que tipo de dieta tem mais benefícios para perda de gordura corporal.

Em um artigo publicado na revista Cell Metabolism, os pesquisadores afirmaram que, ao contrário do senso comum, restringir gordura na dieta pode levar a uma maior perda de gordura corporal do que a restrição de carboidratos. Apesar disso, a dieta baixa em carboidratos reduz a insulina e aumenta a queima de gordura.

A teoria

Kevin Hall, físico pesquisador do Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas e Renais, utilizou dados de dezenas de estudos de alimentação realizados ao longo de décadas para construir modelos matemáticos de como os diferentes nutrientes afetam o metabolismo humano e o peso corporal.

Suas simulações mostraram que apenas a dieta restrita em carboidratos levaria a mudanças na quantidade de gordura queimada pelo corpo, enquanto que a dieta pobre em gordura levaria a uma maior perda global de gordura corporal.

No entanto, ele precisava coletar dados humanos para apoiar esses modelos matemáticos.

O estudo

Estudar os efeitos de dietas na perda de peso é muitas vezes complicado, por causa da dificuldade em medir o que as pessoas realmente comeram – participantes podem não aderir a planos de refeição com eficiência, subestimar quantias ou mentir nas pesquisas de acompanhamento.

Para contornar esta situação, Hall e seus colegas confinaram 19 adultos voluntários com obesidade a uma enfermaria por 2 semanas, onde eles foram acompanhados de perto.

Para manter as variáveis simples, os dois períodos de observação foram como dois lados de uma balança: durante a primeira semana, 30% das calorias de uma dieta-base foram cortadas através de restrição de carboidratos, enquanto a ingestão de gordura permaneceu a mesma. Durante o segundo período, as condições foram invertidas.

A cada dia, os pesquisadores mediram a quantidade de gordura que cada participante comeu e queimou, e usaram essa informação para calcular a taxa de perda de gordura corporal.

Resultados

No final do estudo, o modelo matemático se provou correto. A gordura corporal perdida com a restrição de gordura na dieta foi maior em comparação com a restrição de carboidratos, embora mais gordura tivesse sido queimada com a dieta de baixo carboidrato.

No entanto, em períodos maiores de dieta, o modelo prevê que o corpo age para minimizar as diferenças de gordura corporal entre as dietas que são iguais em calorias e diferentes na proporção de carboidratos e gordura.

“Há um conjunto de crenças que diz que todas as calorias são exatamente iguais quando se trata de perda de gordura corporal”, diz Hall. “Nossos resultados mostraram que, na verdade, nem todas as calorias são iguais quando se trata de perda de gordura corporal, mas a longo prazo, são quase iguais”.

Calma lá!

Hall não recomenda que as pessoas comecem dietas restritas em gordura por causa desse estudo. O objetivo da pesquisa foi explorar a fisiologia da redução de calorias baseadas em gorduras e carboidratos no corpo humano.

A pesquisa é limitada pelo tamanho da amostra, apesar de ser estatisticamente relevante. Além disso, o menu que os participantes seguiram não rivaliza com uma dieta normal e não leva em conta que plano alimentar seria mais fácil de seguir durante longos períodos.

“Nós estamos tentando fazer estudos cuidadosos para um dia sermos capazes de ajudar a gerar melhores recomendações sobre dieta no dia-a-dia”, argumenta Hall. “Mas existe atualmente um desfasamento entre a nossa compreensão da fisiologia e nossa capacidade de fazer recomendações dietéticas eficazes para perda de peso duradoura”.

Por enquanto, a dica de Hall é fazer a dieta que você melhor conseguir seguir.

Autor: Natasha Romanzoti
Fonte: Hypescience

obs.: consulte seu médico antes de começar qualquer dieta.