quinta-feira, 30 de junho de 2016

Pensamentos que podem bloquear sua perda de peso



Alguns pensamentos negativos parecem ser impossíveis de serem deixados para trás, mas com algumas mudanças simples é mais possível mudar de vida do que se imagina

Não apenas ir com frequência à academia e eliminar do cardápio algumas comidas são suficientes para emagrecer, mas o estado mental também tem uma influência enorme no sucesso que vai ter neste processo. Alguns pensamentos negativos parecem ser impossíveis de serem deixados para trás, mas com algumas mudanças simples é mais possível mudar de vida do que se imagina. O site Pop Sugar listou quatro hábitos que podem estar atrapalhando seu sucesso e como superá-los.



Você sempre se coloca para baixo

Se sentir mal e envergonhado sobre suas escolhas no cardápio e seu corpo não ajuda em nada começar a ter uma vida saudável, pelo contrário, só dificulta as chances de ter sucesso. Psicólogos concordam que criticar a si mesmo é o pior caminho para conseguir mudar de vida. Por isso, mude o foco desta atenção para o que quer conquistar e trate a si mesmo com gentileza e carinho.



Você não pode imaginar seu novo eu

Para mulheres que passam anos lutando contra o peso e o próprio corpo é muito difícil se imaginar dona de uma figura mais magra e uma vida nova. Mas, se inspirar em um projeto concreto do que você pode vir a se parecer é de grande ajuda. Pode ser difícil achar a figura exata, mas junte uma série de imagens inspiradoras e comece a imaginar a nova pessoa que quer ser e, o mais importante, corra atrás dela.



Você está muito focada em um número

Às vezes, é preciso deixar a obsessão com a balança de lado, pois nem tudo é somente sobre o número de quilos que vocês está perdendo. Ao invés de ficar chateada quando não consegue ter o peso sonhado, passe a celebrar outras conquistas, como se sentir mais confortável em suas roupas e ter mais energia durante o dia, por exemplo. Celebre sua capacidade de persistir e aposte no efeito dominó: um ato positivo puxa outros.



Você está estressada demais

De acordo com Julie Barrett, treinadora da academia Sports Club de Los Angeles, a perda de peso se resume a uma coisa: controle do estresse. Segundo ela, quando o corpo está sob pressão e sofrendo de altos níveis de estresse, ele tende a bombear quantidades excessivas de cortisol, hormônio que reduz a capacidade de queimar gordura. Nestes casos, mesmo que tenha hábitos saudáveis o seu corpo terá dificuldades em alcançar o objetivo que deseja. Por isso, tente encontrar um equilíbrio de suas emoções e faça as melhores escolhas sobre exercícios físicos e alimentação, pois isto certamente irá ajudar a emagrecer e também reduzir o estresse.

Fonte: Pop Sugar

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Passar o dia sentado é prejudicial à saúde (perigos do sedentarismo oculto)



Já parou para pensar quanto tempo do seu dia você fica sentado? No trabalho, em casa e ao longo do dia, vale observar o quantas horas você passa sem se movimentar. O chamado "sedentarismo oculto" pode ser muito nocivo para o organismo. Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de Queensland, na Austrália, realizada com mais de 12 mil pessoas, comprovou, por exemplo, que cada hora que uma pessoa passa sentada reduz a sua expectativa de vida em 21 minutos. Outros estudos mostram que até mesmo quem pratica exercícios regularmente, mas passa o restante do dia executando o mínimo de movimentos, é prejudicado. Veja o que dizem os especialistas e descubra os prejuízos de passar tantas horas do dia sentado.

Longevidade e expectativa de vida

Cada hora que uma pessoa passa sentada reduz a sua expectativa de vida em 21 minutos - é o que afirma uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de Queensland, na Austrália. Os cientistas levantaram dados de 12 mil australianos, que responderam perguntas sobre o seu estado de saúde, doenças que já tiveram, sedentarismo, tabagismo e hábitos alimentares. Para medir as horas que os participantes passavam sentados, os estudiosos perguntaram quantas horas de televisão eles assistiam por dia. Os resultados mostraram que um adulto que passa seis horas por dia sentado em frente à TV deve viver quase cinco anos a menos que uma pessoa que não passa esse tempo sentada. Uma das possíveis explicações para essa relação é a ausência prolongada de contrações dos músculos das pernas. Depois de ficar meia hora sentado, o corpo liga o "modo repouso" e a taxa metabólica cai. Ficar de pé evita essa queda, pois o músculo permanece rígido, o que consome mais energia. Além disso, a pessoa em pé tende a se movimentar involuntariamente. Outro estudo australiano, da Universidade de Sidney, faz um alerta aos sedentários no ambiente de trabalho: pessoas que passam muito tempo sentadas podem estar até 40% mais suscetíveis a morrer por qualquer causa, em comparação com aquelas que não ficam sentadas por períodos tão longos. O estudo acompanhou mais de 200 mil adultos com mais de 45 anos por cerca de três anos. As chances de morte por qualquer coisa se mostraram 15% maiores em pessoas que ficavam sentadas por pelo menos oito horas e 40% maiores naqueles que passam 11 horas ou mais sentados por dia.

Obesidade

A conta é simples: quando o organismo consegue aproveitar tudo o que você come, seu peso permanece estável. Se houver excesso no consumo de alimentos e/ou falta de atividade para consumir energia, o risco de ganho de peso aumenta consideravelmente. "Quando o indivíduo não se movimenta muito, o metabolismo fica mais lento e sua queima calórica é mais baixa", afirma o endocrinologista Paulo Rosenbaum, do Hospital Albert Einstein. Dessa forma, passar muito tempo sentado reduz nosso gasto energético, comportamento que pode favorecer o ganho de peso e, em casos graves, a obesidade. "Outros fatores como má alimentação, sedentarismo e pré-disposição ao ganho de peso também são determinantes", completa o especialista.

Dor nas costas e coluna

A maior consequência de ficar muito tempo sentado é o comprometimento da coluna vertebral. "Dentre todas as posições que ficamos ao longo dia, a postura sentada causa muita sobrecarga na coluna, em especial ao disco intervertebral, podendo levar ao seu desgaste", explica o ortopedista Rodrigo Junqueira Nicolau, da clínica Colunar. Segundo o especialista, ao ficarmos sentados e sedentários, a musculatura responsável em estabilizar nossa coluna - principalmente do abdômen e da região lombar - passa a ficar mais relaxada e enfraquecida, aumentando as pressões sobre a estrutura e facilitando a ocorrência de dor. "É difícil conseguir manter a postura ideal durante muito tempo enquanto estamos sentados", afirma Rodrigo. "Por isso, ao longo dia, vamos ficando em posturas que facilitam o aparecimento de dores pelo corpo, principalmente se estivermos utilizando o computador." Dessa maneira, é importante alterarmos as posições ao longo dia e nos mexermos mais - caminhe um pouco, movimente a coluna e as articulações. O uso de pequenas almofadas na região lombar e ajustar a altura do banco de forma a manter a coluna cervical neutra são algumas recomendações. Também é importante evitar utilizar carteiras ou objetos no bolso de trás da calça ao estar sentado, pois estes podem levar a compressão do nervo ciático e dores na região dos membros inferiores.

Dor nas articulações

"Os problemas posturais são as queixas mais frequentes das pessoas que passam muitas horas sentados em escritórios", afirma o ortopedista Luciano Pellegrino, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. É frequente a dor na coluna cervical e na coluna lombar, por conta da má postura. O especialista explica que passar muito tempo sentado pode afetar nossas articulações, que devem sempre estar em equilíbrio e sem sobrecargas. Os erros mais comuns de ficar sentado são manter as articulações constantemente flexionadas ou constantemente estendidas durante muitas horas. "Nessas situações pode haver uma sobrecarga da cartilagem que reveste as articulações e também compressão dos nervos na região, levando a sintomas dolorosos." Segundo o especialista, artrites e tendinites podem surgir dos esforços repetitivos. Por isso é importante assumir uma postura correta sentado, procurar levantar de hora em hora, fazer alongamentos e participar de algum tipo de ginástica laboral durante o dia. Na cadeira, devemos sentar com bom apoio de toda a coluna vertebral, manter o monitor do computador na nossa frente e na mesma altura da cabeça. "Procure evitar sentar muito tempo inclinado para frente, pois essa postura sobrecarrega os discos da coluna, além de levar a dor na região lombar."

Problemas circulatórios

Quando estamos sentados, há uma compressão de todos os vasos sanguíneos. O sangue não circula direito, há dificuldade de oxigenação do corpo, de transporte de nutrientes e de hormônios. Esse quadro favorece a formação de trombos (coágulos sanguíneos) principalmente nas pernas, aumentando o risco de problemas como a trombose. O cansaço e a fadiga podem também ficar acentuados com a má circulação sanguínea. A prática de atividade física estimula a circulação e previne o problema de forma natural. "Se você passa muito tempo sentado, organize a rotina para se levantar e fazer breves caminhadas algumas vezes ao dia - essa é uma maneira simples de estimular a circulação", afirma o cardiologista Rui Ramos. A tática torna-se ainda mais eficiente combinada à prática de exercícios físicos regulares. 

Diabetes e doenças cardíacas

Um estudo envolvendo quase 800 mil participantes concluiu que ficar sentado por muito tempo pode dobrar os riscos de um indivíduo ter diabetes. Os especialistas da Universidade de Leicester, na Inglaterra, descobriram que quem passa 50-70% do dia sentado pode ter o dobro de chances de sofrer com diabetes, 90% mais chances de morrer por eventos cardiovasculares e 50% mais incidência de morte por qualquer causa, se comparados com aqueles que passavam menos tempo sentados. De acordo com o estudo, essa relação é válida mesmo se uma pessoa pratica frequentemente exercícios moderados ou intensos. Manter o corpo em inatividade faz o coração ficar mais preguiçoso, uma vez que não há estímulo. A circulação prejudicada intensifica esse quadro, uma vez que o sangue não consegue chegar a todas as partes do corpo de maneira eficiente. "O músculo cardíaco precisa fazer mais pressão para que o sangue consiga correr por todo o corpo, aumentando a pressão arterial e favorecendo a hipertensão", explica o cardiologista Rui Ramos, diretor da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). A relação entre passar muito tempo sentado e o risco de diabetes pode acontecer devido ao acúmulo de gordura abdominal. Isso ocorre porque o movimento estimula os músculos a trabalharem mais e se fortalecerem, e quando estamos em inatividade a tendência é acumular gordura - principalmente na região do abdômen. "Esse processo favorece a produção de substâncias inflamatórias, que podem afetar o pâncreas e causar a resistência insulínica", afirma o endocrinologista Paulo. Em última instância, o mau funcionamento do órgão pode se agravar, levando ao diabetes tipo 2.

Câncer

A inatividade física também pode favorecer o aparecimento de tumores - é o que afirmam pesquisadores da Washington University School of Medicine. Segundo o estudo, passar mais de seis horas por dia sentado está ligado a maiores taxas de câncer de cólon e reto (24%), câncer de endométrio (32%) e câncer de pulmão (21%). "Diversos mecanismos biológicos podem ser evocados para explicar o efeito protetor do exercício na evolução de tumores malignos", afirma o oncologista Artur Malzyner, da clínica Oncoguia. Segundo o especialista, acredita-se que o trabalho muscular reduz os níveis de certos fatores de crescimento liberados pelo tecido adiposo, capazes de estimular a multiplicação das células malignas. Além disso, a prática de atividade física também pode beneficiar pessoas que superaram um câncer. ?Todas as pessoas operadas de câncer de mama, câncer de intestino, câncer de próstata e, possivelmente, de outros tumores malignos devem investir na prática regular de exercícios com a mesma energia utilizada para enfrentar operações, radioterapia ou quimioterapia.?

Saúde mental

Uma pesquisa desenvolvida na Universidade de Tasmânia, Austrália, mostrou que trabalhar o dia inteiro sentado, ou seja, movimentando-se pouco durante o dia, causa também um impacto na saúde mental, elevando o risco de ansiedade e depressão. Os autores entrevistaram mais de 3 mil funcionários do governo da Tasmânia, que foram questionados sobre sintomas de ansiedade e depressão durante as últimas quatro semanas e quanto tempo passavam sentados no ambiente de trabalho. Os resultados mostraram que passar mais de seis horas sentado diariamente aumenta a prevalência dos sintomas de ansiedade e depressão, em comparação com participantes que ficaram sentados por menos de três horas. A psicóloga Milene Rosenthal, do projeto Psicolink, afirma que fazer pequenas pausas durante o expediente estimula o bem-estar do funcionário, além de melhorar o rendimento profissional. "Alguns minutinhos são revitalizantes, por isso levante e dê uma volta quando sentir que o trabalho não está rendendo", diz. Experimente conversar com seu colega da mesa ao lado sobre assuntos do cotidiano, para clarear a mente e estimular a produtividade.

Saúde dos rins

Os rins são responsáveis por filtrar o sangue, removendo impurezas que serão eliminadas através da urina. Quem apresenta doença renal crônica não consegue realizar esse processo, o que caracteriza um quadro de insuficiência renal. E passar muito tempo sentado pode elevar esse risco. Uma pesquisa realizada pela organização americana The National Kidney Foundation comprovou que passar muito tempo sentado favorece a doença renal crônica, especialmente em mulheres. Para chegar a essa conclusão, 6 mil adultos forneceram informações sobre o tempo que passavam sentados diariamente e a regularidade com que praticavam exercícios físicos. Aqueles que ficavam na posição menos tempo apresentaram um risco reduzido de desenvolver doença crônica renal, independentemente de praticarem exercícios ou estar acima do peso. Eles descobriram ainda que mulheres que relataram permanecer menos de três horas por dia sentadas apresentaram uma probabilidade 30% menor de desenvolver doença renal crônica do que aquelas que disseram passar mais de oito horas em suas cadeiras.

fonte: Minha Vida


sábado, 25 de junho de 2016

Emagrecer e perder peso não é a mesma coisa!




Quando falamos em emagrecer as pessoas logo pensam em perder peso. No entanto, ao contrário do que todo mundo pensa, eles não são sinônimos. De acordo com o fisiologista e personal trainer, Givanildo Holanda Matias, a perda de peso está diretamente relacionada com a diminuição da massa corporal, no qual podemos ver os números da balança cada vez mais baixos. Já o emagrecimento está relacionado apenas à redução de qualquer quantidade de gordura corporal.
Ainda não se convenceu que dá para emagrecer sem perder peso? Segundo o especialista, a principal confusão é ter uma visão equivocada, pois uma pessoa pode perder peso sem necessariamente emagrecer. “Em alguns casos pode até acontecer de reduzir o peso na balança e engordar porque a quantidade de gordura corporal ao invés de reduzir aumentou”, afirma Matias que faz questão de esclarecer que, sem dúvida nenhuma, o mais saudável é emagrecer ao invés de perder peso, uma vez que é a quantidade de gordura em excesso que traz vários riscos de problemas de saúde, juntamente com um enorme desconforto estético.
Se você quer emagrecer de forma saudável, mas não sabe mais o que fazer para atingir seu objetivo, o personal trainer explica que para reduzir medidas é essencial que se pratique atividades físicas com predominância dos exercícios aeróbios onde o principal substrato energético utilizado é a gordura. Junto com essas atividades também é interessante desenvolver o trabalho muscular para fortalecer a musculatura e acima de tudo não perder a massa muscular. “Pessoas que só realizam atividade aeróbia correm o risco de junto com a gordura perder massa muscular e isso pode ser considerado como um prejuízo na maioria dos casos”, aponta.
Para quem acha que passar horas a fio sem comer é o segredo para emagrecer como num passe de mágica, alguns estudos mostram que pessoas que buscam reduzir medidas apenas à base de dieta chegam a ter 50% da redução do peso vinda da perda de massa muscular, o que não é nada bom. “O mais interessante é associar uma boa alimentação e atividades aeróbias ao trabalho de fortalecimento muscular”, diz Matias.
Agora, se você já é obeso e não sabe se deve emagrecer ou perder peso, o fisiologista lembra que o foco para qualquer pessoa deve ser sempre a redução de gordura com a preservação de massa muscular. Mas, no caso de pessoas muito obesas, a redução da massa muscular não será considerada um prejuízo por um bom tempo. “Essas pessoas devem, além da dieta e das atividades aeróbias, fazer o trabalho muscular mais voltado à resistência, e principalmente, envolvendo grandes grupos musculares que trarão maior gasto energético”, comenta.
Então, se você não quer perder massa muscular durante o processo de emagrecimento, Matias diz que duas coisas devem ser evitadas: “A falta do trabalho muscular como a musculação, ginástica localizada ou pilates, assim como um grande volume de treino para pouca alimentação. É comum pessoas que querem emagrecer ficarem mais de 2 horas malhando e reduzir bruscamente a ingestão de alimentos. Essa situação pode fazer o organismo usar, além da gordura, a massa muscular como fonte de energia”.

8 conselhos infalíveis para uma vida saudável



Ter uma vida saudável e mais feliz parece algo complicado?

Talvez. Cada dia vemos e ouvimos tanta coisa sobre saúde, que achamos que para termos o máximo de energia precisamos comer goji berry, passar lama do Mar Morto no rosto e meditar na Cordilheira do Himalaia.

Mas não precisa ser assim. Na verdade, o segredo de uma vida saudável está na simplicidade. E, sendo assim, deixo aqui meus oito conselhos infalíveis para uma vida saudável.

1. Sol, uma fonte de energia vital

Tome banhos de sol de quinze a trinta minutos por dia, sem protetor solar, de preferência entre nove da manhã e quatros horas da tarde, pois a exposição ao sol é fundamental para a produção de vitamina D, cuja carência está relacionada a diversas doenças, inclusive a osteoporose, já que o organismo necessita desta vitamina para fixar o cálcio.

A exposição a luz solar por apenas alguns minutos no início da manhã é capaz de regular a produção de melatonina à noite, este hormônio é indispensável para um boa noite de sono, pois sem ele o corpo não entende que é hora de dormir.

Tomar sol regularmente ajuda a prevenir a depressão, pois regulariza a produção de diversos hormônios responsáveis pelo bem estar e por uma vida saudável.

O sol é fundamental para a saúde, mas a exposição excessiva ao raios UVA e UVB são nocivos e responsáveis por muitos casos de câncer de pele, por isso, sempre que for permanecer exposto por mais de trinta minutos, especialmente nos horários de sol forte, utilize protetor solar.

2. Sono, nosso momento de recarregar

Aqui, vale novamente o conselho de se expor á claridade assim que acordar, pois além de espantar o sono, equilibra o nosso relógio biológico ao ritmo circadiano.

Evite exercícios físicos intensos até três horas antes de dormir, pois o corpo precisa de algum tempo para relaxar.

O local em que dormimos precisa estar livre de aparelhos eletrônicos, excesso de estímulos como computador ou televisão. O escuro deve ser total.

Mantenha a regularidade nos horários, e mesmo se algum dia tiver que dormir mais tarde que o habitual, procure manter o mesmo horário ao acordar pra não quebrar o ciclo em que o organismo já está adaptado, pois a cada quebra deste ritmo, o corpo leva um tempo para se readaptar, isso pode gerar insônias e mais dificuldade para despertar.

Cada pessoa tem uma necessidade diferente em relação ao sono, alguns precisam de quatro ou cinco horas por noite, para outros, oito horas é pouco. O mais importante é a qualidade do sono, acordar bem disposto.

Evite excesso de claridade, computador e até mesmo a luz do celular pelo menos duas horas antes de ir dormir, isso atrapalha a produção de melatonina, resultando em insônia ou noites mal dormidas, agitadas.

3. Água, fonte de vida saudável

A necessidade real de água que precisamos para manter as células hidratadas é subestimada. Dois litros de água por dia é pouco, é o mínimo para não desidratarmos, o ideal é em torno de três a quatro litros para uma vida saudável.

Muitas pessoas vivem constantemente desidratadas, sofrendo seus efeitos como dor de cabeça, indisposição, náuseas… a desidratação grave mata, mas a leve acaba passando despercebida pelas pessoas ou sendo associada a outros problemas de saúde.

A melhor água é a filtrada ou purificada, a água mineral nunca deve ser a única fonte de água, pois pode causar excesso de algum mineral no organismo.

Nunca tome um volume de água muito grande em pouco tempo, isso pode ser fatal e é chamado de hiponatremia. A maioria dos casos foram de atletas, e não estamos falando de dois copos de água de uma vez, mas de litros em questão de minutos.

4. Esportes e atividades físicas

Para uma vida saudável, qualquer exercício é melhor do que nenhum exercício.

Nosso organismo não foi feito para ficar parado. Não é assim que construímos uma vida saudável.
O sedentarismo causa doenças, dores, “enferruja” as articulações, diminui a capacidade respiratória, a resistência muscular e o metabolismo basal.

Atividade físicas fazem o corpo liberar endorfinas que dão sensação de prazer e relaxamento, alivia o estresse, ansiedade e depressão, melhora a libido e funções cognitivas.

5. Alimentação ideal

Quanto mais natural melhor para uma vida saudável. Alimentos processados perdem enzimas, vitaminas, fibras e energia vital.

Procure entender que o ser humano é uma espécie de aproximadamente 2,6 milhões de anos, e a indústria alimentícia surgiu após a Segunda Guerra Mundial, portanto, faz mais ou menos setenta anos que a comida industrializada se tornou parte da nossa dieta.

A obesidade e diversos tipos de câncer nunca foram tão comuns, e até pouco tempo atrás não sabíamos que consequências o excesso de conservantes, corantes, agrotóxicos, e demais produtos químicos utilizados na nossa alimentação poderiam ter na saúde, hoje sabemos, mas estamos viciados demais neste tipo de comida e as industrias estão tão ricas que não importa se o mundo está doente.

A sociedade do consumo se alimenta de dinheiro, de doenças e remédios, de fórmulas mágicas, de produtos acrescidos de fibras que já tinham se perdido no processo, de ligths e diets para encarecer produtos que estão longe de ser realmente um alimento bom para uma vida saudável.

Um lembrete sobre a obesidade: ela é um processo inflamatório das células de gordura, e por isso não pode ser associada somente a questão calórica, mas deve ser levado em conta a qualidade e o potencial inflamatório do que se come.

Sempre que possível, colha do pé. O limão feio ou a laranja pequena da árvore são nutricionalmente muito superiores a aquelas frutas enormes, perfeitas e brilhantes do supermercado.

Quando possível, opte por orgânicos, especialmente no caso de hortaliças.

Se for comer algum doce, procure comer após as refeições ou junto com alguma fonte de fibras para evitar picos de glicose no sangue.

Procure comer comida de verdade, vegetais e frutas de cores variadas.

Prefira as frutas da estação, estarão mais nutritivas e com um preço melhor.

Evite o excesso de glúten, pois ele é potencialmente alergênico e abusar dele pode causar inchaço, má digestão e agravar problemas inflamatórios.

Tenha moderação com o leite. Os motivos são muitos, em primeiro lugar porque tudo que é dado a vaca (ração, antibióticos, hormônios) vai parar no leite, da mesma maneira que acontece com as mulheres que estão amamentando.

Em segundo lugar, porque estamos tomando leite de outra espécie num período da vida em que já deveríamos ter desmamado, nosso organismo não consegue digerir corretamente a lactose e a caseína, o que gera um processo inflamatório em todo o corpo, inclusive piorando as alergias e problemas respiratórios pela produção excessiva de muco.

Nem tudo que é comestível é alimento, ás vezes é apenas um produto carregado de substâncias artificiais e calorias vazias, ou seja, sem nenhum nutriente.

Piores “alimentos” e aditivos alimentícios:

  • Açúcar: O açúcar é inimigo da pele, da longevidade, do peso ideal, além de ser altamente viciante, o seu consumo aumenta a atividade cerebral na mesma área que as anfetaminas, inclusive a cocaína, suas piores versões são o açúcar refinado e a frutose adicionada a muitos produtos. O açúcar envelhece , pois o processo de glicação faz com que a glicose “caramelize” as células de colágeno, impedindo-as de se reproduzirem. Todo o açúcar que não é gasto através de queima calórica, é armazenado em forma de gordura.
  • Sal refinado: Através do processo de refinamento do sal, muitos oligoelementos são perdidos, e sobem os níveis de sódio, o seu excesso é perigoso para saúde, mas o principal vilão é o sódio embutido nos alimentos, pois a combinação de açúcar e sal usada tanto em produtos doces quanto salgados nos faz perder a noção da quantidade de sódio que estamos consumindo. Prefira usar o sal marinho que é a versão não refinada.
  • Adoçantes artificiais: muitas dessas substâncias tem potencial cancerígeno, além disso, inúmeros estudos tem relacionado o uso de adoçantes a obesidade, isso porque cada vez que tentamos enganar o cérebro comendo algo doce ao paladar, confundimos nossa química cerebral, desregulando a secreção de enzimas que modulam a saciedade e determinam quando o corpo deve estocar gorduras.
  • Glutamato monossódico: Também conhecido como realçador de sabor ,na verdade trata-se de uma excitotoxina e seu uso está associado a diversas doenças como alzeimer por exemplo, o seu efeito não é só no paladar, afinal, é um neuroestimulante, o que o torna viciante e perigoso, por isso alguns especialistas o consideram a ‘nicotina” dos alimentos. Ele é adicionado na maioria dos molhos industrializados, salgadinhos, enlatados, embutidos de carne, biscoitos, etc.
  • Gordura hidrogenada: Uma gordura que o corpo não reconhece e como não consegue processá-la adequadamente, acaba virando gordura localizada, além disso, diminui os níveis de HDL, o bom colesterol.
  • Conservantes, corantes e outros aditivos químicos: essas substâncias vão prejudicando a vida saudável de diversas maneiras, muitas vezes causam reações alérgicas, mas os rótulos vão se tornando indecifráveis e fica difícil saber quais os ingredientes são responsáveis por aquela dor de cabeça terrível, pela indigestão, pelas erupções na pele, e as vezes até pelo câncer ou pela depressão.
6. Gorduras saudáveis

As melhores opções para cozinhar para uma vida saudável são o óleo de coco e o ghee (manteiga clarificada) pois suportam melhor temperaturas altas sem saturar. O ghee é a manteiga purificada, sem caseína e lactose.

Óleos vegetais prensados a frio, entre eles o azeite de oliva.

Outras ótimas fontes de gorduras boas são as nozes, castanhas, amendoim, além de frutas como coco e abacate.

As gorduras presente em peixes de água fria como salmão, atum e sardinha são ricas em ômega 6, e por isso ajudam a diminuir o colesterol ruim.

7. Para adoçar a vida saudável

Mel e melado têm vitaminas, portanto, acrescentam algo além de calorias, mas devem ser consumidos com moderação pois possuem alto índice glicêmico, o que não é bom para uma vida saudável.

Dos adoçantes sem calorias, a estévia é a melhor opção, pois de sua planta é feito o adoçante, mas na hora de comprar fique atento ao rótulo e procure o 100% stévia.

Já o açúcar de coco é extraído da flor da palma de coco, é repleto de vitaminas e tem baixo índice glicêmico.

8. Seja feliz!

E você? O que tem feito para ter uma vida saudável? Lembre-se: A felicidade é uma escolha, um modo de encarar a vida, e para começar, nada melhor do que o sorriso. Sorria sempre, para todos, ria de você mesmo, tente desfranzir a testa, contente-se com as coisas simples da vida saudável. Nada é melhor que a alegria de viver!

Fonte: mude